Três homens e uma mulher foram presos em flagrante, nesta sexta-feira (28), em uma ação da Polícia Civil, conjunta com a Brigada Militar, com o apoio do Ministério Público, em Torres. A Operação Investigação Avante foi deflagrada no início da manhã, com o objetivo de combater homicídios e o tráfico de drogas. Ao todo, 80 policiais civis e militares cumpriram 10 mandados de busca e apreensão nos bairros Dunas e São Jorge.
De acordo com o delegado Juliano Aguiar de Carvalho, aproximadamente 30 mil reais em dinheiro, um revólver, uma pistola 9 mm com numeração raspada, munições e aproximadamente 10 quilos de drogas foram apreendidas. Além do dinheiro, das drogas e armas, também foram encontrados rádios comunicadores, balança de precisão e
aparelhos de telefone.
O delegado informou que a ação desencadeada nesta sexta-feira é fruto de uma investigação conjunta da Polícia Civil e da Brigada Militar, com o apoio do Ministério Público Estadual. “O objetivo é combater a ação de duas facções
rivais que disputam os pontos de tráfico de drogas nos dois bairros. Com as disputas por estes grupos criminosos, vários homicídios ocorreram na cidade ao longo de 2018”, explicou.
As drogas e o dinheiro foram encontrados em mais de um local alvo das buscas. “Em razão dos fatos, nove pessoas foram identificadas e prestaram esclarecimentos na Delegacia de Polícia, sendo quatro deles presos em flagrante
por tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo”, concluiu o delegado.

Fonte: Litoral na Rede
POLÍTICA
Câmara de Vereadores de Dom Pedro de Alcântara tem um novo presidente
Na sessão plenária desta segunda-feira, 3 de dezembro, Fábio Bernst (PTB) foi eleito presidente da Câmara de Vereadores de Dom Pedro de Alcântara para o mandato administrativo de 2019.
Binho, como é popularmente conhecido, foi o único candidato à presidência da casa e eleito com 6 votos, sendo que o pleito contou ainda com 3 abstenções.
A chapa é composta ainda pelo vice-presidente, Alexandre Webber (PP), primeiro-secretário, Sandro Webber (PSB), e pelo segundo-secretário, Naldo Guimarães (PSB).
Em sua primeira entrevista após ser eleito presidente, Jair Bolsonaro destacou, à Record TV, sua vontade de contar com o juiz Sérgio Moro em seu governo. “Se eu tivesse falado isso antes soaria como oportunismo. Pretendo conversar com ele para ver se há interesse”, relatou. “É uma pessoa de extrema importância para um eventual governo”, projetou ele, que acenou com um convite para o Ministério da Justiça ou uma indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF) – Bolsonaro deverá fazer duas indicações ao STF nos próximos anos.
Das pautas polêmicas, o presidente eleito tratou da flexibilização do porte de armas. “Hoje precisa provar a efetiva necessidade de comprar uma arma de fogo. A orientação nossa é que existe uma necessidade comprovada pelo estado de violência do Brasil”, definiu. “Queremos reduzir de 25 para 21 anos de idade, além de dar o porte definitivo para o cidadão. Senão vira um IPVA das armas”, avaliou. “Devemos abandonar o politicamente correto. O cara que deseja fazer maldade compra no mercado ilícito”, observou. “A arma de fogo, mais que garantir a vida de uma pessoa, garante a liberdade do povo.”
Sobre a fala em que prometeu “varrer os vermelhos”, ele direcionou o recado e resumiu como “cumprir a lei” brasileira. “Você vê o pessoal do MST invadindo propriedades, matando animais e colocando fogo em prédios”, citou, descartando diálogo com movimentos semelhantes. “Aí, tem governantes que não cumprem ordem judicial. Queremos que esses que vivem à margem da lei sejam enquadrados. Queremos cumprir a lei.”
“Somos iguais”
Jair Bolsonaro questionou a definição de “minorias”, ao ser perguntado. “Eu queria saber o que é. Não interessa se é velho, opção sexual, religião. Somos iguais, não podemos achar que certas minorias tenham superpoderes”, argumentou.
