O piloto Kaio Chemin, natural do Paraná, escreveu neste domingo, 3, um novo capítulo em sua trajetória ao conquistar o título do Festival Internacional de Balonismo de Torres. A vitória na 36ª edição do maior evento da modalidade na América Latina marca o auge de uma curva de crescimento consistente e posiciona o atleta entre os principais nomes do balonismo brasileiro.
Em uma manhã de condições ideais em Torres, com céu limpo e ventos estáveis, Chemin demonstrou alto nível técnico nas provas decisivas, especialmente nas disputas de precisão, como a tradicional Prova da Chave. A leitura apurada das camadas de vento e a execução precisa nas aproximações foram determinantes para garantir a vantagem sobre os adversários em um cenário de forte competitividade.
O título coroa uma sequência de resultados expressivos nas últimas temporadas. Após conquistar a Copa Paranaense de Balonismo em 2025 e vencer o Festival de Rio Branco do Ivaí em 2024, além de subir ao pódio com o terceiro lugar em Torres no ano passado, Kaio Chemin confirma sua evolução dentro do circuito e transforma regularidade em protagonismo.
Mais do que uma vitória pontual, o desempenho no festival evidencia maturidade competitiva e domínio estratégico — atributos essenciais em um esporte em que a precisão milimétrica e a leitura ambiental definem resultados. A conquista em Torres, diante de pilotos experientes do cenário nacional e internacional, reforça o posicionamento de Chemin como um dos principais expoentes da nova geração do balonismo.
Com o título de 2026, Kaio Chemin não apenas entra para a galeria de campeões do festival, como também sinaliza um novo ciclo de competitividade no esporte, elevando o padrão técnico e projetando voos ainda mais ambiciosos nas próximas competições.
Como a medição das marcas e a pontuação técnica vão definir o campeão do 36º Festival Internacional de Balonismo em Torres
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Na manhã ensolarada deste domingo, 3, o céu de Torres voltou a presentar o público com um espetáculo técnico e emocional no encerramento do 36º Festival Internacional de Balonismo. Com condições ideais de voo após um sábado de instabilidade, as últimas provas da competição foram realizadas na Arena de Balões, no Parque Odilo Webber Rodrigues, e colocaram em xeque cada centímetro de precisão dos pilotos. Mais do que voar, o momento agora é de medir, e é nesse detalhe quase invisível ao público que se constrói o resultado final.

COMO SE DÁ A MEDIÇÃO DAS PROVAS?
Logo após o encerramento das tarefas, por volta das 9h, iniciou-se uma etapa decisiva com o trabalho da equipe técnica da competição. Conforme explicou o especialista do Blog Balonismo, Lasier França, cada marca lançada pelos pilotos, pequenos pesos com fitas de diferentes cores, passa por um rigoroso processo de conferência. A trena é posicionada exatamente no centro do “X”, ponto-alvo da prova Fly-In, e a partir dali se mede, com precisão milimétrica, a distância de cada lançamento. “Estamos falando de diferenças que podem ser de centímetros ou até milímetros. É isso que define quem leva mil pontos ou perde posições”, destaca Lasier.
A lógica da pontuação, embora automatizada em sistema, exige uma coleta manual minuciosa. Cada tarefa pode render mil pontos, mas a distribuição segue um cálculo matemático complexo, que considera a performance relativa de todos os competidores. Os dados coletados em campo são encaminhados ao chefe de pontuação, que alimenta o sistema e consolida o ranking, que pode ser acompanhado no site WatchMeFly | Current Competitions. O processo, segundo a organização, leva cerca de duas horas, tempo que separa a expectativa da consagração.
Além do Fly-In, a manhã contou com a prova de máxima distância com duas marcações, uma das mais estratégicas da competição. Nela, os pilotos precisam lançar duas marcas dentro de uma área delimitada e buscar a maior distância entre elas. “A melhor estratégia é posicionar as marcas em extremidades opostas. Vence quem conseguir maior amplitude entre os lançamentos”, explica Lasier. As cores das fitas, amarela, branca e preta, permitem à equipe identificar rapidamente a qual prova pertence cada marca, garantindo rastreabilidade e organização no processo.
