A Brigada Militar prendeu, no centro de Arroio do Sal, três homens por porte ilegal e receptação de armas, cumprimento de mandado e recaptura de foragido, na noite da quinta-feira (29/12).
A Agência de Inteligência do 2º BPAT detinha informações de que indivíduos vinculados a uma organização criminosa, oriundos de Caxias do Sul, estariam em Arroio do Sal planejando ataques contra um grupo criminoso rival. Também havia informações de que um integrante da organização criminosa estava com mandado de prisão em aberto e outro estava foragido do sistema prisional.
Uma equipe da Força Tática do 2º BPAT e guarnições do policiamento ostensivo foram acionadas para a abordagem de um dos indivíduos. Com ele estava uma pistola calibre .380, em situação de furto/roubo, 35 munições para esta arma, três munições de calibre .9mm e uma munição de calibre .40. O homem tem 18 anos e apresenta passagens policiais por latrocínio, roubo, porte ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas e receptação.
Outros dois homens foram abordados. Com um de 21 anos havia mandado de prisão em aberto e com ele os policiais apreenderam um revólver calibre .38 com a numeração suprimida e seis munições do mesmo calibre. Ele tem antecedentes por homicídio doloso e tráfico de drogas. O outro indivíduo (19 anos) estava com um mandado de prisão em aberto, foragido do sistema prisional e tem passagens policiais por tráfico de drogas.
COMUNICAÇÃO SOCIAL DO 2º BPAT
TEXTO: Soldado Eline
EDIÇÃO: Jornalista Jussara Pelissoli/CRPO Litoral
FOTOS: Divulgação BM
SEGURANÇA
Bolsonaro assina MP que suspende até 2025 multa para motorista profissional sem exame toxicológico
O presidente Jair Bolsonaro assinou uma medida provisória que suspende até 2025 a vigência da multa para motorista profissional que não apresentar exame toxicológico. A medida provisória foi publicada na edição desta sexta-feira (30) do “Diário Oficial da União”.
O exame é obrigatório para motoristas das carteiras de habilitação categorias C, D e E. Esses motoristas dirigem, por exemplo, caminhões e ônibus.
É necessário fazer um exame a cada dois anos e meio. Pela legislação atual, quem não cumprir os prazos está sujeito a multa e suspensão do direito de dirigir por até três meses.
A exigência foi estabelecida pela lei 13.103, sancionada pela então presidente Dilma Rousseff em 2015 e popularmente chamada de Lei dos Caminhoneiros.
O texto estabelece a exigência de exames toxicológicos do motorista profissional na admissão e no desligamento, com direito à contraprova e confidencialidade dos resultados. Além disso, a lei também exige o exame para a habilitação e renovação da Carteira Nacional de Habilitação.
Primeira tentativa de suspensão
O presidente já havia tentado retirar a obrigatoriedade em 2020, quando sancionou a lei que faz alterações no Código de Trânsito Brasileiro.
O fim da exigência do exame era um dos pontos polêmicos do texto e foi alvo de críticas de parlamentares e entidades ligadas ao setor.
Segundo a proposta, quem tem idade inferior a 70 anos também terá que se submeter ao exame a cada dois anos e meio, independentemente da validade da CNH. O objetivo é impedir que eventual mudança do prazo da carteira implique em alteração na periodicidade do exame.
Uso de ‘rebite’
O exame é importante para controlar e prevenir o uso de substâncias por motoristas que enfrentam excesso de jornadas.
Condutores profissionais costumam usar anfetaminas, conhecidas popularmente como “rebite”, para “manterem-se acordados por mais tempo”, segundo a Polícia Rodoviária Federal.
“A substância ilícita é utilizada como inibidor de sono por profissionais de transporte que desejam fazer viagens longas sem parada para descanso. Nunca é demais enfatizar que o uso de ‘rebites’ por motoristas é um fator que coloca em risco a segurança de todos que trafegam pelas rodovias federais do país”, escreveu a PRF em uma nota divulgada na segunda (26), durante apreensão de comprimidos na Bahia.