O futuro presidente também falou em reduzir a força do Mercosul: “O Mercosul está supervalorizado no continente. Foi bem gestado lá atrás. O Paulo Guedes não quer implodir o Mercosul, mas quer dar a devida estatura para ele”, projetou. “Precisa respeitar suas cláusulas. A ideia é nos livrarmos de algumas amarras do Mercosul. A Venezuela nunca poderia ter entrado no grupo, por exemplo.”
Fonte: Correio do Povo
Jair Bolsonaro é o novo presidente do Brasil. Eleito neste domingo, 28 de outubro de 2018, o candidato do PSL governará o país pelos próximos quatro anos. Com 94,67% das urnas apuradas, o capitão da reserva, com 55,44% dos votos válidos pôde ser declarado matematicamente eleito. Assumirá como vice o general Hamilton Mourão (do PRTB) na coligação Brasil acima de tudo, Deus acima de todos.
Bolsonaro assume o País com o discurso de unificação, combate à violência e fim da corrupção. Nas redes sociais, apoiadores comemoram e nas ruas simpatizantes saem para comemorar a vitória empunhando a bandeira nacional.
Em setembro, Bolsonaro foi esfaqueado durante ato de campanha na cidade de Juiz de Fora, interior de Minas Gerais. Passou por mais de uma cirurgia, ficou internado durante quase todo o primeiro turno, mas manteve, através das redes sociais e seus aliados, a difusão de suas ideias. O episódio marcou a campanha presidencial.
Líder das pesquisas desde o começo do processo eleitoral, Bolsonaro, com seu discurso forte sempre despertou sentimentos contraditórios. Para os seus apoiadores, é o salvador da pátria, o único capaz de tirar o país da crise política, econômica e social. Seus críticos, porém, bateram na tecla de que, sem representatividade, experiência e com uma verve áspera, poderia ser um perigo para a democracia brasileira. Nada, porém, conseguiu abalar a candidatura do deputado federal, agora Presidente da República.
Desiludido com a política tradicional, o Brasil assistiu à ascensão do mito, como é tratado pelos admiradores. Jair Messias Bolsonaro, 62 anos, tem como marca posições fortes e polêmicas. Porém, principalmente após o atentado, adotou um tom mais pacificador na busca de angariar votos em segmentos onde tinha grande rejeição.
Bolsonaro na web
Bolsonaro é um fenômeno digital. Escreve quase que diariamente no Twitter, onde tem mais de 1,9 milhão de seguidores. Sua página no Facebook tem mais de 8 milhões de seguidores. No Instagram, mais de 18 mil usuários o seguem.
Família Bolsonaro
Jair Bolsonaro está no terceiro casamento. A primeira esposa, Rogéria Nantes Nunes Braga, é mãe de Flavio, Carlos e Eduardo. Com Ana Cristina Valle, segundo casamento, teve Renan. Em 2007, conheceu sua atual esposa, Michelle de Paula Firmo Reinaldo e teve a sua primeira filha, Laura. A família Bolsonaro tem mais representantes no Legislativo. Flavio Bolsonaro foi eleito senador pelo PSL com mais de 4 milhões de votos. Eduardo conseguiu uma cadeira na Câmara Federal, onde fez quase 2 milhões de votos, a maior votação do País para o cargo de deputado federal. Carlos Bolsonaro é vereador na capital fluminense.
Jair Bolsonaro, 63 anos, é paulista. Nasceu no município de Glicério, região de Araçatuba. Mas foi no Rio de Janeiro onde ganhou destaque. Cursou a Escola Preparatória de Cadetes do Exército e em seguida a Academia Militar das Agulhas Negras, formando-se em 1977. Em 1988 ingressou na vida pública. Foi eleito vereador da cidade do Rio de Janeiro pelo Partido Democrata Cristão. Dois anos depois largou o mandato para tentar uma cadeira como deputado federal, onde permanece até hoje. Foi filiado a outros partidos ao longo de sua carreira política: PPR (1993-95), PPB (1995-2003), PTB (2003-2005), PFL (2005), PP (2005-2016), PSC (2016-2017)e o PSL (2018).
Fonte: Correio do Povo
Comandante Moisés, do PSL, foi eleito neste domingo (28) governador de Santa Catarina em eleições de segundo turno. Com 80,05% dos votos apurados, segundo o Tribunal Superior Eleitoral, Moisés teve 2.126.903 votos (71,09%) dos votos válidos e Gelson Merísio (PSD), 865.110 votos (28,91%).
