Com a restrição de atendimentos no maior hospital do Vale do Araranguá, a alternativa encontrada pela população da cidade e região tem sido a Unidade de Pronto Atendimento 24 horas. De uma média mensal de 5 mil atendimentos nos demais meses do ano, em dezembro o número subiu para 8 mil e 286 pessoas atendidas.
De acordo com a secretária de Saúde de Araranguá, Evelyn Elias, deste total, 8 mil e 037 pacientes eram da região da Amesc. E o ano de 2018 já começou movimentado na UPA, só no primeiro dia, foram feitos 259 atendimentos, sendo 50% à população do Vale e os outros 50% aos turistas de outros estados, como Rio Grande Sul, São Paulo e Paraná.
Segundo a secretária, “A conduta tem sido o encaminhamento dos casos que não podem ser atendidos na Unidade para outros hospitais, que tem recebido os pacientes – mesmo sendo de outras regiões, mas o Hospital Regional de Araranguá é a referência e é por ele que estes pacientes deveriam passar.
A secretária explica ainda que a partir de agora, os casos mais graves estão sendo encaminhados ao Hospital Regional e caso os atendimentos sejam negados, a orientação é de que os pacientes solicitem uma declaração por escrito.
 
Fonte: W3 Revista