Um aparelho que é colocado no dedo do paciente, capaz de apresentar resultados de
diversos exames médicos, será utilizado nas ações da Prefeitura de Tramandaí, através da
Secretaria Municipal de Saúde. A novidade foi apresentada nessa quarta-feira (27), na
Sociedade Amigos de Tramandaí (SAT) e reuniu autoridades de diversos municípios e
representantes da fabricante, uma empresa com sede em Israel, e que possui subsidiárias
em Xangai, China e São Paulo.
De acordo com o prefeito Luiz Carlos Gauto, essa tecnologia promete trazer economia na
área da saúde pública, pois os exames são feitos de forma rápida, indolor e sem sangue,
durante a consulta médica nas UBS’s ou visita do Agente de Saúde. “Estamos fazendo esse
investimento na área da saúde para que a gente possa fazer o diagnóstico preventivo
atuando junto a nossa comunidade” ressaltou. Gauto informou ainda que, nos próximos dias,
os profissionais da saúde serão capacitados para atuarem com os aparelhos, que em breve,
serão utilizados pra atender a população de Tramandaí. “O investimento vai proporcionar
uma melhor qualidade de vida para os moradores do município. É isso que nós
buscamos com novas tecnologias, com esse lançamento no Brasil, reconhecido pela Anvisa e
que Tramandaí tem o privilégio de ser a pioneira”, destacou.
O secretário municipal de Saúde, Luciano Von Saltiel, garante que esses aparelhos vão
melhorar e muito o atendimento nas unidades básicas de saúde e principalmente na
atenção domiciliar. “Uma saúde mais eficiente, com economia, sendo um investimento que
vai trazer um grande retorno para a nossa sociedade. No momento que ele consegue aferir
estes parâmetros biométricos e transmitir on-line para um médico, para a sua equipe, esse
médico poderá identificar em tempo real qual é a situação de saúde do paciente” garantiu.
Como funciona?
O aparelho é colocado no dedo do paciente e repassa a localização onde está sendo feito o
atendimento. Com uma rápida análise, ele apresenta os resultados para os seguintes
exames: PA (sistólica e diastólica), Pressão Arterial Média (MAP), gráficos da variação da
PA. Pulso, Onda de Pulso Periférico (PPW), Frequência de Pulso Periférico (PPR), Sp O2,
(saturação de oxigênio), O2, CO2, PCO2, PO2, CO, (débito cardíaco) Hemoglobina (Hb),
Hematócrito (Hct), pH, VS (Volume Sistólico), SVV (Variação do Volume Sistólico),
Contagem de Hemáceas, Viscosidade Sanguínea.
Através de um aplicativo móvel, os profissionais e organizações de saúde têm fácil acesso
aos dados para uma melhor gestão de doenças, permitindo o monitoramento remoto
contínuo, preventivo e eficaz para a população.
Fonte: Litoral na Rede
A abertura da exposição “Um Diário em Nossa História”, baseada nos diários do telegrafista, Bernadino Sena Campos, no período entre o fim do século XIX e início do século XX, contará com um exemplar especial.
O empresário Alveri Aguiar de Sá, vai participar da exposição com um Ford, modelo M.TWOOD, ano 1918, que já está no hall do Museu Histórico de Araranguá.
A peça é integrante da coleção do “Relicar Clube, os Antigos do Alveri”. “A ideia surgiu depois de um breve encontro com o seu Alveri, que prontamente emprestou uma das suas joias”, revelou Giovane Rosa, diretor de Turismo.
A exposição terá a sua abertura oficial no próximo dia 2 de abril, a partir das 19h, e é alusiva aos 139 anos de emancipação político-administrativa do município.
“É muito importante a parceria entre os dois museus porque ambos trabalham a valorização da história do município”, declarou a diretora de Cultura, Micheline Vargas.
