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Mulher relata tentativa de assédio próximo à Lagoa do Violão e caso reforça alerta sobre segurança

por Anderson Weiler
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Renata registrou sua atividade durante o trajeto

Uma mulher relatou ter sido alvo de uma tentativa de assédio na manhã desta quarta-feira (18), nas proximidades da Lagoa do Violão, em Torres. O caso acende um alerta sobre a segurança em espaços públicos e a importância da atenção a comportamentos suspeitos.

A nutricionista e influenciadora Renata Lopes contou que havia saído para caminhar por volta das 9h30, optando por um trajeto diferente do habitual, que costuma ser pela beira-mar. Ao passar nas proximidades da antiga prefeitura, percebeu dois homens caminhando lentamente e observando sua direção. Segundo ela, os indivíduos pararam e fingiram observar animais na lagoa, mas aparentavam aguardar sua aproximação.

Ainda de acordo com o relato, os homens cochichavam entre si e mantinham olhar insistente, o que gerou desconfiança. Ao perceber a situação, ela decidiu manter distância e se aproximar de uma outra pessoa que estava no local. “Fingi tirar uma foto da lagoa enquanto observava. Diante disso, eles desistiram e seguiram caminhando”, relatou. Ela afirmou que sentiu medo, principalmente pelo comportamento alterado dos indivíduos, que aparentavam estar alcoolizados.

O relato também foi compartilhado por Renata Lopes em suas redes sociais, onde recebeu apoio de seguidores. Muitos internautas aproveitaram a publicação para relatar experiências semelhantes e apontaram o entorno da Lagoa do Violão como um dos locais mais inseguros da cidade para a prática de exercícios, especialmente em determinados horários, reforçando a preocupação com a segurança na região.

O episódio reforça a importância da atenção e da prevenção em situações de risco. A professora de defesa pessoal Rafaela Bandeira destaca que a segurança começa pela consciência e pela leitura do ambiente. Segundo ela, identificar sinais como aproximação insistente, mudanças de comportamento e tentativas de isolamento pode ajudar a evitar situações mais graves.

A especialista orienta que atitudes simples podem fazer diferença, como manter distância segura, evitar distrações em locais vulneráveis, comunicar-se com firmeza e buscar ajuda ao perceber algo suspeito. Ela também ressalta que o conhecimento técnico pode ser decisivo em casos mais diretos, permitindo que a pessoa se desvencilhe e consiga se afastar com segurança.

Ainda conforme a professora, a prática de atividades como artes marciais contribui não apenas para a defesa física, mas também para o desenvolvimento da confiança, controle emocional e postura diante de situações de risco. O caso serve de alerta para que a população redobre a atenção e adote medidas preventivas ao circular por espaços públicos.

Fotos: Arquivo pessoal