Moradores de Torres e visitantes são esperados para participarem do ato de abertura oficial do verão 2019 em Torres, “O Melhor do Verão”. A atividade ocorre no dia em que justamente inicia a estação mais quente do ano e ainda com uma grande novidade: o ato será realizado na Praia Grande, no Paradouro O Abrigo, às 18h, local de importância afetiva para muitos.
Na oportunidade será aberto o estúdio de Verão da SBT que divulgará a cidade em âmbito nacional até o dia 10 de março. Também será lançada a Linha Turismo, pela Torrescar, que vai sair todos os dias da Casa do Turista, a partir do dia 27, sempre às 9h, 11h e 17h. Atividades culturais, físicas e esportivas farão parte do “O Melhor do Verão”.
Também o Paradouro de Verão 2019 – Rádio Maristela e Monte Bello Construtora junto ao SBT iniciará a sua programação especial. A Rádio Maristela contará com novas instalações, mantendo o conforto, a qualidade de infraestrutura e programação diferenciada.
Em breve será divulgada a programação detalhada.
Fonte: Prefeitura de Torres
Um roubo a residência terminou com a morte do morador, na tarde de ontem, quarta-feira (19), no Balneário Arroio Seco, em Arroio do Sal, próximo ao limite com o município de Torres. A vítima estava na frente da casa quando foi surpreendida pelo assaltante armado com uma faca.
Osmar Luiz Picoli, de 65 anos, foi atingido por várias facadas. Ele tinha um revólver, reagiu e atirou no assaltante. Mesmo ferido em uma das pernas, o criminoso tentou se esconder com a arma e o telefone celular do idoso, mas a Brigada Militar foi chamada e prendeu o bandido.
A vítima foi encaminhada por vizinhos para o Hospital Nossa Senhora dos Navegantes em Torres e não resistiu aos ferimentos. O bandido também foi levado sob custódia policial para o Delegacia de Arroio do Sal. Foram apreendidos a arma e o telefone celular roubados. O delegado Adriano Koehler Pinto informou que preso foi autuado em flagrante por latrocínio, roubo seguido de morte, e encaminhado para o sistema prisional.
De acordo com a Polícia, o acusado de 28 anos de idade já possuía antecedentes por roubo, ameaça, furto qualificado e lesão corporal.
Fonte: Litoral na Rede
Veículo pega fogo após acidente
Na noite de ontem, quarta-feira dia 19, um acidente de trânsito entre dois veículos foi registrado na BR 101, no Km 462, em Passo de Torres. Segundo informações, a colisão traseira entre um VW Gol e um Celta de São João do Sul foi registrado por volta das 22h50min, no momento em que os automóveis seguiam sentido norte.
O Corpo de Bombeiros foi acionado, pois o Gol pegou fogo após a colisão e de acordo com os socorristas, o automóvel ficou totalmente destruído devido as chamas. Para o combate foram utilizados aproximadamente 1.500 litros de água.
As vítimas, os dois condutores, foram atendidas pelo SAMU de Santa Rosa do Sul, e encaminhadas para o Hospital Dom Joaquim em Sombrio. O local ficou aos cuidados da Polícia Rodoviária Federal.
Fonte: W3 Revista
Aproximadamente 700 quilos e carnes e embutidos foram apreendidos, na manhã desta quarta-feira (19) em ERS-030, em Tramandaí. Os produtos estavam acondicionados fora da temperatura ideal e alguns alimentos foram encontrados no assoalho do compartimento de carga de um veículo.
A fiscalização foi realizada pelo Comando Rodoviário da Brigada Militar e pelos fiscais da Secretaria Estadual da Agricultura em frente ao posto do Pelotão Rodoviário de Tramandaí.
Durante a atividade foram abordadas 150 pessoas e 131 veículos e confeccionadas devido às irregularidades no transporte dos alimentos.
Fonte: Litoral na Rede
Já estão em Santo Antônio da Patrulha, os 51 imigrantes venezuelanos acolhidos pelo município do Litoral Norte. O grupo desembarcou na noite dessa terça-feira (19) no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, e depois seguiu para a cidade.
Outros imigrantes foram encaminhados para Viamão, na região metropolitana. A secretária municipal do Trabalho e do Desenvolvimento Social, Ana Cristina Ramos, e o prefeito Daiçon Maciel da Silva, recepcionaram os venezuelanos na Capital. “É impossível não se emocionar! Ver nos olhos de idosos, adultos e crianças a esperança de uma nova vida. Certamente deixaram para trás muitas lembranças e carregam a dor de deixar seu país, mas não foi uma escolha e sim a única saída”, escreveu o prefeito em uma rede social.