Outro ponto alto foi o alvo instalado em Passo de Torres/SC, ampliando o percurso e exigindo leitura refinada de vento e navegação. O trajeto, que partia da Arena em Torres, exigiu dos pilotos decisões rápidas e execução precisa, consolidando o alto nível técnico desta edição.
QUEM SERÁ O CAMPEÃO 2026
A disputa pelo título segue em aberto e altamente competitiva. Até o início da apuração das provas deste domingo, Kaio Chemin liderava com vantagem de cerca de 300 pontos sobre o torrense Fernando Silva, enquanto Fábio Passos aparecia logo atrás, com diferença aproximada de 500 pontos. Um cenário que transforma cada centímetro medido em potencial mudança de liderança.
Nos bastidores, o clima é de concentração absoluta. A equipe técnica repete medições, valida números e reforça protocolos para eliminar qualquer margem de erro. “É o trabalho de uma semana inteira em jogo. A responsabilidade é enorme”, pontua Lasier. Enquanto isso, o público, que lotou o parque desde as primeiras horas do dia, acompanhando as provas com muita vibração.
A previsão é de que o resultado oficial seja divulgado próximo ao meio-dia, coroando o campeão de 2026. Até lá, o festival segue pulsando, um espetáculo onde o céu encanta, mas é na terra que se decide quem fez história.





Alisson Monteiro emociona Torres ao vencer Prova da Chave e levar Onix zero km no encerramento do Festival

Na manhã ensolarada deste domingo, 03, o céu de Torres presenteou o público que está no Parque de Balonismo Odilo Webber Rodrigues com um dos momentos mais simbólicos do 36º Festival Internacional de Balonismo: a tradicional Prova da Chave. Fora da pontuação oficial, mas carregada de expectativa e prestígio, a disputa premiou o vencedor com um Chevrolet Onix zero quilômetro, ofertado pela Pinho Veículos em parceria com a Federação Gaúcha de Balonismo (FGB).
Quem protagonizou o momento foi o piloto torrense Alisson Monteiro. Com apenas cinco anos de trajetória no balonismo, ele superou nomes consagrados da modalidade e garantiu a vitória em uma prova que exige precisão, leitura de vento e estratégia refinada. Ao pegar a chave, objetivo central da disputa sem deixar o cesto tocar o chão, Alisson não conteve a emoção e celebrou intensamente ao lado da família e da sua equipe, em um dos registros mais marcantes desta edição.
Em entrevista exclusiva à Rádio Maristela, ainda visivelmente emocionado, o piloto destacou a superação. “Cara, eu sou piloto há 5 anos só. No meio desses gigantes aí, eu não sou ninguém, mas quando é pra ser, não tem, é nossa”.
A conquista representa não apenas o talento local, mas também o caráter democrático do balonismo, onde técnica e oportunidade se encontram para transformar trajetórias em histórias inesquecíveis.









Sob céu limpo e vento ideal, últimas provas do 36º Festival Internacional de Balonismo promete decisão emocionante em Torres
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Após a frustração do sábado (2), quando o mau tempo impôs o cancelamento das provas e apresentações, o domingo (3) amanheceu com cenário favorável em Torres, com céu aberto, sol predominante e condições técnicas consideradas ideais para o desfecho do 36º Festival Internacional de Balonismo. A janela climática favorável reposiciona a competição e concentra, em poucas horas, a definição do campeão de 2026.
De acordo com Lasier França, que integra a cobertura técnica da Rádio Maristela, a manhã decisiva reúne três tarefas: Fly In, alvo declarado pelo juiz e máxima distância com duas marcações. Provas que exigem precisão, leitura de vento em diferentes camadas e controle absoluto do balão, fatores que elevam o nível técnico e tornam o resultado imprevisível até o último lançamento de marcador.
No ranking parcial, a disputa segue acirrada. Kaio Chemin lidera com 5.556 pontos, seguido por Fernando Silva (5.198) e Fabio Passos (5.031). A margem reduzida entre os primeiros colocados mantém o campeonato em aberto, com forte possibilidade de mudança no pódio ao longo das tarefas desta manhã.