Fonte: W3 Revista
A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde (SES/SC), informa que foi confirmado pelo Instituto Carlos Chagas (ICC) – Fiocruz do Paraná o diagnóstico laboratorial de febre amarela para o óbito de um paciente de 36 anos, residente em Joinville, ocorrido no último dia 12 de março de 2019. Santa Catarina não registrava casos de febre amarela em humanos desde 1966. O homem não tinha registro de vacina no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI).
Como se tratava de um óbito suspeito de febre amarela, foi realizada uma investigação conjunta entre a Gerência Regional de Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde de Joinville utilizando o Protocolo de Investigação de Óbitos Febre Amarela do Ministério da Saúde (MS).
Os resultados da investigação epidemiológica, aliados à confirmação laboratorial do caso, atestam o primeiro caso autóctone com óbito por febre amarela registrado no estado. A Dive/SC vai realizar a coleta de vetores no município na próxima semana. A equipe de vigilância epidemiológica do município deve realizar a vacinação de casa em casa no raio de 300 metros do Local Provável de Infecção (LPI).
Importância da vacinação
No lançamento da Campanha de Vacinação contra a Febre Amarela em Santa Catarina, o governador Carlos Moisés da Silva postou um vídeo em que reforçou aos catarinenses a importância da imunização contra a febre amarela, para que fosse evitada a circulação do vírus no estado.
A população deve buscar as unidades de saúde para fazer a vacina e, em caso de sintomas, procurar atendimento imediato para aplicação do protocolo de manejo clínico e classificação de risco frente a um caso suspeito de febre amarela.
Cobertura vacinal em Santa Catarina
De 1º de janeiro a 28 de março de 2019, foram aplicadas 461.417 doses da vacina contra a febre amarela em todo o estado de Santa Catarina, sendo que 81.578 somente na primeira semana da Campanha Estadual de Vacinação, de 20 a 23 de março.
O número de doses aplicadas em 2019 já é quase igual a 2018, quando 488.308 pessoas foram vacinadas. Segundo o último levantamento da Diretoria de Vigilância de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde (SUV) da Secretaria de Estado da Saúde, o estado está com uma cobertura vacinal de 61,46%.
Desde o segundo semestre de 2018, seguindo recomendação do Ministério da Saúde (MS), todo o estado de Santa Catarina tornou-se Área com Recomendação de Vacinação (ACRV) para febre amarela – antes 162 municípios catarinenses já integravam a ACRV. Desde então, os moradores catarinenses com mais de 9 meses de idade devem procurar os postos de saúde para se vacinar contra a doença.
No entanto, a procura foi baixa, o que fez com que o estado iniciasse em 20 de março a Campanha Estadual de Vacinação contra a Febre Amarela, que segue até 20 de abril. Neste período, a meta é vacinar 95% da população catarinense contra a febre amarela.
Desde o início do ano, Santa Catarina recebeu 1.300.000 doses da vacina contra a febre amarela. Novos lotes devem chegar na segunda quinzena do mês de abril.
Fonte: Portal Agora Sul / Assessoria de Imprensa
Já realizou a sua inscrição no 2º Seminário de Catequese da Diocese de Osório?
Você que atua como catequista, agente da Liturgia ou faz parte da coordenação do Conselho Pastoral Paroquial – CPP nas 22 paróquias da Diocese de Osório, já fez a sua INSCRIÇÃO no 2º SEMINÁRIO DE CATEQUESE?
O Seminário ocorrerá no dia 04 de maio de 2019, sábado, das 8h às 16h, no Centro Universitário UNICNEC, na Rua 24 de Maio, 141, Centro – Osório/RS. As inscrições seguem até 26 de abril diretamente no site da Diocese – www.diocesedeosorio.org.br.
O 2º Seminário de Catequese tem como tema “Uma nova COMUNIDADE para uma nova CATEQUESE”, corresponde ao apelo da Igreja Católica no Brasil que propõem “compreender que pela iniciação à vida cristã é dada a possibilidade de uma experiência gradual no conhecimento, no amor e no seguimento de Jesus Cristo”.