Fonte:G1
Bolsonaro assina MP que suspende até 2025 multa para motorista profissional sem exame toxicológico
O presidente Jair Bolsonaro assinou uma medida provisória que suspende até 2025 a vigência da multa para motorista profissional que não apresentar exame toxicológico. A medida provisória foi publicada na edição desta sexta-feira (30) do “Diário Oficial da União”.
O exame é obrigatório para motoristas das carteiras de habilitação categorias C, D e E. Esses motoristas dirigem, por exemplo, caminhões e ônibus.
É necessário fazer um exame a cada dois anos e meio. Pela legislação atual, quem não cumprir os prazos está sujeito a multa e suspensão do direito de dirigir por até três meses.
A exigência foi estabelecida pela lei 13.103, sancionada pela então presidente Dilma Rousseff em 2015 e popularmente chamada de Lei dos Caminhoneiros.
O texto estabelece a exigência de exames toxicológicos do motorista profissional na admissão e no desligamento, com direito à contraprova e confidencialidade dos resultados. Além disso, a lei também exige o exame para a habilitação e renovação da Carteira Nacional de Habilitação.
Primeira tentativa de suspensão
O presidente já havia tentado retirar a obrigatoriedade em 2020, quando sancionou a lei que faz alterações no Código de Trânsito Brasileiro.
O fim da exigência do exame era um dos pontos polêmicos do texto e foi alvo de críticas de parlamentares e entidades ligadas ao setor.
Segundo a proposta, quem tem idade inferior a 70 anos também terá que se submeter ao exame a cada dois anos e meio, independentemente da validade da CNH. O objetivo é impedir que eventual mudança do prazo da carteira implique em alteração na periodicidade do exame.
Uso de ‘rebite’
O exame é importante para controlar e prevenir o uso de substâncias por motoristas que enfrentam excesso de jornadas.
Condutores profissionais costumam usar anfetaminas, conhecidas popularmente como “rebite”, para “manterem-se acordados por mais tempo”, segundo a Polícia Rodoviária Federal.
“A substância ilícita é utilizada como inibidor de sono por profissionais de transporte que desejam fazer viagens longas sem parada para descanso. Nunca é demais enfatizar que o uso de ‘rebites’ por motoristas é um fator que coloca em risco a segurança de todos que trafegam pelas rodovias federais do país”, escreveu a PRF em uma nota divulgada na segunda (26), durante apreensão de comprimidos na Bahia.
Fonte:G1
Golpe do aluguel já fez pelo menos 19 vítimas no litoral do RS; veja dicas para não ter as férias frustradas
Mais uma temporada de verão se inicia com relatos de criminosos enganando veranistas que negociam o aluguel de casas pela internet. O golpe do aluguel fez ao menos 19 vítimas até o final de semana do Natal.
De acordo com a titular da delegacia regional do Litoral, Sabrina Deffente, há registro de casos nas cinco principais praias do Litoral Norte. Capão da Canoa, Xangri-lá, Torres, Imbé e Tramandaí são os principais destinos de quem acredita ter reservado uma residência realizando depósito antecipado. Quando chegam ao local, os veranistas percebem que o anúncio era mentiroso.
— A dica é que busquem alugar de conhecidos ou com empresas certificadas que trabalham com isso, como imobiliárias. Uma pesquisa em aplicativos ou imobiliárias da cidade também ajuda a verificar se a casa não está sendo anunciada para venda ou até mesmo aluguel por outra pessoa ou até preço diverso. Caso alugue de desconhecido, uma visita até o imóvel ou pedir para alguém ir no local e confirmar se a casa existe antes de fazer o depósito reduz o risco de golpe — explica Sabrina.
