A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde (SES/SC), informa que foi confirmado pelo Instituto Carlos Chagas (ICC) – Fiocruz do Paraná o diagnóstico laboratorial de febre amarela para o óbito de um paciente de 36 anos, residente em Joinville, ocorrido no último dia 12 de março de 2019. Santa Catarina não registrava casos de febre amarela em humanos desde 1966. O homem não tinha registro de vacina no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI).
Como se tratava de um óbito suspeito de febre amarela, foi realizada uma investigação conjunta entre a Gerência Regional de Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde de Joinville utilizando o Protocolo de Investigação de Óbitos Febre Amarela do Ministério da Saúde (MS).
Os resultados da investigação epidemiológica, aliados à confirmação laboratorial do caso, atestam o primeiro caso autóctone com óbito por febre amarela registrado no estado. A Dive/SC vai realizar a coleta de vetores no município na próxima semana. A equipe de vigilância epidemiológica do município deve realizar a vacinação de casa em casa no raio de 300 metros do Local Provável de Infecção (LPI).
Importância da vacinação
No lançamento da Campanha de Vacinação contra a Febre Amarela em Santa Catarina, o governador Carlos Moisés da Silva postou um vídeo em que reforçou aos catarinenses a importância da imunização contra a febre amarela, para que fosse evitada a circulação do vírus no estado.
A população deve buscar as unidades de saúde para fazer a vacina e, em caso de sintomas, procurar atendimento imediato para aplicação do protocolo de manejo clínico e classificação de risco frente a um caso suspeito de febre amarela.
Cobertura vacinal em Santa Catarina
De 1º de janeiro a 28 de março de 2019, foram aplicadas 461.417 doses da vacina contra a febre amarela em todo o estado de Santa Catarina, sendo que 81.578 somente na primeira semana da Campanha Estadual de Vacinação, de 20 a 23 de março.
O número de doses aplicadas em 2019 já é quase igual a 2018, quando 488.308 pessoas foram vacinadas. Segundo o último levantamento da Diretoria de Vigilância de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde (SUV) da Secretaria de Estado da Saúde, o estado está com uma cobertura vacinal de 61,46%.
Desde o segundo semestre de 2018, seguindo recomendação do Ministério da Saúde (MS), todo o estado de Santa Catarina tornou-se Área com Recomendação de Vacinação (ACRV) para febre amarela – antes 162 municípios catarinenses já integravam a ACRV. Desde então, os moradores catarinenses com mais de 9 meses de idade devem procurar os postos de saúde para se vacinar contra a doença.
No entanto, a procura foi baixa, o que fez com que o estado iniciasse em 20 de março a Campanha Estadual de Vacinação contra a Febre Amarela, que segue até 20 de abril. Neste período, a meta é vacinar 95% da população catarinense contra a febre amarela.
Desde o início do ano, Santa Catarina recebeu 1.300.000 doses da vacina contra a febre amarela. Novos lotes devem chegar na segunda quinzena do mês de abril.
Fonte: Portal Agora Sul / Assessoria de Imprensa
SAÚDE
Em menos de três meses, o município Torres ultrapassou a quantidade de focos do
mosquito Aedes aegypti registrados em todo o ano passado. De janeiro a março de 2019, a
cidade já atingiu 470 focos positivos do inseto transmissor da Dengue, Zyca Vírus e Febre
Chikungunya, contra menos de 300 em todo o período de 2018.
Os bairros mais infestados do município são o Centro, com 253 focos, e a Praia da Cal
(incluindo o bairro Porto Alegre e São Francisco), com 132 focos. O Getúlio Vargas
tem 59 focos. Também houve registros na Guarita (08), no Igra (07), no Curtume (05),
na Vila São João (04) e Itapeva Norte (02). A equipe de agentes de endemias visitou 100% dos bairros Centro, Praia da Cal e Getúlio Vargas.
Nessa terça-feira (26), a equipe iniciou os trabalhos nos bairros Guarita e Curtume.
Já foram visitados 6.596 imóveis no município. Outros 2.438 imóveis estavam fechados e em
49 visitas os agentes não foram autorizado a entrar para fazer o trabalho. A Prefeitura
informou que segue em alerta para combater a proliferação do mosquito na cidade e volta a
pedir o apoio da população. O município de Torres não registra até o momento nenhum
caso confirmado de doenças relacionadas ao Aedes aegypti.