Fonte: Diocese de Osório
Colisão traseira envolvendo caminhões na BR 101 deixa uma pessoa em estado grave e duas vítimas fatais
Acidente com vítimas fatal foi registrado na BR 101, ontem, quarta-feira, 27. A colisão envolvendo dois caminhões foi registrada no sentido norte da Rodovia Federal no km 428, em Sombrio.
Um dos caminhões com placa de Morro da Fumaça e o outro de Osório/RS tiveram colisão traseira. O acidente foi registrado por volta das 19h40min, e os socorristas do Corpo de Bombeiros trabalharam por uma hora no desencarceramento das vítimas, sendo que dois homens foram socorridos em estado grave e atendidos no local pelo SAMU.
O motorista do caminhão de Osório não teve ferimentos, entretanto estava muito abalado. O motorista do caminhão de Morro da Fumaça, de 50 anos, morreu no local do acidente devido as múltiplas fraturas e o corpo foi recolhido pelo Instituo Médico Legal.
Um dos passageiros de 53 anos, também não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do hospital.
Fonte: Portal Agora Sul
Os policiais da Delegacia de Polícia de Imbé identificaram, no fim da tarde de ontem, quarta-feira (27), a mulher encontrada morta às margens da ERS-786, no Balneário de Santa Terezinha.
A vítima é Margarete Rodrigues Schuch. O corpo tinha uma marca de disparo de arma de fogo na cabeça. De acordo com o delegado Antônio Carlos Ractz Jr., a mulher não teria sido assassinada no mesmo local onde o corpo estava. Ele informou que a suspeita é de que o cadáver tenha sido deixado na beira da estrada.
A Polícia não revelou mais detalhes da investigação. O corpo da mulher foi localizado na manhã desta quarta-feira, no quilômetro 04 da ERS-786. Em menos de 24 horas, o Litoral Norte registrou três assassinatos. Além do caso de Imbé, outras duas pessoas foram mortas em Capão da Canoa e Balneário Pinhal.
Fonte: Litoral na Rede
Em menos de três meses, o município Torres ultrapassou a quantidade de focos do
mosquito Aedes aegypti registrados em todo o ano passado. De janeiro a março de 2019, a
cidade já atingiu 470 focos positivos do inseto transmissor da Dengue, Zyca Vírus e Febre
Chikungunya, contra menos de 300 em todo o período de 2018.
Os bairros mais infestados do município são o Centro, com 253 focos, e a Praia da Cal
(incluindo o bairro Porto Alegre e São Francisco), com 132 focos. O Getúlio Vargas
tem 59 focos. Também houve registros na Guarita (08), no Igra (07), no Curtume (05),
na Vila São João (04) e Itapeva Norte (02). A equipe de agentes de endemias visitou 100% dos bairros Centro, Praia da Cal e Getúlio Vargas.
Nessa terça-feira (26), a equipe iniciou os trabalhos nos bairros Guarita e Curtume.
Já foram visitados 6.596 imóveis no município. Outros 2.438 imóveis estavam fechados e em
49 visitas os agentes não foram autorizado a entrar para fazer o trabalho. A Prefeitura
informou que segue em alerta para combater a proliferação do mosquito na cidade e volta a
pedir o apoio da população. O município de Torres não registra até o momento nenhum
caso confirmado de doenças relacionadas ao Aedes aegypti.
“Há uma grande quantidade de vetores no município, então a comunidade tem que nos
ajudar, olhando semanalmente as suas residências, comércios, prédios e terrenos baldios
para ver se tem algum acúmulo de água e eliminar qualquer tipo para conter a proliferação
do vetor”, afirma Lasier França, diretor de Vigilância em Saúde.
Bromélias e ralos
Quase 30% dos focos do mosquito em Torres foram encontrados em bromélias. A
orientação da Secretaria Municipal da Saúde é colocar água sanitária em cada depósito de
água da planta pelo menos quatro vezes por semana.