Paralelamente, o Parque do Balonismo também concentra a tradicional Prova da Chave, que neste ano premia com um carro ONIX zero quilômetro, ampliando a expectativa de público e a atmosfera de decisão. A projeção é de parque lotado ao longo do dia, consolidando o evento como um dos maiores do gênero na América Latina.
Para o período da tarde, a organização mantém a previsão do voo fiesta de encerramento às 16h, condicionado à manutenção das boas condições climáticas. Se confirmada, a atividade deve encerrar a edição com o céu tomado por balões, celebrando o título de Torres como capital brasileira do balonismo e marcando, com forte apelo visual, o desfecho de uma edição que já entra para a história.
TOP 10 – Com as provas de quinta e sexta, 30/4 e 1º de maio:
| Rank | Pilota | Nationality | Points |
|---|---|---|---|
| 1 | Brazil | 5,556 | |
| 2 | Brazil | 5,198 | |
| 3 | Brazil | 5,031 | |
| 4 | Argentina | 4,867 | |
| 5 | Brazil | 4,841 | |
| 6 | Brazil | 4,829 | |
| 7 | Brazil | 4,720 | |
| 8 | Brazil | 4,607 | |
| 9 | Brazil | 4,601 | |
| 10 | Brazil | 4,505 |






Domingo pode definir campeão com provas valiosas no Festival de Balonismo em Torres
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O domingo (3) promete fortes emoções no 36º Festival Internacional de Balonismo de Torres. Após um sábado sem voos competitivos devido às condições climáticas adversas, a expectativa é de que o tempo colabore para a retomada das provas, que podem ser decisivas na definição do campeonato.

A programação prevê a realização de duas das provas mais aguardadas do evento, ambas com grande valor em premiação. Uma delas é a tradicional prova da chave, que dará ao vencedor um carro Onix 0km. Também está prevista a prova do maçarico, cujo prêmio é um equipamento avaliado em cerca de R$ 30 mil. As duas disputas seguem a mesma dinâmica e exigem precisão e habilidade dos pilotos.
O desafio consiste em alcançar, com o balão, um mastro posicionado na arena, onde fica pendurado o objeto que representa o prêmio. No caso da prova do carro, por exemplo, trata-se de uma chave simbólica em tamanho ampliado. O piloto que conseguir pegar o item durante o voo garante a premiação. Caso nenhum competidor tenha êxito, os prêmios serão destinados ao campeão geral do festival.
A disputa chega ao domingo com Kaio Chemin na liderança, seguido pelo torrense Fernando Silva e por Fábio Passos na terceira colocação. O atual campeão, Felipe Tostes, aparece na 14ª posição, evidenciando o alto nível técnico da competição. Entre as mulheres, Jaqueline Lima é a melhor colocada, ocupando a 37ª posição geral.
Com provas de alto valor e impacto direto na classificação, o domingo deve ser determinante para o desfecho do festival, reunindo grande público e elevando ainda mais a expectativa em Torres.
Foto: Daniel Lummertz
Kaio Chemin segue na liderança do Festival de Balonismo após sábado sem voos em Torres
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Mesmo sem a realização de voos competitivos neste sábado (2), devido às condições climáticas adversas, o 36º Festival Internacional de Balonismo de Torres segue com disputa acirrada na classificação geral. A chuva pela manhã e o vento forte ao longo do dia impediram as provas, mantendo inalterado o ranking até o momento.
Na liderança do campeonato aparece Kaio Chemin, seguido de perto pelo torrense Fernando Silva, que é um dos representantes da cidade sede e ocupa a segunda colocação. Em terceiro lugar está Fábio Passos, completando o Top-3 da competição até o momento.
A classificação também chama atenção pela presença de nomes fortes mais abaixo na tabela. O atual campeão, Felipe Tostes, aparece na 14ª colocação, o que evidencia o alto nível técnico e o equilíbrio da competição neste ano.
Entre as mulheres, o destaque é Jaqueline Lima, que figura como a melhor colocada na categoria, ocupando a 37ª posição geral. A participação feminina segue ganhando espaço e reforça a diversidade entre os pilotos que disputam o festival.