“Há uma grande quantidade de vetores no município, então a comunidade tem que nos
ajudar, olhando semanalmente as suas residências, comércios, prédios e terrenos baldios
para ver se tem algum acúmulo de água e eliminar qualquer tipo para conter a proliferação
do vetor”, afirma Lasier França, diretor de Vigilância em Saúde.
Bromélias e ralos
Quase 30% dos focos do mosquito em Torres foram encontrados em bromélias. A
orientação da Secretaria Municipal da Saúde é colocar água sanitária em cada depósito de
água da planta pelo menos quatro vezes por semana.
Nos ralos das casas e pátios também são encontrados muitos focos do mosquito. A
orientação é de que sejam cobertos com telas finas.

Fonte: Litoral na Rede
A prefeitura de Tramandaí anuncia no dia 27 de março uma iniciativa inédita no Brasil quando o assunto é saúde pública. Tecnologia israelense, o MTX (Matrix Monitor), da Cnoga Medical, passará a ser utilizado em toda a rede de atenção básica pelos agentes comunitários como forma de monitoramento e triagem.
Quando o paciente toca com o dedo no compartimento específico, o dispositivo, que pesa cerca de 100 gramas, automaticamente faz a medição e a análise de 16 parâmetros sanguíneos de maneira não invasiva – pressão sanguínea, volume sistólico, débito cardíaco, índice cardíaco, assim como os gases sanguíneos (CO2, O2, pH), hemoglobina, hematócritos, hemácias, pulso e pressão arterial atrial principal e muito mais.
O prefeito de Tramandaí, Luiz Carlos Gauto, afirma que a implementação dessa tecnologia tem como objetivo reforçar o trabalho de prevenção na área da saúde.
Fonte: Litoral na Rede
Litoral Norte terá a partir de abril Centro de Reabilitação Física, Auditiva e Visual
Espaço que será referência para o Litoral Norte gaúcho, o Centro Especializado em Reabilitação Física, Auditiva e Visual já tem data marcada para começar a atender, em Osório, toda a sociedade. Os serviços serão gratuitos, através do Sistema Único de Saúde, devem acontecer a partir de 1º de abril.
A inauguração está prevista para o dia 22 de março, segundo o secretário municipal de Saúde. De acordo com Emerson Magni, “todos os pacientes dessas três áreas (física, auditiva e visual) que seriam atendidos em Porto Alegre e região metropolitana passarão a receber atendimento em Osório”O secretário destaca que, com a iniciativa, as prefeituras do Litoral Norte poderão, inclusive, reduzir gastos com transporte e os próprios pacientes terão mais comodidade.
“São pacientes que estão debilitados. Existem aqueles que tiveram de amputar uma perna, colocar uma prótese. Fazer uma viagem para Porto Alegre e região acaba sendo difícil muitas vezes”, comenta Emerson. “Tudo isso, agora,
vai ser feito em Osório”.
Segundo a secretaria municipal de Saúde, em toda a região são mais de 600 pacientes na fila de espera para reabilitação auditiva. Já nas áreas física e visual, não chega a haver lista de espera. Os moradores do Litoral Norte que já estão sendo atendidos em Porto Alegre e região, continuarão tendo que fazer o deslocamento até o término de seus tratamentos. O novo local, em Osório, passará a receber apenas novos pacientes.
O Centro Especializado em Reabilitação Física, Auditiva e Visual vai funcionar entre os bairros Caravaggio e Medianeira, na Rua José Vieira de Souza, nº 1154 (esquina com a Rua Tolentino Gonçalves Correa).
Ao lado do local, também irá funcionar uma Unidade de Pronto Atendimento, que está em fase de construção.
O Ministério da Saúde destinou R$ 3,7 milhões para as obras do centro. Para a aquisição de equipamentos e mobiliários, foram necessários R$ 1,5 milhão.
Fonte: Litoral na Rede
Porto-alegrense com doença mental pode estar desaparecido em Torres
Familiares de Marcelo Pinheiro Davis, 32 anos, doente mental, natural e residente em Porto Alegre, procuraram a Rádio Maristela na noite de sábado, 9 de março, pedindo auxílio para a localização do jovem que está desaparecido desde a última sexta-feira, 1º de março. A equipe de Jornalismo da emissora encaminhou as informações apuradas para a rede de segurança de Torres e acompanha o caso.
De acordo com os familiares, no sábado, 2, foram informados que Marcelo foi resgatado como andarilho na região de Osório e encaminhado para o Hospital São Vicente de Paulo, da onde fugiu e voltou a desaparecer. A família suspeita que Marcelo tenha se dirigido para Torres, inclusive neste domingo, 10, receberam informações que Marcelo foi visto na cidade.
