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A situação do Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, os desafios relacionados à causa animal, as condições das ruas e a proposta de retorno da estação rodoviária ao antigo endereço estiveram entre os principais assuntos da entrevista com o vereador de Torres Rogério Evaldt Jacob (Progressistas), nesta terça-feira, 27, no programa Revista Maristela, da Rádio Maristela.

Durante a conversa, o parlamentar avaliou a intervenção do Governo do Estado na gestão do hospital, com a entrada do Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (IMAS). Segundo ele, a medida trouxe mais tranquilidade à comunidade, diante das dificuldades enfrentadas pela instituição. Rogério também destacou a atuação dos vereadores, do Ministério Público e de outras autoridades na busca por soluções para a crise. A expectativa é de que a nova gestão contribua para recuperar a confiança da população e melhorar os serviços de saúde oferecidos à região.
Outro tema em destaque foi a causa animal. O vereador chamou a atenção para a necessidade de ampliar a assistência a cães e gatos em situação de rua e de famílias em vulnerabilidade social. Entre as iniciativas mencionadas estão propostas para ampliar o acesso à alimentação dos animais e ações de apoio ao tratamento da esporotricose, doença que afeta principalmente gatos e também pode ser transmitida aos seres humanos.
A conservação das vias públicas também foi pauta da entrevista. O vereador reconheceu as dificuldades enfrentadas pelos moradores diante da quantidade de buracos nas ruas e ressaltou que cabe ao Legislativo fiscalizar e cobrar providências do Executivo. O vereador ainda comentou a possibilidade de o município buscar recursos por meio de empréstimo para melhorar a infraestrutura viária, proposta que deverá ser analisada pelos vereadores caso seja encaminhada à Câmara.
Por fim, o parlamentar voltou a defender o retorno da estação rodoviária ao antigo endereço, argumentando que a mudança prejudicou a circulação de pessoas e o movimento comercial no entorno. Como alternativa, sugeriu que o município avalie a possibilidade de desapropriação do imóvel para viabilizar a retomada das atividades no local.

