As Bases Móveis Comunitárias (BMC) da Brigada Militar atuam a 8 anos no Litoral Norte, e no último domingo, 23 de janeiro, completaram 30 dias de atendimento na Operação Golfinho desta temporada. Neste verão, as bvases estão instaladas em Capão da Canoa, Torres, Tramandaí, Cidreira e Atlântida (Xangri-lá).

Nesse período, quase 5 mil crianças receberam a pulseira de identificação, que proporciona tranquilidade para chamar os pais ou responsáveis, caso elas se percam na praia, porque ali consta o seu nome, de um responsável e o telefone para contato. No momento da entrega da pulseira, os policiais militares orientam a criança para que, se ela precisar, procure a BMC ou uma guarita de salva-vidas. Em tempos de pandemia, as BMCs também distribuíram 222 máscaras de proteção facial para veranistas.

No total, quase 8 mil pessoas, incluindo as crianças, estiveram em uma das BMCs para algum atendimento ou apenas para bater um papo com os policiais militares e entender o funcionamento desta modalidade oferecida pela Brigada Militar para quem vai desfrutar do veraneio.

Mas o trabalho do efetivo das BMCs vai além disso. A pé ou em bicicletas, os PMs realizam policiamento em um raio de até três quilômetros da Base e em 30 dias abordaram 770 pessoas; geraram 241 boletins de atendimento e 16 termos circunstanciados; prenderam 15 indivíduos em flagrante; fiscalizaram 262 veículos, tendo autuado 67 deles e recolhido seis por irregularidades. Ainda realizaram 485 visitas a estabelecimentos comerciais e 60 a residências, levando segurança a esses locais.

O efetivo das BMCs também promove prevenção à violência doméstica e atividades vinculadas ao Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) e participa de reuniões com outros órgãos públicos para ações conjuntas.

Os policiais militares que trabalham nas BMCs são aqueles que possuem capacitação para atuar em policiamento comunitário, Patrulhas Maria da Penha e Proerd.

Foto: BM


Fonte: Jornalista Jussara Pelissoli/BM