Eles vieram em avião da Força Aérea Brasileira, acompanhados do Ministro do Desenvolvimento Social Alberto Beltrame, do vice-prefeito José Francisco Ferreira da Luz e do presidente da Comissão Municipal de Acolhimento a
Estrangeiros, o professor da FURG Jorge Tello Gamarra.
Em Santo Antônio da Patrulha os imigrantes tiveram uma calorosa recepção, organizada por voluntários, no Salão Paroquial da Cidade Alta. Eles ficarão abrigados no Alojamento Temporário aos Estrangeiros, localizado próximo a
igreja Santo Antônio.
O Ministério do Desenvolvimento Social enviou os móveis e eletrodomésticos para o alojamento, além do R$ 120 mil para viabilizar a estada das famílias. O Exército Brasileiro enviará alimentação básica. O prefeito Daiçon Maciel da Silva fez um agradecimento à comissão, com aproximadamente 70 pessoas, criada para receber os estrangeiros, com representantes de entidades religiosas, da Câmara de Vereadores, da ACISAP, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Polo Universitário, FURG, Lions Club, do Rotary Club, do Programa Momento Mulher e pelos voluntários do #TamoJunto.
Fonte: Litoral na Rede
Proposta de instalação de Porto em Torres recebe questionamentos em reunião
No início da noite da última segunda-feira (dia 10), aconteceu em Torres uma reunião, aberta ao público, para que fosse apresentada a evolução do projeto pela implementação de um terminal portuário marítimo no Litoral Norte do Rio Grande do Sul – preferencialmente em Torres. A reunião foi marcada com antecedência pela prefeitura local, a pedido do governo Carlos Souza, para atender a demanda dos idealizadores do projeto: o deputado federal e senador eleito Luiz Carlos Heinze (Progressistas); e o engenheiro, ex-deputado federal e ex-prefeito de Passo Fundo, Fernando Carrion – idealizador do projeto.
O auditório da Casa da Terra, em Torres, recebeu excelente público para conferir a proposta. Dentre os presentes, prefeitos de cidades da região que estão envolvidas nos impactos da implantação do porto (caso ele seja confirmado), vereadores torrenses, líderes de entidades empresariais, ambientais, públicas e de classe.
Proposta está “madura”
O engenheiro Carrion inicialmente apresentou as justificativas que levaram o estudo inicial sobre o porto – apresentado em agosto – a se tornar numa possibilidade real, até ter se tomado um projeto com interesses ainda maiores do que o projetado. É que as comunidades empresariais de Caxias do Sul, Grande Posto Alegre e do Planalto gaúcho colocam a necessidade da implantação de um terminal portuário no litoral norte do RS como uma prioridade vital para a competitividade de suas empresas e das cadeias produtivas do agronegócio, indústrias e comércio de suas regiões. Tudo conforme diagnóstico do projeto.
Outra demanda – esta política e nacionalista – sugere que a instalação da unidade portuária privada na região se trata de uma ação estratégica para a competividade das exportações e importações de produtos, isto por conta do barateamento dos fretes e da agilidade dos embarques. Outra justificativa é que a instalação de um novo porto se trata, principalmente, de uma obrigação do governo gaúcho para com os setores produtivos do Estado e para os cofres do governo estadual. Para o setor produtivo, a maior competitividade nacional, além da internacional. E para os cofres públicos, aumentaria o faturamento dos impostos e dos investimentos que um porto marítimo leva para o orçamento estadual, recolhimento de imposto que atualmente é usufruído (de forma grande e crescente) pelo estado vizinho de Santa Catarina, por exemplo (que possui cinco portos). Esta demanda defendida politicamente como projeto de governo estadual e federal é militada pelo deputado e senador eleito Luiz Carlos Heinze, em nome do RS.
Torres ou Arroio do Sal?
Na apresentação, o engenheiro Carrion mostrou em apresentação de imagens o estudo que justifica a implantação do Porto na região. Nele, Carrion coloca a classificação do terminal projetado, o enquadramento do mesmo no sistema privado (não necessitando de aportes de recursos públicos) e, a seguir, as premissas técnicas e de engenharia que demonstram a escolha pontual de construção do empreendimento no litoral.
