Por ocasião do 1º de maio – data em que se celebra o Dia do Trabalhador (a), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulga mensagem aos trabalhadores e às trabalhadoras brasileiros e se une a eles manifestando-lhes estima, solidariedade e gratidão.
A mensagem afirma a urgência de assegurar o direito ao trabalho e reafirma “a dignidade dos trabalhadores e trabalhadoras, de modo a garantir seu justo sustento e de suas famílias, combatendo o desemprego, o trabalho escravo, a precarização das relações de trabalho e a perda de direitos trabalhistas, dentre outros problemas que têm causado tanto sofrimento ao povo brasileiro”.
Ainda segundo o documento, a presidência da CNBB manifesta, de modo especial, a preocupação com o grave problema do desemprego, que aumentou e chega a treze milhões de desempregados. O Estado não pode abrir mão do seu papel de mediador das relações trabalhistas, numa sociedade democrática.
Confira a mensagem na íntegra:
Mensagem por ocasião do 1º de maio: Dia do Trabalhador e da Trabalhadora
“Do trabalho de tuas mãos comerás, serás feliz, tudo irá bem” (Sl 128,2)
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, através de sua Presidência, iluminada pela Palavra de Deus e a Doutrina Social da Igreja, se une aos trabalhadores e às trabalhadoras, da cidade e do campo, por ocasião do dia 1º de maio, manifestando-lhes estima, solidariedade e gratidão.
O trabalho digno, para além de cumprir a necessária tarefa de prover as necessidades materiais, “constitui uma dimensão fundamental da existência do ser humano sobre a terra” (Laborem Exercens, 4) e de sua participação na obra do Criador. Urge assegurar o direito ao trabalho e reafirmar a dignidade dos trabalhadores e trabalhadoras, de modo a garantir seu justo sustento e de suas famílias, combatendo o desemprego, o trabalho escravo, a precarização das relações de trabalho e a perda de direitos trabalhistas, dentre outros problemas que têm causado tanto sofrimento ao povo brasileiro. Para tanto, é indispensável a atuação dos Poderes Públicos, bem como a participação da sociedade civil: empresários, sindicatos, igrejas, trabalhadores e trabalhadoras. Neste esforço, como ensina o Papa Francisco, “é preciso reconhecer um grande mérito àqueles empresários que, apesar de tudo, não deixaram de se comprometer, de investir e arriscar para garantir o emprego” (Papa Francisco, 22 de setembro de 2013). Ao mesmo tempo, devemos reconhecer o valor dos sindicatos, expressão do perfil profético da sociedade (Papa Francisco, 28 de junho de 2017).
Reafirmamos o princípio orientador da Doutrina Social da Igreja sobre a primazia do trabalho e do bem comum sobre o lucro e o capital. Nos nossos dias, difunde-se o paradigma da utilidade econômica como princípio das relações sociais e, por isso, de trabalho, almejando a maior quantidade possível de lucro, imediatamente e a todo o custo, em detrimento da dignidade e dos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras.
Manifestamos, de modo especial, a nossa preocupação com o grave problema do desemprego. A flexibilização de direitos dos trabalhadores, institucionalizada pela lei 13.467 de 2017, como solução para superar a crise, mostrou-se ineficiente. Além de suscitar questionamentos éticos, o desemprego aumentou e já são mais de treze milhões de desempregados. O Estado não pode abrir mão do seu papel de mediador das relações trabalhistas, numa sociedade democrática.
A participação dos trabalhadores e dos sindicatos, na discussão da Previdência social, é fundamental para a preservação da dignidade dos trabalhadores e de sua justa e digna aposentadoria, especialmente dos que se encontram mais fragilizados na sociedade. Reconhecer a necessidade de avaliar o sistema não permite desistir da lógica da solidariedade e da proteção social através da capitalização, como propõe a PEC 06/2019. Também não é ético desconstitucionalizar regras da Previdência, inseridas na Constituição de 1988.
Nosso olhar volta-se também para os jovens. Segundo o Papa Francisco, o desemprego juvenil é a “primeira e mais grave” forma de exclusão e de marginalização dos jovens (Christus Vivit, 270). A impossibilidade de trabalho gera a perda do sentido da vida e, consequentemente, leva à pobreza e à marginalização.