Mesmo com a pausa nas atividades aéreas neste sábado, a expectativa é de retomada das provas no domingo (3), quando o vento deve perder força, garantindo voos e a realização das provas.
Foto: Daniel Oliveira/Grupo Maristela
Night Glow é cancelado em sábado sem voos no Festival de Balonismo
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O sábado (2), no 36º Festival Internacional de Balonismo de Torres, foi marcado pela ausência de voos competitivos devido às condições climáticas adversas. Ainda nas primeiras horas do dia, a combinação de chuva e vento já impedia a realização das atividades previstas. Ao longo do dia, o cenário não melhorou e o vento seguiu se intensificando, chegando a 40km/h, inviabilizando qualquer operação segura dos balões.
Com isso, a programação aérea acabou sendo suspensa durante todo o sábado, frustrando a expectativa do público que aguardava as competições. A organização do evento segue monitorando as condições do tempo para avaliar a possibilidade de retomada das atividades no domingo (3).
O Night Glow, previsto para acontecer às 19h15, foi cancelado pela Federação Gaúcha de Balonismo, devido ao forte vento que permanece no parque.
Apesar das limitações no céu, a programação artística está mantida. O público que comparecer ao parque poderá acompanhar os shows de Lagun e Armandinho, garantindo a movimentação do evento durante a noite.
No entorno do festival, o trânsito segue sem complicações. Durante a tarde deste sábado, o fluxo de veículos é considerado tranquilo na Avenida Castelo Branco, principal via de acesso ao parque, facilitando a chegada dos visitantes, mas a tendência é de aumento com a chegada da noite e proximidade dos shows.
Foto: Anderson Weiler/Grupo Maristela
Trânsito se intensifica à tarde e filas já se formam na Avenida Castelo Branco em Torres
O trânsito começa a se intensificar na tarde desta sexta-feira (1) em Torres, especialmente nas proximidades do Parque do Balonismo Odilo Webber Rodrigues, onde ocorre o Festival Internacional de Balonismo.

De acordo com informações da unidade móvel da Rádio Maristela, o fluxo de veículos aumentou ao longo do dia e, no período da tarde, já há registro de filas na Avenida Castelo Branco, no sentido bairro-centro. A tendência é de crescimento ainda maior no movimento, principalmente próximo ao horário dos voos de balão.
Pela manhã, o trânsito foi considerado tranquilo, sem registros de congestionamentos. No entanto, a expectativa das autoridades e da cobertura local é de que o cenário mude com a maior presença de público no parque.
Outro ponto de atenção é o bloqueio do acesso da Avenida Castelo Branco à Estrada do Mar, que permanece fechado até domingo. Motoristas precisam utilizar rotas alternativas, como a rótula do bairro Centenário, além da Estrada do Normélio e da Rua Universitária.
Para quem chega pela BR-101, o trânsito segue fluindo, mas a orientação é antecipar deslocamentos ou buscar caminhos alternativos, como a Rota Salinas ou acessos por Passo de Torres, caso haja aumento no fluxo.
A recomendação é que moradores e visitantes evitem o uso de veículos nos horários de pico, optando por deslocamentos a pé ou por transporte por aplicativo, especialmente durante as atividades do festival, que devem atrair grande público ao longo da tarde e noite.
Fotos: Anderson Weiler/Grupo Maristela
Edgar Denardi, pioneiro do balonismo, relembra a origem do festival que projetou Torres ao cenário internacional
A consolidação de Torres como Capital Nacional do Balonismo e reconhecimento internacional tem raízes em uma articulação empresarial iniciada no fim da década de 1980.
Um dos protagonistas desse movimento é o empresário Edgar Denardi, que participou diretamente da concepção do evento que viria a se tornar o Festival Internacional de Balonismo. Em entrevista ao Jornal do Mar, ele revisita os bastidores da criação, os desafios iniciais e os fatores que transformaram a iniciativa em um dos principais ativos turísticos da cidade.

JORNAL DO MAR – Quando surgiu a demanda por um novo evento em Torres após o fim da Febanana?
EDGAR DERNARDI – O balonismo surgiu a partir de uma conversa com Fernando Hening, representante de O Boticário no Estado, que comentou sobre um curso de piloto de balão no Rio de Janeiro. Propus a ele a realização de um evento em Torres. Ele considerava inviável pelos custos, mas insisti que a iniciativa privada local poderia viabilizar. A partir daí, a ideia começou a ganhar consistência.