Uma das imagens mostra o mapa marítimo fornecido pela Marinha do Brasil, que aponta a faixa litorânea da região aonde a profundidade do mar chega a 20 metros, premissa técnica para a possível instalação de um terminal portuário. Este mapa aponta para uma faixa onde essa profundidade fica mais próxima da costa, que fica no município de Arroio do Sal – especificamente no lugar chamado Jardim Oliva (próximo à Rondinha). Essa profundidade é importante por ser uma exigência para atracamento de navios cargueiros grandes (de contêineres) e que, afinal, define o tamanho dos molhes a serem construídos, auferindo, com efeitos, o custo final do investimento para a obra.
Mas toda a faixa litorânea previamente definida como prioritária por outras premissas (como estradas, acessos, proximidade e impactos em grandes centros e etc.) fica apontada nos em torno de 25 km ao sul da pedra da Itapeva, em Torres. Portanto, os municípios de Torres e de Arroio do Sal estariam com a prioridade, embora o porto possa sair em outros municípios da região litorânea – como o de Terra de Areia ou de Tramandaí, por exemplo, conforme pesquisa operacional que justificou a apresentação.
No final, Fernando Carrion afirmou que a ideia é de que o porto seja implantado com o apoio e com anuência da comunidade a ser contemplada, uma das formas definidas pelo grupo de trabalho como fundamentais para a escolha final.

Manifestações de discordância também foram apresentadas
A seguir foi aberta a fase de manifestações. Foram somente três inscritos, por conta do horário avançado. E os três, de certa forma, questionaram a possibilidade de implantação do Terminal Portuário em Torres. O vereador Gibraltar Vidal, o Gimi (MDB) questionou o impacto negativo social que, um porto pode levar “de carona” para os locais onde é instalado. São eles: Possibilidade de utilização do terminal para tráfico de drogas e contrabando; Bolsão de Miséria (para Gimi “encontrado em municípios com desenvolvimentos deste formato”); e impactos de vizinhança e ambientais no ‘conceito Torres’, que, conforme afirmou o vereador, é baseado em belezas naturais.
O presidente da Associação dos Construtores de Torres (Actor) e do chamado Fórum Empresarial, Eraclides Maggi, também se manifestou contrário e temeroso perante a proposta de Porto Marítimo de Carga na cidade. Ele questionou inclusive aspectos técnicos de engenharia sobre o assunto, dos quais queria mais explicações. Mas o líder empresarial avaliou de forma negativa a relação ‘Custo X Benefício’ do empreendimento para Torres. Eraclides não é desfavorável ao desenvolvimento. Conforme explicou, “se coloca desfavorável é à interrupção da forma de desenvolvimento atual, que seria impactada e prejudicada pela implantação do terminal portuário”.
Um Fiscal da prefeitura também obteve espaço para questionar a implementação do empreendimento na cidade. Para ele – que se criou em Torres – trata-se de implantar uma atividade “bruta e suja” em um lugar que não combina com estas características. E, também em sua avaliação, trata-se de “beneficiar meia dúzia de pessoas” que irão ganhar dinheiro com o porto colocado num cidade que “não possui este ganho diretamente”.
O engenheiro Carrion a seguir respondeu os questionamentos, avaliando o seguinte:
1 – Que todas as leis ambientais estão totalmente contempladas nas premissas da implantação do porto e que o terminal só irá sair com as diversas licenças aprovadas pelas entidades nacionais, estaduais e municipais. Ele inclusive definiu que promotores e procuradores estarão em grupos de trabalho para a definição das licenças e obras de compensações necessárias para cumprir as leis, incluindo o Ministério Público no processo para evitar embates jurídicos.
2 – Quanto ao problema social (bolsão de miséria, drogas e crimes), o engenheiro afirmou que qualquer lugar que tenha a atividade econômica desenvolvida acaba aumentando os problemas sociais. Mas que o aumento dos benefícios seria bem maior e que a cidade de Torres poderia, inclusive, quadruplicar o orçamento publico somente através de impostos diretos, além dos vultuosos aumentos de empregos, investimentos e estrutura urbana.
3 – E quanto à cidade não aceitar o conceito de porto (como pensam alguns cidadãos), Carrion e o deputado Heinze deixaram claro que, para eles, este empreendimento é para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul. E que, se a cidade realmente pensar e avaliar ser melhor não se apresentar para receber os investimentos para a construção do porto, outros municípios da região deverão assim o fazer tranquilamente.
Prefeito Carlos Souza é favorável ao debate mais profundo
Em suas participações na reunião, o prefeito de Torres, Carlos Souza, deixou clara sua intenção de, acima de tudo, colocar o assunto em debate pela comunidade. Para ele, “não seria responsável” negar a empreitada de forma unilateral antes da apresentação do projeto em mais detalhes, como estava sendo feito naquela noite.
