Para o presidente da instituição, uma ação judicial adiará ainda mais os aportes necessários para melhorar a segurança, integridade e fluidez do eixo. Estrada ruim é sinônimo de óbitos, aumento dos custos logísticos, danos ao meio ambiente, além de perda da competitividade

Para a Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), o movimento contra a proposta de concessão do trecho sul da BR-101 pode ser prejudicial para os catarinenses. De acordo com a FIESC, “os valores foram definidos pelo volume de tráfego e projeção de receita e investimentos.

É também uma tarifa de referência, sujeita ao deságio, que no caso do trecho norte foi de 60%”, argumenta. Outro questionamento é em relação ao número e à disposição das praças de pedágio. “E a FIESC explica que não se trata de definição aleatória. Foi considerado o melhor arranjo para viabilizar R$ 3,9 bilhões de investimentos e a remuneração do investidor.

Fonte: Portal Agora Sul

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