Carlos Moisés da Silva nasceu em 17 de agosto de 1967 em Florianópolis. Atuou por mais de 30 anos no Corpo de Bombeiros da capital catarinense e das cidades de Criciúma e Tubarão, ambas no Sul do estado. Na maior parte do tempo, foi comandante do quartel. Está na reserva desde 2016.
Também foi coordenador regional da Defesa Civil. É formado em direito pela Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul). Esta foi a primeira vez que disputou um cargo político.
Nas pesquisas do primeiro turno feitas pelo Ibope, Moisés não estava entre os três primeiros colocados. Na última delas, divulgada dois dias antes da votação do dia 5 de outubro, ele aparecia em quarto lugar, com 9% dos votos. Porém, obteve 29,72% dos votos no primeiro turno. Na pesquisa realizada na última sexta-feira (26), Moisés aparecia com 52% dos votos totais e 59% dos votos válidos.
Na reta final da campanha do segundo turno, alegando problemas de saúde, Moisés não compareceu ao debate na NSC TV na quinta-feira (25). Com isso, conforme as regras assinadas por representantes dos dois candidatos, o outro candidato, Gelson Merísio (PSD) foi, então, entrevistado por 20 minutos ao vivo.
Eduardo Leite, do PSDB, é o novo governador do Rio Grande do Sul. O candidato foi eleito neste domingo (28) para governar o estado nos próximos quatro anos. Com 97,17% dos votos válidos apurados por volta das 19h, o tucano tinha 3.038.756 milhões de votos, o que correspondia a 53,4% dos votos válidos, contra 46,6% de José Ivo Sartori (MDB).
Veja o resultado da apuração: em todo o estado; por cidade e por zona eleitoral.
Criado em uma família de servidores públicos, Eduardo Figueiredo Cavalheiro Leite, de 33 anos, nasceu em 10 de março de 1985 em Pelotas, cidade do Sul no Rio Grande do Sul, e é formado em Direito pela Universidade Federal de Pelotas (Ufpel).
Foi vereador em 2008, chegando a ocupar a presidência da Câmara em 2011. Também foi secretário municipal de Cidadania no governo Bernardo de Souza e chefe de gabinete do ex-prefeito Adolfo Antônio Fetter Júnior. Em 2012, aos 27 anos, foi eleito prefeito de Pelotas, cargo que ocupou entre 2013 e 2016. Em novembro de 2017, assumiu a presidência estadual do PSDB gaúcho.
Ao longo da campanha, Eduardo Leite prometeu a criação de um ambiente mais favorável a novos empreendimentos para melhorar a situação financeira do estado. O candidato enfrentou duras críticas de adversários. Ex-prefeito de Pelotas, o tucano foi questionado sobre denúncias de que exames preventivos de câncer de colo de útero foram feitos por amostragem por uma empresa contratada pela prefeitura. Mesmo assim, acabou o primeiro turno como o candidato mais votado, ficando com 2.143.603 votos (35,90%).
No segundo turno, embora hesitante inicialmente, declarou apoio ao candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), escolhido pela maioria dos gaúchos no primeiro turno. Ainda assim, não foi apoiado pelo PSL. O DEM e o candidato a governador do estado no primeiro turno Jairo Jorge (PDT) também preferiram apoiar Sartori. Já o PT decidiu não apoiar nenhum dos dois.
Nos embates com o adversário emedebista, Leite criticou a falta de iniciativa do atual governador e foi acusado por Sartori de desconhecer a real situação das contas públicas do estado.
As principais propostas
- Enxugar a máquina ao tamanho certo, reduzir despesas e fazer parcerias com a iniciativa privada.
- Colocar o salários dos servidores em dia no primeiro ano de governo.
- Reduzir a burocracia e investir em infraestrutura.
- Investir em educação com ajuda privada.
- Regularizar pagamento aos hospitais e garantir o cumprimento do calendário dos pagamentos.
- Investir em redes de pequenos presídios, para menos de 400 detentos, com apoio da iniciativa privada.
- Integrar as forças policiais, comunicação, tecnologia, gestão, planejamento e valorização do profissional da segurança pública.
- Trabalhar para reduzir o ICMS em médio prazo, para reduzir depois de reequilibrar as contas do estado.
