Um crime brutal chocou a comunidade de Querência, interior de São João do Sul, na madrugada de domingo, dia 17 de dezembro do ano passado, mas descoberto por volta das 10 horas. Um empresário foi assassinado durante aquela madrugada, dentro de casa, em um sítio daquela localidade e a esposa foi espancada.
O delegado André Gazzoni Coltro, titular da delegacia de Santa Rosa do Sul e que comandou os trabalhos de investigação juntamente com a Polícia Civil de Sombrio, apresentou a conclusão do Inquérito Policial (IP) na tarde da última sexta-feira, dia 06.
Segundo o delegado, o empresário Pedro Souza Pereira de 66 anos foi morto com requintes de crueldade e sua esposa Zandra Maria Roxo Pereira de 59 anos, ficou gravemente ferida após ser torturada. A casa do casal foi revirada e um automóvel das vítimas foi incendiado.
Ainda segundo a autoridade policial, foi um intenso trabalho de investigação que culminou com a identificação de uma quadrilha que além deste latrocínio, foi apontada como responsável por outros crimes graves que já estavam sendo investigados pela polícia da região de Sombrio e Santa Rosa. “Já estávamos investigando essa quadrilha devido a diversos furtos praticados no interior dos municípios da nossa região e de roubos com requintes de crueldade. Quatro pessoas foram indiciadas pelo crime de latrocínio e representado pelo mandado de prisão preventiva. Duas pessoas foram presas em Passo de Torres e outras duas pessoas estão foragidas”, ponderou o delegado Coltro.
Foram indiciados pelo crime do latrocínio do empresário, os acusados Antônio de Borba Santos e Luana Rodrigues Alves, os quais estão foragidos e, Antônio Marcos da Silva de Souza, conhecido como “Fanho” e Ivan dos Santos Silveira, os quais estão presos.
Quando da investigação, a polícia civil cumpriu mandados de busca e apreensão em algumas residências e na casa do casal Antônio de Borba Santos e Luana Rodrigues Alves, alguns objetos roubados da casa do empresário Pedro, foram recuperados. Eles ainda foram presos na época por porte ilegal de arma de fogo, mas hoje são considerados como foragidos da justiça.
 
 

Fonte: Diogo CCR e W3 Revista