Antes mesmo da alta temporada, Dhara Borges, 26 anos, moradora de Jaquirana, na Serra, pensou ter alugado uma casa em Arroio do Sal em outubro para passar o feriadão de Nossa Senhora Aparecida com a mãe, o padrasto e a filha pequena. Havia encontrado o anúncio em um grupo do Facebook. Chegando na cidade na data marcada e com pagamento feito com depósito antecipado, o suposto locatário parou de responder. Não forneceu endereço nem localização da casa, não atendeu aos telefonemas e bloqueou o contato de Dhara. Foi aí que ela percebeu que se tratava de um golpe.
— A vontade era de chorar. Sorte que tínhamos conhecidos na cidade e nos ajudaram. Foi um aprendizado para não depositar mais dinheiro sem conhecer a pessoa e a casa — relembra.
Eva Teixeira, 60, moradora de Caxias do Sul, conta que descobriu o golpe antes de ir até a praia, mas depois de ter feito o depósito pedido pelos golpistas. A casa ideal para ela, o marido, o filho e a nora era na praia de Âncora, perto de Arroio do Sal, entre o dia 2 e o dia 7 de janeiro, em uma oferta encontrada também em um grupo na rede social.
A aposentada diz que começou a suspeitar quando o Pix de destino do depósito era em nome de uma mulher, supostamente esposa do locatário. Desconfiada, a nora entrou em contato com o golpista fingindo ter interesse na casa e pedindo para alugar na mesma data que a família. Ela recebeu a oferta para locar o imóvel que Eva acreditava já ter reservado.
— O locatário dizia ter vários tipos de imóveis disponíveis para todas as datas que outras pessoas perguntavam no grupo. Comecei a ficar um pouco desconfiada, mas as fotos e o tratamento dele me pareciam confiáveis. Pediu para fazer contrato, dizendo que era para a segurança dos dois lados do negócio. Pagamos um Pix no nome da mulher dele. Comentei com minha nora e ela fez um teste. Ligou para ele pedindo uma casa para as mesmas datas, sem se identificar como minha parente. E ele mostrou as mesmas fotos da casa que tinha alugado para mim — relata a caxiense.
Registrar a ocorrência é essencial
Muitas vítimas não fazem boletim de ocorrência, o que impede que os casos cheguem ao conhecimento da Polícia Civil. Sem os registros, a delegacia de cada cidade não tem noção de quantos casos do crime aconteceram. Isso gera um ambiente propício a impunidade dos criminosos.
— Todos os anos temos casos, mas nesta semana ainda não temos muitos. O boletim de ocorrência serve para termos uma estatística, compilarmos os dados e organizarmos a estratégia para identificar e punir os autores — alerta o delegado de Arroio do Sal, Adriano Koehler, município onde Dhara registrou boletim de ocorrência.
Os registros podem demorar para chegar até a delegacia competente pela investigação, tendo em vista que os boletins de ocorrência podem ser feitos na cidade de origem da vítima ou na delegacia virtual.
Em Torres, por exemplo, são três casos já registrados do estelionato. Com o boletim de ocorrência, o inquérito pode ser aberto para o crime ser investigado.
— É um combate complicado, pois envolve pessoas de vários lugares do Estado e até do país, além de depender do registro de ocorrência por parte da vítima, que muitas vezes está fragilizada. Uma das ocorrências registradas mostrou uma família que negociou o aluguel em junho, depositou o valor aos golpistas e começou a se preparar para a viagem do final de ano. Esta semana, às vésperas do Natal, chegou aqui e viu que não tinha casa — detalha a delegada Elaine Schons, titular da DP de Torres.