JM – Qual foi o papel dos empresários locais na concepção do festival?
DENARDI – Foi determinante. O evento só aconteceu pelo envolvimento total da iniciativa privada. A proposta era criar uma atração capaz de movimentar a cidade na baixa temporada. Vale destacar que, em determinado momento, o festival chegou a correr risco de colapso por interferência política indevida.
JM – Quem mais esteve envolvido na articulação inicial?
DENARDI – O empresário Rubens de Rose teve papel fundamental. Como presidente da Associação dos Hotéis e Restaurantes, foi decisivo ao defender que investir no evento seria um retorno coletivo para o setor.
JM – A escolha pelo balonismo foi imediata?
DENARDI – Sim. Após o sucesso da Festa da Banana, que já havia impulsionado a economia local, o balonismo foi visto como uma alternativa estratégica para manter a cidade ativa fora da alta temporada.
JM – Como foi a primeira edição, em 1989?
DENARDI – Foi um sucesso total. A cada ano, o evento cresceu em dimensão. Um aspecto curioso é que a estrutura básica implementada naquela primeira edição permanece, em grande parte, até hoje.
JM – A mudança de data impactou o evento?
DENARDI – Sim. A decisão de transferir para abril/maio foi técnica, considerando melhores condições climáticas, especialmente menor incidência de ventos, o que trouxe mais segurança e previsibilidade.
JM – Quando Torres passou a ser reconhecida como cidade do balonismo?
DENARDI – Já na terceira edição havia esse reconhecimento informal. O título oficial de capital nacional veio apenas em 2024, como consequência natural da evolução do evento e da receptividade da cidade aos profissionais.
JM – O que levou ao reconhecimento internacional em 1999?
DENARDI – A credibilidade construída ao longo dos anos foi o principal fator. O festival ganhou reputação e passou a atrair participantes e atenção global.
JM – Qual o impacto atual do festival?
DENARDI – Hoje, Torres é reconhecida internacionalmente tanto pelas formações naturais, como o Morro do Farol e o Morro da Guarita, quanto pelo Festival de Balonismo, consolidando-se como destino turístico durante todo o ano.
JM – Quais os desafios para o futuro do evento?
DENARDI – Manter investimentos consistentes em divulgação e inovação, sem perder a essência que consolidou o festival. Esse equilíbrio é fundamental para garantir competitividade global.
JM – Os pioneiros do balonismo em Torres chegaram a imaginar o evento na dimensão que tem hoje?
DENARDI – No início, por mais otimistas que fôssemos, era impossível imaginar que o evento alcançaria a dimensão que tem hoje.
Jornal do Mar destaca edição histórica do Festival Internacional de Balonismo em Torres
A edição desta sexta-feira, 1º de maio, do Jornal do Mar apresenta uma reportagem especial sobre o 36º Festival Internacional de Balonismo, que já se consolida como a maior edição da história do evento em Torres. Com números recordes, presença internacional ampliada e uma programação diversificada que une esporte, turismo e entretenimento.
A reportagem especial traz um panorama completo da engrenagem que sustenta o crescimento do festival, desde a operação técnica das competições até os investimentos que ultrapassam R$ 200 mil em premiação. O conteúdo também evidencia o fortalecimento do evento como plataforma competitiva, integrando o calendário oficial do Campeonato Gaúcho de Balonismo 2026, além de destacar a ampliação da experiência ao público com voos turísticos regulamentados e a presença de grandes shows nacionais.
Outro eixo central da reportagem é o olhar de quem construiu essa trajetória. O piloto Sacha Haim, maior campeão da história do evento, compartilha sua relação de décadas com Torres e analisa o impacto do festival na consolidação da cidade como polo global do balonismo. A matéria ainda aborda desafios estruturais, como a necessidade de maior planejamento, e reforça o papel do evento na construção de identidade cultural e desenvolvimento econômico da região.
A reportagem completa está disponível no site do Jornal do Mar ou pode ser acessada pelo canal do Grupo Maristela no WhatsApp.
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