Entrevista:

 
O senhor foi empossado como governador na semana que passou e como o senhor inicia esta gestão?
Governador: Eu início meu governo trabalhando muito. São muitas as demandas e estamos enxugando a máquina para dar prioridade a áreas como a saúde, segurança e infraestrutura.
O que o Extremo Sul Catarinense, pode esperar do governo “Eduardo Pinho Moreira”?
Governador: Obviamente, não posso negar que o vale do Araranguá é uma região que precisa de mais investimentos. Por isso aproveitei a inauguração da sede da AMESC e anunciei a recuperação das Rodovias que ligam Meleiro a Turvo e Jacinto Machado a Sombrio. São quase R$ 10 milhões para região. Além disso, estamos batalhando para a retomada da obra da serra do faxinal.
Sobre a Rodovia Litorânea, que ligaria toda a região, fortalecendo o turismo, qual a real situação?
Governador: Atualmente há uma disputa entre em empresas que querem elaborar o projeto. Mas espero que essa obra inicie ainda em meu governo, pois é um compromisso meu.
Governador houve um repasse menor aos municípios pelo Fundam (Fundo de Apoio aos Municípios), como ficará essa situação?
Governador: Sou testemunha que o Colombo buscou muitos recursos para os municípios, acompanhei ele em viagens a Brasília e em longas reuniões com o presidente Michel Temer e o secretário da Fazenda. Hoje os recursos estão garantidos, o que impede esse repasse são as burocracias bancárias. Mas vamos batalhar por isso e ajudar as cidades, mas lamento que a agência bancária queira conhecer mais o estado do que o próprio governador.
O senhor ainda tem esperança, quanto a recursos, mesmo que estejamos às vésperas de uma eleição?
Governador: Realmente, a legislação eleitoral e a Lei de Responsabilidade Fiscal são rigorosas, mas vou me esforçar para fazer o melhor possível, sem sofrer penalidades.
 

Fonte: W3 Revista