Como agem os golpistas
- Golpistas podem tanto criar falsos anúncios, com fotos de imóveis que não existem, quanto podem usar fotos de um verdadeiro
- Em geral, pedem a antecipação de cerca 50% do valor ou de uma diária, afirmando que é a forma de garantir a reserva ou elaborar o contrato
- Os depósitos são realizados em nome de laranjas, outras pessoas que não o próprio locatário
Dicas para não ser uma vítima
- Se alugar diretamente com o proprietário, coloque no orçamento uma visita antecipada ao imóvel. Não alugue nada sem ter certeza de que está em contato com o dono do imóvel
- As fotografias não são garantia de que o imóvel existe ou de que está nas mesmas condições do anúncio. Uma visita ou até mesmo ligação por vídeo pode ser alternativa de ver o imóvel com mais precisão
- Pedir a metade do valor como entrada é uma estratégia comum entre esses golpistas, mas também entre locatários comuns. A diferença é que o estelionatário costuma ter pressa para receber e garantir o sucesso do golpe. Fique atento a esse comportamento e desconfie
- Alugar diretamente com imobiliárias ou corretores certificados com registro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RS) é uma das dicas para ter maior garantia sobre a negociação
Fonte: Polícia Civil
Edição: GZH
Golpe do aluguel já fez pelo menos 19 vítimas no litoral do RS; veja dicas para não ter as férias frustradas
Mais uma temporada de verão se inicia com relatos de criminosos enganando veranistas que negociam o aluguel de casas pela internet. O golpe do aluguel fez ao menos 19 vítimas até o final de semana do Natal.
De acordo com a titular da delegacia regional do Litoral, Sabrina Deffente, há registro de casos nas cinco principais praias do Litoral Norte. Capão da Canoa, Xangri-lá, Torres, Imbé e Tramandaí são os principais destinos de quem acredita ter reservado uma residência realizando depósito antecipado. Quando chegam ao local, os veranistas percebem que o anúncio era mentiroso.
— A dica é que busquem alugar de conhecidos ou com empresas certificadas que trabalham com isso, como imobiliárias. Uma pesquisa em aplicativos ou imobiliárias da cidade também ajuda a verificar se a casa não está sendo anunciada para venda ou até mesmo aluguel por outra pessoa ou até preço diverso. Caso alugue de desconhecido, uma visita até o imóvel ou pedir para alguém ir no local e confirmar se a casa existe antes de fazer o depósito reduz o risco de golpe — explica Sabrina.
Antes mesmo da alta temporada, Dhara Borges, 26 anos, moradora de Jaquirana, na Serra, pensou ter alugado uma casa em Arroio do Sal em outubro para passar o feriadão de Nossa Senhora Aparecida com a mãe, o padrasto e a filha pequena. Havia encontrado o anúncio em um grupo do Facebook. Chegando na cidade na data marcada e com pagamento feito com depósito antecipado, o suposto locatário parou de responder. Não forneceu endereço nem localização da casa, não atendeu aos telefonemas e bloqueou o contato de Dhara. Foi aí que ela percebeu que se tratava de um golpe.
— A vontade era de chorar. Sorte que tínhamos conhecidos na cidade e nos ajudaram. Foi um aprendizado para não depositar mais dinheiro sem conhecer a pessoa e a casa — relembra.
Eva Teixeira, 60, moradora de Caxias do Sul, conta que descobriu o golpe antes de ir até a praia, mas depois de ter feito o depósito pedido pelos golpistas. A casa ideal para ela, o marido, o filho e a nora era na praia de Âncora, perto de Arroio do Sal, entre o dia 2 e o dia 7 de janeiro, em uma oferta encontrada também em um grupo na rede social.
A aposentada diz que começou a suspeitar quando o Pix de destino do depósito era em nome de uma mulher, supostamente esposa do locatário. Desconfiada, a nora entrou em contato com o golpista fingindo ter interesse na casa e pedindo para alugar na mesma data que a família. Ela recebeu a oferta para locar o imóvel que Eva acreditava já ter reservado.