Nos ralos das casas e pátios também são encontrados muitos focos do mosquito. A
orientação é de que sejam cobertos com telas finas.

Fonte: Litoral na Rede
O dia 27 de março de 2004 ficou registrado na história do Brasil por consequência, como a data da passagem do primeiro furacão a se formar na costa do país e avançar sobre o território. Milhares de pessoas que residiam no Sul de Santa Catarina e Litoral Norte do Rio Grande do Sul puderam sentir na pele aquilo que só assistiam pela televisão: vivenciar a fúria da natureza em sua potência mais elevada.
O “Furacão Catarina” chegara em terra com ventos que atingiram os 180 quilômetros por hora – classificação categoria 3 na escala Americana de furacões, Saffir – Simpson. Como resultado trouxe muita devastação e perdas irreparáveis.
No dia 28 de março daquele ano a defesa civil contabilizava os prejuízos. A passagem do “Furacão Catarina” deixou 11 pessoas mortas e outras 518 feridas. 27,5 mil moradores ficaram desalojados, 35 mil residências foram danificadas, 114 arvores foram arrancadas pela raiz. 14 cidades entraram em situação de calamidade pública. Um prejuízo de R$ 14 bilhões. Algo sem precedentes que se tem notícia, relacionados a esse fenômeno.
O Gerente de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil de Santa Catarina, Frederico de Moraes Rudorff, trabalha em Florianópolis. Em 2004 fazia o mestrado em Geografia e participava de um projeto de pesquisa que estudava os desastres naturais. O objetivo era desenvolver e mapear os pontos onde aconteceram fenômenos severos da natureza.“Na época não tínhamos qualquer referência como lidar com uma situação de um furacão. Então nós baixamos o manual da Federal Emergency Management Agency (FEMA), que é a Agência Federal de Gestão de Emergências dos Estados Unidos da América. Fizemos a distribuição e divulgação do manual para toda imprensa. Estimulamos as pessoas a fazer a evacuação voluntária dos locais de alto risco”, explica.
“Uma informação que tínhamos, é de que a primeira borda do furacão que tocaria o continente teria ventos intensos vindos do quadrante sul. Fato que acabou acontecendo. Em seguida, entramos no olho do furacão. Uma calmaria absoluta. Nesse momento estávamos em Balneário Arroio do Silva e se dirigimos a praia para medir o avanço do mar. Mas um vento muito forte iniciou – se. Era tão absurda a intensidade das rajadas que tentamos voltar para o veículo e mau podíamos andar. Ficamos escorados em uma parede do antigo “Getulhão” no centro do Arroio. Pude ver as coisas serem destruídas a nossa volta, como postes, casas, pássaros e árvores. Era a segunda borda do furacão”, relembra Rudolf
O atual Coordenador Regional da Defesa Civil na AMESC, o Bombeiro Militar Sebastião Antônio de Souza estava de serviço nos bombeiros em 2004 e recorda da passagem do “Furacão Catarina”. “Nossa preocupação era deixar livre as passagens nas rodovias e estradas que davam acesso a hospitais aqui na região Sul”, lembra.
O que melhoramos na prevenção de furacões
O Estado de Santa Catarina foi um dos mais afetados pela passagem do furacão. A gestão pública passou a investir em tecnologia e qualificação de pessoas para lidar com esse tipo de fenômeno que até então é muito novo para todo país. Hoje o Estado é uma referência no assunto.Foi por causa da passagem do furacão que se criou no Estado o Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres de Santa Catarina (CIGERD). Localizado na sede da Defesa Civil em Florianópolis o sistema é interligado com mais 19 unidades e coordena todos os eventos. Através de videoconferência é possível realizar reuniões com as estruturas e órgãos do governo. Com isso é possível o gerenciamento da situação que é realizado pelo grupo de respostas coordenadas.