A família registrou o desaparecimento do rapaz junto a 12ª Delegacia de Polícia Civil de Porto Alegre e produziram um vídeo publicado nas redes sociais solicitando auxílio na localização do rapaz, que necessita urgente de cuidados médicos especiais.
Caso você tenha visto o Marcelo ou possui qualquer informação sobre o caso contate: 51-9.9110-1010 ou 51-9.8910-1010.
Saúde na Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense receberá 1,3 milhão ao ano
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, assinou a contratualização da habilitação de leitos de retaguarda do Hospital Dom Joaquim, de Sombrio e de Psiquiatria do Hospital Nossa Senhora de Fátima, em Praia Grande. Ao todo os contratos com as duas instituições de Saúde podem chegar a R$ 1,3 milhão ano. 
Presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Saúde Catarinense e interlocutor junto ao Ministério da Saúde, o deputado Zé Milton presente no evento comemorou com a diretoria das Unidades Hospitalares a conquista. “Estávamos trabalhando de forma intensiva para garantir esses recursos de grande importância para a sustentabilidade, sobrevivência e melhoria dos nossos Hospitais”, comentou o deputado e agradeceu o trabalho dos técnicos da AHESC/FEHOESC, que auxiliaram o seu Gabinete nas ações que resultaram nestas duas conquista de Saúde na região.
R$ 776 mil/ano para o Hospital Dom Joaquim de Sombrio
O contrato com o Hospital Dom Joaquim corresponde a habilitação de dez leitos de retaguarda que se usado na totalidade irá garantir R$ 776 mil/ano. O papel dos leitos de retaguarda é retirar dos grandes hospitais as demandas que não são de sua responsabilidade, uma vez que é uma unidade especializada em traumas, possibilitando a transferência destes pacientes a hospitais de médio e pequeno porte, reduzindo a superlotação e garantindo uma melhor atenção ao paciente.
Diretor do Instituto Maria Schmitt, Ricardo Ghellere, comentou da importância deste novo investimento. “Essa contratualização vai dar fôlego para o Hospital, que tem poucos recursos. Com estes R$ 776 mil/ano vamos conseguir estruturar o Dom Joaquim e melhorar os outros serviços prestados a população”, frisou Ricardo.
Para o diretor a participação do deputado Zé Milton foi fundamental na liberação. “O Zé Milton fez um trabalho de acompanhamento e cobrança que resultou na vinda destes recursos tão importantes para o nosso Hospital e para a população”, finalizou.
Referência em psiquiatria na Amesc
Já o Hospital Nossa Senhora de Fátima, em Praia Grande foi contratualizado oito leitos. Com os leitos, a instituição receberá investimentos superiores a R$ 530 mil/ano, caso haja ocupação total dos leitos. Com isso, o Hospital passa e ser referência em Psiquiatria, a ter mais recursos para investimentos e a população da Amesc terá uma nova especialidade em Saúde.
Posto de Saúde de Dom Pedro de Alcântara terá programação especial no Dia da Mulher
O Posto de Saúde de Dom Pedro de Alcântara terá uma programação especial no Dia da Mulher, comemorado dia 8 de março.
Das 8h30 às 18h30 serão realizadas palestras preventivas; ginástica laboral; coleta de preventivo; atualização da carteira de vacinas; avaliação das mamas com solicitação de mamografia, se necessário; verificação de sinais; teste de snellen – diagrama utilizado para avaliar a acuidade visual de uma pessoa; testes rápidos (HIV, Sífilis, Hepatites); avaliação bucal; cantinho da beleza e sorteio de brindes.
Para participar é necessário apenas trazer a carteirinha do SUS.
Fonte: Prefeitura de Dom Pedro de Alcântara
A Prefeitura de Osório informou nesta quinta-feira (21) que novos focos do mosquito Aedes aegypti
foram identificados no município, totalizando 11 locais com a presença do mosquito constatados pela
Vigilância em Saúde apenas em 2019. Os bairros com maior incidência do inseto são Glória e
Sulbrasileiro.
Os focos do mosquito transmissor da dengue, do vírus zika, chikungunya e febre amareela são registrados em Osório mesmo com uma ampla campanha de conscientização dos moradores. Os agentes de Combate a Endemias alertam que os
focos costumam ser constatados em recipiente deixados na chuva, em que a água fica parada.