O prefeito, em princípio, se coloca favorável à implantação do Terminal Portuário Privado em algumas das praias da Zona Sul de Torres, como está sendo apresentado, por conta de entender que os benefícios são bem maiores do que eventuais impactos. Mas está aguardando a reação local.
No final, Carlos Souza mais uma vez deixou claro que vai apoiar a decisão final da cidadania torrense. Mas também deixou uma mensagem no ar para reflexão: Para o prefeito seria ruim para a cidade se, por exemplo, o porto fosse construído em Arroio do Sal, ao lado de Torres. Com isto, a cidade poderia perder todos os “bônus” do projeto (investimentos, impostos, empregos e etc.), mas ter de arcar com a maioria do ônus (impacto ambiental, de vizinhança), pois o local em Arroio do Sal é a menos de 10 km do limite de Torres, na faixa litorânea.
Novos passos
Uma comitiva de empresários e lideres torrenses deve fazer uma visita ao porto de Itapoá, no extremo norte do litoral de Santa Catarina. É que o modelo a ser implementado aqui na região é baseado naquele empreendimento portuário, que também é de águas profundas, de navios grandes e gerenciado e construído pela iniciativa privada.
A visita faz parte da apresentação de ideia para as comunidades e geralmente fazem com que os formadores de opinião tenham uma melhor impressão dos impactos positivos e negativos de um terminal portuário em um município.
Fonte: A Folha Torres
76% dos participantes em enquete são contra as praças de pedágios no Sul catarinense
A Rádio Maristela tem se proposto a eleger temas de interesse público para conhecer a opinião dos ouvintes do Litoral Norte gaúcho e do Sul catarinense. A última enquete promovida na página oficial no Facebook perguntamos: Você é a favor ou contra a implantação de praças de pedágio na BR-101 no Sul catarinense? Dos 88 participantes da enquete, 24% é a favor e 76% é contra a implantação de praças de pedágios.
Entenda o caso
A Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT) deve entregar essa parte da rodovia, entre São João do Sul e Tubarão, para a iniciativa privada, inicialmente prevista para o ano que vem. A concessão prevê quatro praças de pedágio. Sendo que entre os município de Maracajá a São João do Sul, num trecho de 50 quilômetros, duas praças de pedágio.
De acordo com o presidente da Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense (Amesc), Zênio Cardoso, prefeito de Sombrio, após a realização de algumas audiências públicas, a discussão ficou pra 2019 e a implantação, provavelmente para 2020.
De acordo com a assessoria de imprensa da Amesc, o pedido do prefeito Zênio Cardoso, somado aos pedidos de associações e entidades da sociedade civil organizada, acabou gerando a decisão de mais prazo para discussão e implantação das praças de pedágios.
Transferências de padres e novos referenciais nas pastorais e movimentos da Diocese de Osório
Para 2019 algumas paróquias da Diocese de Osório contarão com novos párocos e vigários paroquiais. A Diocese divulgou no seu site – www.diocesedeosorio.org – a relação completa das alterações. Para o próximo ano também está previsto o início do processo de criação de nova paróquia em Imbé, desmembrando da Paróquia Nossa Senhora dos Navegantes que, atualmente compreende Imbé e Tramandaí.
De acordo com o bispo da Diocese de Osório, dom Jaime Pedro Kohl, as transferências e nomeações de padres são processos normais na composição da Igreja Diocesana; por isso, devem ocorrer em clima de tranquilidade, tanto para o padre que sai, quanto para o que chega. Igualmente, para as comunidades, a acolhida de um novo pároco ou vigário paroquial, pode ser vivida como um momento bonito da caminhada de evangelização e organização.
As pastorais, movimentos eclesiais e ministérios leigos diocesanos que são acompanhados por padres referenciais também passaram por mudanças.