— O locatário dizia ter vários tipos de imóveis disponíveis para todas as datas que outras pessoas perguntavam no grupo. Comecei a ficar um pouco desconfiada, mas as fotos e o tratamento dele me pareciam confiáveis. Pediu para fazer contrato, dizendo que era para a segurança dos dois lados do negócio. Pagamos um Pix no nome da mulher dele. Comentei com minha nora e ela fez um teste. Ligou para ele pedindo uma casa para as mesmas datas, sem se identificar como minha parente. E ele mostrou as mesmas fotos da casa que tinha alugado para mim — relata a caxiense.
Registrar a ocorrência é essencial
Muitas vítimas não fazem boletim de ocorrência, o que impede que os casos cheguem ao conhecimento da Polícia Civil. Sem os registros, a delegacia de cada cidade não tem noção de quantos casos do crime aconteceram. Isso gera um ambiente propício a impunidade dos criminosos.
— Todos os anos temos casos, mas nesta semana ainda não temos muitos. O boletim de ocorrência serve para termos uma estatística, compilarmos os dados e organizarmos a estratégia para identificar e punir os autores — alerta o delegado de Arroio do Sal, Adriano Koehler, município onde Dhara registrou boletim de ocorrência.
Os registros podem demorar para chegar até a delegacia competente pela investigação, tendo em vista que os boletins de ocorrência podem ser feitos na cidade de origem da vítima ou na delegacia virtual.
Em Torres, por exemplo, são três casos já registrados do estelionato. Com o boletim de ocorrência, o inquérito pode ser aberto para o crime ser investigado.
— É um combate complicado, pois envolve pessoas de vários lugares do Estado e até do país, além de depender do registro de ocorrência por parte da vítima, que muitas vezes está fragilizada. Uma das ocorrências registradas mostrou uma família que negociou o aluguel em junho, depositou o valor aos golpistas e começou a se preparar para a viagem do final de ano. Esta semana, às vésperas do Natal, chegou aqui e viu que não tinha casa — detalha a delegada Elaine Schons, titular da DP de Torres.
Como agem os golpistas
- Golpistas podem tanto criar falsos anúncios, com fotos de imóveis que não existem, quanto podem usar fotos de um verdadeiro
- Em geral, pedem a antecipação de cerca 50% do valor ou de uma diária, afirmando que é a forma de garantir a reserva ou elaborar o contrato
- Os depósitos são realizados em nome de laranjas, outras pessoas que não o próprio locatário
Dicas para não ser uma vítima
- Se alugar diretamente com o proprietário, coloque no orçamento uma visita antecipada ao imóvel. Não alugue nada sem ter certeza de que está em contato com o dono do imóvel
- As fotografias não são garantia de que o imóvel existe ou de que está nas mesmas condições do anúncio. Uma visita ou até mesmo ligação por vídeo pode ser alternativa de ver o imóvel com mais precisão
- Pedir a metade do valor como entrada é uma estratégia comum entre esses golpistas, mas também entre locatários comuns. A diferença é que o estelionatário costuma ter pressa para receber e garantir o sucesso do golpe. Fique atento a esse comportamento e desconfie
- Alugar diretamente com imobiliárias ou corretores certificados com registro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RS) é uma das dicas para ter maior garantia sobre a negociação
Fonte: Polícia Civil
Edição: GZH
BM prende quadrilha que roubou residência e rendeu 21 pessoas no Litoral Norte
Na madrugada desta quinta-feira, 29 de dezembro, no Balneário Ibicuí, no município de Terra de Areia, guarnições da Brigada Militar foram acionadas para atender uma ocorrência de roubo.
Os policiais militares chegaram na residência informada, onde se encontravam 21 pessoas, que estavam em uma confraternização familiar e com amigos, e haviam sido abordadas por cinco criminosos armados.
A quadrilha rendeu todos os participantes do evento, recolheu celulares e objetos pessoais, trancou as vítimas nos cômodos da residência e fugiu levando, ainda, três veículos.