Secretário Executivo da Defesa Civil, Coronel Bombeiro Militar João Batista Cordeiro Júnior relembra como o Estado era e no que evoluiu para realizar a previsão de eventos climáticos como fora o “Furacão Catarina”. “Naquele ano os órgãos de Estado não tinham os radares meteorológicos espalhados por Santa Catarina nem, tampouco, contávamos com informações de satélite como as que temos hoje provenientes do satélite GOES 16”.
“Com isso nós conseguimos fazer uma previsão melhorada e dedicada as questões de Defesa Civil e através dela elaborar e emitir os alertas a população, sendo que as pessoas podem se precaver. De antemão o Estado pode deslocar forças tarefas do Bombeiro Militar, por exemplo, que naquela época não existiam. Deslocar equipes da Celesc. Tudo antes que o evento ocorra”, explica o secretário.
De acordo com o Climatologista da (EPAGRI), Márcio Sônego Santa Catarina tem aproximadamente 100 estações meteorológica, boias oceânicas que medem o níveo do mar, temos três radares meteorológicos, inclusive um deles está em Araranguá e foi instalado no Morro dos Conventos.
“Esse aparato somado aos radares da aeronáutica e imagens de satélites em tempo real nos dão muita precisão e segurança nas previsões. A equipe técnica EPAGRI CIRAM é bem mais qualificada o que garante uma previsão mais precisa e segura”, assegura Sônego.
Novo furacão pode vir ocorrer
Márcio Sônego alerta que sim. “Com o aquecimento global, e junto disso, o aquecimento do Atlântico Sul, existe chance sim de um novo evento do tipo ocorrer. A época mais propicia em geral, seria nas estações de verão e outono”. Exatamente a época que estamos vivenciando.
Fonte: W3 Revista
Mais de mil postos de trabalho foram fechados no Litoral Norte em fevereiro
Dados do Cadastro Geral de Empregados (Caged) apontam que 1.034 postos de trabalho formal foram fechados no Litoral Norte no mês de fevereiro, com a aproximação do fim da alta temporada de verão. O número é a diferença entre as admissões (2.628) e desligamentos (3.662).
Os números do mês passado são melhores que os de fevereiro de 2018, quando ocorreram 2.280 demissões a mais dos que contratações. Por outro lado, em janeiro de 2019 houve a criação de 1.322 vagas com carteira assinada
na região.
Os números do Caged foram divulgados nesta semana pelo Governo Federal. Saldo positivo nos últimos 12 meses
Entre março de 2018 e fevereiro de 2019, o Litoral Norte registrou a criação de 2.739 empregos formais. Foram 34.207 admissões e 31.468 desligamentos últimos 12 meses.
Entre os seis maiores municípios da região, cinco criaram vagas neste período e um manteve estabilidade no número de trabalhadores com carteira assinada.
Conforme o Caged, Capão da Canoa teve saldo positivo de 637 novos empregos formais. Tramandaí abriu 419 postos de trabalho com carteira assinada. Também houve crescimento em Santo Antônio da Patrulha (414), Imbé (242) e Osório (141). Em Torres, o número de contratações e demissões foi o mesmo nos 12 meses.
Fonte: Litoral na Rede – Agência Brasil
No ano em que a Igreja se prepara para viver junto com o Papa Francisco o Mês Missionário Extraordinário, o Regional Sul 3 da CNBB celebra seus 25 anos de presença missionária em Moçambique, no Continente Africano. A celebração será marcada por diversas atividades, sendo sinal que anima a missão ad gentes em meio às comunidades do Rio Grande do Sul.
Reunidos na sede da CNBB em Porto Alegre (RS), nesta quinta, 21 de março, representantes das diversas dioceses do Estado realizaram o lançamento do cartaz que marca os 25 anos deste projeto. A intenção é visibilizar a presença em Moçambique assumida pelo Regional, podendo as dioceses, a partir do cartaz, rezar e colaborar com a missão. Também participaram do ato de lançamento representantes da Conferência dos Religiosos do Brasil.