A Prefeitura de Osório também orienta que as pessoas mantenham a vigilância de seu pátio, verifiquem todas as semanas as folhagens, caixa d’água e piscinas. Limpem potes plásticos e guardem-os protegidos da chuva. Plantas que estão na água para enraizarem devem ser vistoriadas diariamente ou plantadas na terra.
Dez municípios do Litoral Norte tem infestação do mosquito
Em todo o Rio Grande do Sul, 321 municípios registram infestação do mosquito Aedes aegypti, de acordo com o último boletim epidemiológico da Secretaria Estadual da Saúde. Dez deles estão no Litoral Norte: Arroio do Sal, Capão da Canoa, Cidreira, Imbé, Mostardas, Osório, Santo Antônio da Patrulha, Torres, Tramandaí e Três Cachoeiras.
No Estado foram confirmados em 2019, 17 casos de dengue, sendo 13 importados e quatro autóctones. No Litoral, foram oito notificações de supeita da doença, mas nenhuma confirmada.
O Rio Grande do Sul ainda notificou 38 casos de febre chikungunya, sendo que um confirmado e outros 24 seguem em investigação. Em relação ao zika vírus há sete casos suspeitos, todos ainda em análise. Foram também notificados no Estado, 14 casos de febre amarela, sendo 13 casos descartados e um permanece em investigação.
Não há notificações de casos de febre chikungunya, zika vírus ou febre amarela no Litoral Norte.
O Brasil já está vivendo epidemias de Dengue. O estado de São Paulo concentra a maior parte dos casos da doença e de febre amarela. Outros estados como Minas Gerais, Bahia e Paraná também apresentam registros.
Dicas para evitar a proliferação do mosquito
– Mantenha o quintal sempre limpo, jogando fora o que não é utilizado;
– Preserve o quintal sempre bem varrido, eliminando recipientes que possam acumular água,
como tampinha de garrafa, folhas, sacolas plásticas, entre outros;
– Mantenha fechadas as tampas de vasos sanitários e de ralos pouco usados, como os de áreas
de serviço e de lazer, que tenham a possibilidade de acumular água;
– Tampe tonéis, caixas d’água e qualquer tipo de recipiente que possa reservar água;
– Certifique-se de que as lonas de cobertura estejam bem esticadas para não haver acúmulo de
água;
– Não deixe acumular água nos vasos de plantas;
– Mantenha a bandeja que fica atrás da geladeira limpa e sem água;
– Coloque garrafas vazias de cabeça para baixo;
– Se por algum motivo tiver pneus no quintal, mantenha-os secos e abrigue-os em local coberto,
ou descarte-os corretamente se não tiverem utilidade;
– Escove bem as bordas dos recipientes (vasilha de água e comida de animais, vasos de plantas,
tonéis, caixas d’água) e mantenha-os sempre limpos.
– Se for viajar, feche também os ralos dos banheiros e a tampa dos vasos sanitários;
– Antes de viajar, tire a água dos vasos de plantas e guarde a vasilha de água e de comida dos
animais de estimação.
Fonte: Litoral na Rede
Saúde realiza teste rápido para HIV, Sífilis, Hepatite B e C em Torres
O SAE-Serviço de Assistência Especializada da Secretaria Municipal de Saúde informa que está realizando os exames de teste rápido para HIV, Sífilis, Hepatite B e C no Posto de Saúde Central, todas às segundas e quartas-feiras, das 8h às 11h e das 13h às 17h e às sextas-feiras, das 8h às 10h.
Conforme os técnicos do SAE, não é preciso agendar e nem é preciso estar em jejum. Se algum teste der positivo, o paciente já sairá do Posto com encaminhamento para consulta. É obrigatório apresentar o RG e o Cartão SUS. O SAE localiza-se junto ao Posto Central, na Rua Alexandrino de Alencar, 631.
Fonte: Prefeitura de Torres
A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde (SUV), informa que, de acordo com o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), foi registrado o primeiro caso autóctone de dengue no estado neste ano. O caso foi em janeiro, em Florianópolis. Conforme o gerente de Zoonoses da DIVE/SC, João Fuck, a confirmação do caso autóctone, que significa que o paciente contraiu a doença no estado, reacende o alerta sobre as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Até o momento, Santa Catarina só tinha registrado dois casos importados de dengue. O próximo boletim epidemiológico da Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica de dengue, febre de chikungunya e zika vírus no estado deve ser divulgado até o final dessa semana.
Fonte: Click Catarina