O Comando Regional de Polícia Ostensiva do Litoral mobilizou imediatamente todas as guarnições de serviço do policiamento ostensivo e de inteligência disponíveis na região, pertencentes ao 2⁰ Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas e 8⁰ Batalhão de Polícia Militar, além de efetivos das unidades especializadas: Batalhão de Operações Policiais Especiais, Batalhão de Polícia de Choque, Batalhão de Aviação e Comandos Rodoviário e Ambiental.
Os policiais militares localizaram, no início da tarde, em área rural na divisa de Maquiné e São Francisco de Paula, os três veículos roubados da residência na madrugada e outros três carros roubados, recentemente, nos municípios de Capão da Canoa (balneários de Curumim e Arroio Teixeira) e Três Forquilhas.
No local onde foram encontrados os veículos foram presos cinco criminosos, que foram reconhecidos pelas vítimas.
O material apreendido e os cinco presos serão encaminhados para a Delegacia de Polícia de São Francisco de Paula, local onde foram encontrados e será lavrado o flagrante.

BM prende quadrilha que roubou residência e rendeu 21 pessoas no Litoral Norte
Na madrugada desta quinta-feira, 29 de dezembro, no Balneário Ibicuí, no município de Terra de Areia, guarnições da Brigada Militar foram acionadas para atender uma ocorrência de roubo.
Os policiais militares chegaram na residência informada, onde se encontravam 21 pessoas, que estavam em uma confraternização familiar e com amigos, e haviam sido abordadas por cinco criminosos armados.
A quadrilha rendeu todos os participantes do evento, recolheu celulares e objetos pessoais, trancou as vítimas nos cômodos da residência e fugiu levando, ainda, três veículos.
O Comando Regional de Polícia Ostensiva do Litoral mobilizou imediatamente todas as guarnições de serviço do policiamento ostensivo e de inteligência disponíveis na região, pertencentes ao 2⁰ Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas e 8⁰ Batalhão de Polícia Militar, além de efetivos das unidades especializadas: Batalhão de Operações Policiais Especiais, Batalhão de Polícia de Choque, Batalhão de Aviação e Comandos Rodoviário e Ambiental.
Os policiais militares localizaram, no início da tarde, em área rural na divisa de Maquiné e São Francisco de Paula, os três veículos roubados da residência na madrugada e outros três carros roubados, recentemente, nos municípios de Capão da Canoa (balneários de Curumim e Arroio Teixeira) e Três Forquilhas.
No local onde foram encontrados os veículos foram presos cinco criminosos, que foram reconhecidos pelas vítimas.
O material apreendido e os cinco presos serão encaminhados para a Delegacia de Polícia de São Francisco de Paula, local onde foram encontrados e será lavrado o flagrante.

Em parceria, Prefeitura de Torres e Corpo de Bombeiros produzem placas de alerta sobre risco de acidentes no mar
Além das 19 guaritas de guarda-vidas que estão atuando em toda a orla de Torres durante a temporada de verão, mais dez placas estarão sinalizando sobre eventuais riscos para maior segurança dos banhistas. Serão dez placas removíveis, doadas pela Prefeitura de Torres ao Corpo de Bombeiros Militar da cidade com o propósito de reforçar a sinalização dos pontos perigosos da orla.
As placas foram entregues pelo chefe de Gabinete, Douglas Martins Rocha, ao Comandante do Corpo de Bombeiros, Fabrício de Freitas de Oliveira , no dia 22 de dezembro. Na oportunidade estava acompanhado dos bombeiros militares Fernando Goulart Silva, Willen Eccard Salgado da Silva e Cristiano da Rosa de Souza.
Na placa consta importante alerta: Não entre, risco de morte. Banhe-se próximo aos guarda-vidas. Em alguns pontos as placas ficarão fixas, mas mais da metade mudarão de local, seguindo a necessidade do momento.
Conforme o tenente Fabrício, as placas ficarão fixas em pontos como próximo a guarita 7 e 5, na Praia Grande; perto da guarita 1, nos Molhes, e próximo da guarita 11, na Praia da Guarita.
