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A mobilização de pais por mais segurança no entorno da Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) São Jorge, em Torres, ganhou novos desdobramentos ao longo da semana. A principal preocupação é a travessia na lombofaixa da Avenida Castelo Branco, utilizada diariamente por alunos e responsáveis, especialmente nos horários de maior movimento.

No início desta semana, famílias organizaram uma manifestação pedindo melhorias no local. Em resposta, a Prefeitura informou que passou a disponibilizar agentes do Departamento de Trânsito e da Guarda Municipal para monitorar os horários de entrada e saída, medida que já está em execução, embora tenha apresentado oscilações nos primeiros dias.
Segundo a presidente do Círculo de Pais e Mestres (CPM), Andressa Barcellos, a demanda por segurança é antiga e envolve toda a comunidade escolar. Ela destaca que houve diálogo com o poder público e encaminhamentos formais, resultando na adoção das medidas atuais de վերահforço na fiscalização.
Apesar disso, pais seguem atentos e organizados, mantendo a possibilidade de novas manifestações caso o monitoramento não ocorra de forma permanente. A preocupação também se estende à Escola Santa Rita, na Estrada do Mar, onde motoristas frequentemente trafegam em velocidade elevada.
Outro fator apontado é a retirada de um redutor eletrônico de velocidade após a municipalização do trecho, o que, segundo relatos, contribuiu para o aumento do risco. Especialmente nos horários de pico, entre 7h e 9h e no fim da tarde, o fluxo intenso agrava a situação.
Como alternativa, a Prefeitura estuda a mudança da EMEI São Jorge para um prédio mais próximo da comunidade, o que pode reduzir a necessidade de travessia da via. Enquanto isso, melhorias na infraestrutura e ações de segurança seguem sendo cobradas pelos moradores.
Fotos: Reprodução ouvintes