Fonte: G1 RS
Ibope: Leite lidera com 60% dos votos válidos contra 40% de Sartori
Pesquisa Ibope para o governo do Estado do Rio Grande do Sul, publicada nesta terça-feira, indica manutenção da liderança do candidato Eduardo Leite (PSDB). O tucano teria 60% dos votos válidos, contra 40% do atual governador José Ivo Sartori (MDB).
Nos votos totais, Leite teria 53% das intenções de voto, contra 36% de Sartori. Os brancos e nulos somariam 8%, enquanto 3% ainda não sabe em que vai votar. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
O Ibope também apurou a rejeição a cada um dos candidatos. Seriam 37% de eleitores que “não votariam de jeito nenhum” em Sartori contra 14% de Leite.
• Ficha técnica:
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
Nível de confiança: 95%
Número de entrevistados: 1.204 eleitores, em 70 municípios
Período: entre os dias 20 e 23 de outubro
Contratante: RBS Participações S.A
Registros: TRE: RS-07227/2018 | TSE: BR-06645/2018
Ibope: Leite lidera com 59% dos votos válidos contra 41% de Sartori
Pesquisa Ibope para o governo do Estado do Rio Grande do Sul, publicada nesta quarta-feira, indica liderança do candidato Eduardo Leite (PSDB). O tucano teria 59% dos votos válidos, contra 41% do atual governador José Ivo Sartori (MDB).
Nos votos totais, Leite teria 52% das intenções de voto, contra 36% de Sartori. Os brancos e nulos somariam 8%, enquanto 4% ainda não sabe em que vai votar. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
O Ibope também apurou a rejeição a cada um dos candidatos. Seriam 36% de eleitores que “não votariam de jeito nenhum” em Sartori contra 12% de Leite.
Ficha técnica:
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
Nível de confiança: 95%
Número de entrevistados: 1.008 eleitores, em 63 municípios
Período: entre os dias 14 e 16 de outubro
Contratante: RBS Participações S.A
Registros: TRE: RS-01741/2018 | TSE: BR-08755/2018
Neste domingo (7), acontece o primeiro turno das eleições 2018, na qual o eleitor escolherá, nesta ordem, seus candidatos a deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República.O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recomenda para facilitar o uso de uma “cola” em papel com os dados dos candidatos, já que celulares são proibidos na hora do voto.
Para justificar a ausência
No próximo domingo, 7, acontecem em todo o Brasil as eleições para os governos federal e estadual, além de senadores e deputados estaduais e federais. Neste período, é importante a população ficar atenta às práticas ilícitas da eleição.
O advogado criminal de Araranguá, Diego Campos Maciel, comenta sobre os três atos de maior ocorrência e que são contra a legislação eleitoral, ou seja, crimes eleitorais. São eles a compra de votos, a boca de urna e a coação ou ameaça das pessoas.
O primeiro caso mais comum é o oferecimento de dinheiro ou de alguma vantagem para os eleitores como, por exemplo, a oferta de cestas básicas e vale combustíveis. O criminalista, Diego Campos Maciel, comentou sobre a penalização: “Quando alguma pessoa tomar ciência de uma prática como esta, ela pode imediatamente procurar uma autoridade policial ou fazer a denúncia diretamente ao Ministério Público. Vale lembrar que o poder judiciário e as autoridades policiais estarão em plantão durante as eleições. Quem for pego comprando voto pode ser penalizado com reclusão de um a quatro anos e pagamento de multa. Neste caso, o ideal é buscar orientação de um advogado de sua confiança”.
Já a boca de urna, segundo o advogado, tem como pena a detenção de seis meses a um ano, com a alternativa de prestação de serviços, e multa no valor de R$ 5.320,50 a R$ 15.961,50. “Caracteriza-se como boca de urna o pedido de voto próximo aos locais de votação e o uso de alto-falantes e amplificadores de som ou a promoção de comício ou carreata”.
Outro assunto levantado como crime eleitoral é a coação e a ameaça. Acerca deste tipo, ressalta-se, por exemplo, o proprietário de uma empresa que coage seus empregados a votarem em determinado candidato, sob pena de perda do emprego ou fechamento da empresa. “Esse é um exemplo de coação, nestes casos a orientação é que a pessoa busque uma autoridade policial e denuncie, de preferência com uma prova testemunhal ou documental, fotografias e/ou áudios”, explicou.
Fonte: W3 Revista / Eduardo Souza – Assessoria de Imprensa