Avaliar e motivar a caminhada
O projeto Igrejas Solidárias tem o objetivo de ajudar a Igreja de Moçambique com o envio de missionários e missionárias, leigos, leigas, religiosos(as) e padres. Lá, auxiliam em duas paróquias da Arquidiocese de Nampula, distritos de Micane e Larde, na organização paroquial, animação dos ministérios e serviços, promoção das vocações presbiterais e religiosas, formando animadores e animadoras.
Atualmente são quatro missionários presentes em Nampula: as leigas Victória Holzbach, de Passo Fundo, e Rita Bandeira, de Bagé. Os padres Roni Mayer, de Santa Maria, e Martins, do Estado da Bahia. Pe. Domingos Rodrigues, de Bagé, retornou ao Brasil neste mês de março após 3 anos em missão. Os missionários e missionárias são enviados pelo Regional Sul 3 da CNBB, cultivam o respeito pela cultura e história do povo moçambicano promovendo a cooperação fraterna e inculturada.
A reunião realizada nesta quinta foi espaço para firmar o projeto, dando oportunidade para avaliar, retomar e motivar a experiência missionária ad gentes. A presença e participação das dioceses tem colaborado na animação e formação dos Conselhos Missionários Diocesanos, havendo um grande interesse dos bispos em poder indicar lideranças leigas e religiosas para dinamizar esses espaços.
Projeto Igrejas-Irmãs
Também há uma movimentação das dioceses em colaborar ainda mais com o projeto Igrejas-Irmãs. O objetivo do projeto é partilhar a fé, os dons da graça, as experiências pastorais, pessoas e recursos financeiros como gestos de caridade cristã para com as Igrejas da Amazônia e outras também necessitadas.
Visto como uma das maiores forças missionárias da Igreja no Brasil, o Projeto Igrejas-Irmãs, fundado em 1972, tem sido desenvolvido ininterruptamente até hoje. Somente a diocese de Caxias do Sul (RS), pioneira nesse projeto, enviou de 1972 a 1985, mais de 100 missionários para as regiões da Amazônia.
Seminaristas de todo o Brasil celebram a missão
Animando a experiência missionária dos Seminaristas do Brasil, e em conjunto com a celebração dos 25 anos de projeto missionário em Moçambique, o Rio Grande do Sul vai receber, nos dias 10 a 14 de julho, participantes do 3º Congresso Missionário Nacional de Seminaristas. O encontro será realizado na Diocese de Osório, na cidade de Santo Antônio da Patrulha, e é uma ação do Conselho Missionário de Seminaristas e das Pontifícias Obras Missionárias.
Nos mesmos dias e local, acontecerá a Formação Missionária Estadual, reunindo representantes dos conselhos missionários diocesanos, religiosos e religiosas pela Conferência dos Religiosos do Brasil no RS, e a juventude ligada ao Serviço de Evangelização da Juventude do Estado. Essa formação reforçará a missionariedade da Igreja e tem o objetivo de proporcionar um melhor aprofundamento sobre as práticas e ações missionárias que acontecem em todos os níveis na Igreja.
Moçambique estará presente
Para confirmar a intenção de que o projeto Igrejas Solidárias com Moçambique seja cada vez mais assumido, está confirmada a participação do bispo da Arquidiocese de Nampula, Dom Inácio Saure, IMC, durante as atividades que acontecem em Santo Antônio da Patrulha. Também estarão presentes os leigos Jorge e José, das paróquias de Micane e Larde.
Show de Evangelização
Os encontros missionários encerram no dia 13 de julho, com um grande Show de Evangelização aberto a todo o público, contando com apresentações artísticas e musicais do Grupo “Ir ao Povo”, de São Paulo, trazendo canções que marcam a missionariedade de toda a Igreja. Na abertura do show, será realizado o lançamento do documentário que está sendo produzido para celebrar os 25 anos de projeto.
Fonte: Diocese de Osório / POM