Fonte: Prefeitura de Torres
Em parceria, Prefeitura de Torres e Corpo de Bombeiros produzem placas de alerta sobre risco de acidentes no mar
Além das 19 guaritas de guarda-vidas que estão atuando em toda a orla de Torres durante a temporada de verão, mais dez placas estarão sinalizando sobre eventuais riscos para maior segurança dos banhistas. Serão dez placas removíveis, doadas pela Prefeitura de Torres ao Corpo de Bombeiros Militar da cidade com o propósito de reforçar a sinalização dos pontos perigosos da orla.
As placas foram entregues pelo chefe de Gabinete, Douglas Martins Rocha, ao Comandante do Corpo de Bombeiros, Fabrício de Freitas de Oliveira , no dia 22 de dezembro. Na oportunidade estava acompanhado dos bombeiros militares Fernando Goulart Silva, Willen Eccard Salgado da Silva e Cristiano da Rosa de Souza.
Na placa consta importante alerta: Não entre, risco de morte. Banhe-se próximo aos guarda-vidas. Em alguns pontos as placas ficarão fixas, mas mais da metade mudarão de local, seguindo a necessidade do momento.
Conforme o tenente Fabrício, as placas ficarão fixas em pontos como próximo a guarita 7 e 5, na Praia Grande; perto da guarita 1, nos Molhes, e próximo da guarita 11, na Praia da Guarita.
Fonte: Prefeitura de Torres
Comando da Operação Verão garante que todas as guaritas terão guarda-vidas durante o Réveillon
O comando da Operação Verão garante que todas as guaritas do Rio Grande do Sul que estão funcionando terão guarda-vidas durante o Revéillon. A questão é que nem todos os locais no Litoral Norte ainda tiveram os trabalhos finalizados desde que o monitoramento começou, no dia 17 deste mês.
Mesmo assim, o Corpo de Bombeiros Militar (CBM) destaca que, para suprir esta necessidade na região mais movimentada do Rio Grande do Sul neste período e também em pontos que tradicionalmente nunca tiveram monitoramento, equipes volantes farão patrulhas diárias durante a virada do ano.
O coordenador da Operação Verão, tenente-coronel Isandré Antunes, diz que, das 212 guaritas do Litoral Norte, haverá guarda-vidas em 185 delas, que são justamente as que estão funcionando e que têm o maior número de banhistas. No Litoral Sul, todas as 19 já funcionam e terão efetivo, assim como nas 20 das águas internas.
De acordo com as principais prefeituras da região e as que são responsáveis por áreas em que as guaritas ainda não foram finalizadas, o Estado recebeu a informação de que a recuperação ou reconstrução delas continuam. A lista das 27 guaritas que ainda estão sem efetivo — porque não ficaram prontas — não foi divulgada até o momento.
Volantes
Antunes diz que as equipes volantes serão guarda-vidas a pé ou em viaturas, principalmente quadriciclos. Eles percorrerão durante o Revéillon ou até quando for preciso áreas do Litoral Norte em que as 27 guaritas não foram concluídas. Mas também irão fazer rondas em pontos da região, Litoral Sul e águas internas que nunca tiveram guaritas e que geralmente têm algum acúmulo de pessoas. Nestes trechos, Antunes ressalta que será mais uma ronda ou para atender algum chamado urgente.
— Recomendamos ano a ano e agora não será diferente: fiquem em áreas com guaritas em funcionamento e, mesmo nessas áreas, fiquem no entorno delas. Tenham atenção também às bandeiras que ficam na beira das praias, indicando algum risco maior ou até presença intensa de água-viva — alerta o coordenador.
Antunes diz que as equipes volantes serão usadas a todo instante na virada do ano, mas depois a intensidade delas irá diminuir porque são compostas de integrantes que também atuam nas guaritas. Por isso, outro trabalho é o de conscientização. Do dia 17 ao dia 25 deste mês, foram mais de 8,1 mil ações preventivas.
Fonte: GZH