Incentivamos os trabalhadores e trabalhadoras e as suas organizações a colaborarem ativamente na construção de uma economia justa e de uma sociedade democrática.
Trabalhadores e trabalhadoras, sobre cada um de vocês e de suas famílias, suplicamos as bênçãos de Deus, pela intercessão de São José Operário e Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil.
Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB
Dom Murilo S.R. Krieger, SCJ
Arcebispo de São Salvador
Vice-Presidente da CNBB
Dom Leonardo U. Steiner, OFM
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB
Brasília-DF, 1º de maio de 2019
A Diocese de Osório se alegra pelos 50 anos de Vida Religiosa de Irmã Rejane Carvalho e Irmã Tereza Lourdes Ströher da Congregação das Irmãs Escolares de Nossa Senhora – Comunidade Santa Helena, em Osório. Em Missa de Ação de Graças no próximo domingo, 28 de abril, às 10h30min, na Catedral Nossa Senhora da Conceição, a comunidade paroquial, familiares e amigos, com a presidência da celebração do bispo da Diocese, dom Jaime Pedro Kohl, e co-celebração do pároco da Catedral, Pe. Hilário Sozo, louvarão e agradecerão pela vida dedicada à Deus e aos irmãos, por onde as religiosas já passaram e contribuem atualmente.


O Bispo da Diocese de Osório, dom Jaime Pedro Kohl, participará da Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que ocorre em Aparecida, São Paulo, de 1ª a 10 de maio.
Com o Domingo de Ramos, iniciamos a celebração da Páscoa. A Semana Santa inteira é “celebração da Páscoa” e, também, a Oitava da Páscoa, depois do Domingo da Ressurreição de Jesus Cristo.
O 2º Seminário de Catequese da Diocese de Osório, com o tema “Uma nova COMUNIDADE para uma nova CATEQUESE”, está no final do período de inscrições.
A Diocese de Osório realizará na quarta-feira, 17 de abril, às 19h30min, na Catedral Nossa Senhora da Conceição, em Osório, a Missa do Crisma ou do “Santos Óleos”.
O evento acontecerá no próximo sábado, 13 de abril, no salão paroquial São José de Palmares do Sul, localizado na Av. São José, 1110, Centro. O início do Encontrão se dará às 8h com acolhida e, na sequência, às 8h40min se dará a abertura e oração.
“Para nós da Pastoral da Criança o dia do Encontrão será muito especial, pois juntamente com a programação vamos também celebrar os 35 anos de Pastoral da Criança. É sem dúvida um momento forte na vida de cada um, das líderes, pessoas apoio, famílias, gestantes e crianças atendidas”, afirmou Arlete.
O 4º Encontrão Diocesano da Pastoral da Criança acontecerá no próximo sábado, 13 de abril, na Paróquia São José, em Palmares do Sul. O início do Encontrão se dará às 8h com acolhida e, na sequência, apresentação das paróquias participantes com um momento de integração.
Uma importante ferramenta de emancipação cidadã foi instituída pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em 1998, durante a 36ª Assembleia Geral da entidade, com o propósito de promover a sustentação da Ação Social da Igreja Católica no Brasil. Trata-se do Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) e o Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS), que financiam empreendimentos locais e ambientalmente sustentáveis, fomentando o desenvolvimento comunitário com base nas necessidades, práticas e culturas locais.
Ele garante ainda que cada projeto apresentado ao Conselho Gestor passa por um olhar pastoral e técnico. “É a partir desse olhar que a Igreja no Brasil pode ajudar tantos projetos sociais e ajudar os nossos irmãos mais pobres, mais vulneráveis que precisam da ajuda da Igreja”, finaliza o padre.
A novidade apresentada pelo FNS no ano de 2018, segundo o coordenador de projetos do Fundo, Franklin Ribeiro, é a possibilidade de saber como anda a evolução da prestação de contas dos projetos, por meio do Portal da Transparência que pode ser acessado pelo site:
Aprofundar a reflexão da missão ad gentes é o principal objetivo do encontro que iniciou no último domingo, 31 de março, reunindo bispos, padres, religiosos, religiosas, leigos e leigas. O encontro acontece até o dia 2 de abril, no Centro Cultural Missionário (CCM), em Brasília.