Confira a relação completa:
Bispo Diocesano: Dom Jaime Pedro Kohl
Vigário Geral: Pe. José Marcelino Willrich
Coordenador Diocesano de Pastoral: Pe. Edegar Pereira da Rosa
COMIDI: Pe. Rodrigo Schüler de Souza
Setor Juventude: Sem. Adriano Bittencourt e Diác. Fabrício Raupp
Iniciação à Vida Cristã: Ir. Rejane Carvalho, Pe. Gilberto Silva de Fraga e Pe. Luciano Motti
Apostolado da Oração e Capelinhas: Pe. Ozéias Vieira dos Santos
Ecumenismo: Pe. Tiago de Fraga Gomes
Encontro de Casais com Cristo: Pe. Ceverino Craco
Equipes de Nossa Senhora: Pe. Antônio Dall’Ó
Grupos Bom Pastor: Pe. Hilário Sozo
Grupos de Famílias: Pe. Rodrigo Schüler de Souza
IAM e JM: Pe. Rodrigo Schüler de Souza
Pastorais Sociais: Pe. Adalberto Lummertz Borges, Pe. Vilson Schäfer e Diác. Antônio Heliton Alves
Pastoral da Pessoa Idosa: Pe. José Marcelino Willrich
Pastoral do Dízimo: Pe. Nilso Ricardo Zanella
Liturgia e Ministérios: Pe. Ricardo Justin Jacoby e Pe. Luiz Carlos Rosa da Silva
Movimento de Cursilhos: Pe. Jair Peres de Pinho
Ensino Religioso: Pe. Tiago de Fraga Gomes
Pastoral da Educação: Pe. Tiago de Fraga Gomes
Pastoral da Mobilidade Humana: Diác. Laudemir Demarchi
Pastoral Carcerária: Frei Romualdo José Breda e Pe. Vilson Schäfer
Pastoral da Comunicação: Dom Jaime Pedro Kohl e Pe. Leonir Alves
Pastoral da Criança: Pe. Eder Matos dos Santos
Pastoral Presbiteral: Pe. Edegar Pereira da Rosa
Renovação Carismática: Pe. Ozeias Vieira dos Santos e Pe. Carlos Alberto da Rosa
Serviço de Animação Vocacional: Pe. Rodrigo Schüler de Souza e Pe. Edson Luiz Bataglin
Ecônomo da Diocese: Pe. Ildomar Ambos Danelon
Reitor do Seminário Maior: Pe. Rodrigo Schüler de Souza
Atualmente, a Diocese é composta por 22 paróquias, abrangendo o território entre Palmares do Sul e Torres, com o total de 32 padres, entre religiosos e diocesanos, 7 diáconos permanentes e, em 2019, contará com mais 2 diáconos transitórios (em vista da ordenação presbiteral).
Operação de veraneio oferece serviços e opções de lazer no Litoral
A Operação Verão Para Todos, mobilização do Estado para atender a população no Litoral durante o veraneio, foi lançada oficialmente na manhã deste sábado (15), em Capão da Canoa.
Com a presença de autoridades e veranistas, o vice-governador José Paulo Cairoli, que coordena a ação, iniciou a temporada 2018/2019 comemorando os números da última edição e agradecendo os esforços dos 30 órgãos estaduais que trabalham no projeto.
“Os resultados obtidos no ano passado foram alcançados devido à integração de várias instituições”, destacou. Cairoli apresentou as ações de governo que contemplam 80 municípios e milhões de visitantes da região litorânea nos três meses de altas temperaturas.
O destaque foi a aquisição de 15 novas moto aquáticas pelo Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul (CBMRS) para auxiliar na prevenção de afogamentos e no socorro aos banhistas.
Fonte: Blog da Gabi.
Casa construída na faixa da praia terá que ser desocupada no Litoral
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) manteve, na última semana, a determinação de que seja desocupada uma casa construída irregularmente sobre área de preservação permanente (APP) – faixa de praia e cordão de dunas – no município de Balneário Pinhal (RS).
A 3ª Turma negou recurso do proprietário para manter a edificação sob o entendimento de que ele tem outra residência em Gravataí (RS) e seu direito ao imóvel não pode ser exercido às custas do meio ambiente. A casa fica na praia de Magistério, pertencente a B. Pinhal. Em 2006, a União e o município iniciaram projeto de reassentamento para as famílias que moravam em casas irregulares no local para que as residências fossem demolidas.
Entretanto, o autor do recurso negou-se a deixar o imóvel, alegando que morava há mais de 10 anos naquele endereço e estaria sendo infringido seu direito à moradia. A União ajuizou ação com pedido de tutela antecipada em junho deste ano e obteve liminar da 9ª Vara Federal de Porto Alegre dando prazo de 90 dias para que os ocupantes deixassem a casa. O proprietário recorreu ao tribunal pedindo a suspensão da decisão.
A Advocacia-Geral da União (AGU) alega que a casa é de veraneio, sendo a moradia de fato do réu na cidade de Gravataí (RS), onde tem imóvel próprio.
Fonte: Blog Gabi
