A semana começa sem previsão de chuva e com temperaturas em ligeiro declínio ao longo dos próximos dias no Litoral Norte do Rio Grande do Sul.
Nesta segunda-feira (29) e na terça-feira (30), os termômetros na região não devem marcar mais do que 23ºC, conforme previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Já na quarta (1º) e na quinta (02), a máxima será de 21ºC. Para esta segunda-feira, o Inmet prevê tempo parcialmente nublado com possibilidade de nevoeiros pela manhã e pela noite. Na terça, o sol aparece entre poucas nuvens no Litoral. Na quarta, feriado do Dia do Trabalhador, a previsão é de tempo encoberto.
Já na quinta, o sol volta a aparecer entre nuvens. Para quinta-feira (02), o Inmet projeta mínimas de 14ºC em Osório, 15ºC em Cidreira e 16ºC em Tramandaí. Em Capão da Canoa e Torres, os termômetros devem registrar mínimas de 17ºC e 18ºC, respectivamente.
Fonte: Litoral na Rede
CLIMA
Vento forte e ressaca devem atingir a costa gaúcha, alerta Marinha

Foto: Diogo Torres
O Serviço de Meteorologia da Marinha do Brasil emitiu aviso de mau tempo nesta quartafeira (24) para parte da costa do Rio Grande do Sul, incluindo alguns município do Litoral Norte. Os alertas são de vento forte, mar agitado e ressaca.
Do meio dia desta quinta-feira (25) até a manhã de sábado (27) há previsão de vento forte no litoral gaúcho, com velocidade de 50 a 74 Km/h junto á costa do Estado. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou
alerta de tempestade na metade Sul, incluindo apenas dois municípios Litoral do Norte na área de abrangência: Tavares e Mostardas.
De acordo com a Marinha, também há previsão de mar agitado a partir de sexta-feira (26) ao meio-dia até sábado (27). As ondas em altomar deve variar entre 3 e 4 metros. O aviso de ressaca do mar incluiu o trecho entre Chuí e Tramandaí. Entre a madrugada e a noite de sexta-feira (26) há possibilidade de ondas de até 2,5 metros junto à Costa.
Conforme o Inmet, esta quinta-feira será marcada por pancadas de chuva e trovoadas em todo o Litoral Norte. Os termômetros devem marcar entre 18ºC e 24ºC na região. Na sexta e no sábado, a previsão é de tempo encoberto. O sol deve aparecer entre muitas nuvens apenas no domingo (28).
Fonte: Litoral na Rede
O dia 27 de março de 2004 ficou registrado na história do Brasil por consequência, como a data da passagem do primeiro furacão a se formar na costa do país e avançar sobre o território. Milhares de pessoas que residiam no Sul de Santa Catarina e Litoral Norte do Rio Grande do Sul puderam sentir na pele aquilo que só assistiam pela televisão: vivenciar a fúria da natureza em sua potência mais elevada.
O “Furacão Catarina” chegara em terra com ventos que atingiram os 180 quilômetros por hora – classificação categoria 3 na escala Americana de furacões, Saffir – Simpson. Como resultado trouxe muita devastação e perdas irreparáveis.
No dia 28 de março daquele ano a defesa civil contabilizava os prejuízos. A passagem do “Furacão Catarina” deixou 11 pessoas mortas e outras 518 feridas. 27,5 mil moradores ficaram desalojados, 35 mil residências foram danificadas, 114 arvores foram arrancadas pela raiz. 14 cidades entraram em situação de calamidade pública. Um prejuízo de R$ 14 bilhões. Algo sem precedentes que se tem notícia, relacionados a esse fenômeno.
O Gerente de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil de Santa Catarina, Frederico de Moraes Rudorff, trabalha em Florianópolis. Em 2004 fazia o mestrado em Geografia e participava de um projeto de pesquisa que estudava os desastres naturais. O objetivo era desenvolver e mapear os pontos onde aconteceram fenômenos severos da natureza.“Na época não tínhamos qualquer referência como lidar com uma situação de um furacão. Então nós baixamos o manual da Federal Emergency Management Agency (FEMA), que é a Agência Federal de Gestão de Emergências dos Estados Unidos da América. Fizemos a distribuição e divulgação do manual para toda imprensa. Estimulamos as pessoas a fazer a evacuação voluntária dos locais de alto risco”, explica.
“Uma informação que tínhamos, é de que a primeira borda do furacão que tocaria o continente teria ventos intensos vindos do quadrante sul. Fato que acabou acontecendo. Em seguida, entramos no olho do furacão. Uma calmaria absoluta. Nesse momento estávamos em Balneário Arroio do Silva e se dirigimos a praia para medir o avanço do mar. Mas um vento muito forte iniciou – se. Era tão absurda a intensidade das rajadas que tentamos voltar para o veículo e mau podíamos andar. Ficamos escorados em uma parede do antigo “Getulhão” no centro do Arroio. Pude ver as coisas serem destruídas a nossa volta, como postes, casas, pássaros e árvores. Era a segunda borda do furacão”, relembra Rudolf
O atual Coordenador Regional da Defesa Civil na AMESC, o Bombeiro Militar Sebastião Antônio de Souza estava de serviço nos bombeiros em 2004 e recorda da passagem do “Furacão Catarina”. “Nossa preocupação era deixar livre as passagens nas rodovias e estradas que davam acesso a hospitais aqui na região Sul”, lembra.
O que melhoramos na prevenção de furacões
O Estado de Santa Catarina foi um dos mais afetados pela passagem do furacão. A gestão pública passou a investir em tecnologia e qualificação de pessoas para lidar com esse tipo de fenômeno que até então é muito novo para todo país. Hoje o Estado é uma referência no assunto.Foi por causa da passagem do furacão que se criou no Estado o Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres de Santa Catarina (CIGERD). Localizado na sede da Defesa Civil em Florianópolis o sistema é interligado com mais 19 unidades e coordena todos os eventos. Através de videoconferência é possível realizar reuniões com as estruturas e órgãos do governo. Com isso é possível o gerenciamento da situação que é realizado pelo grupo de respostas coordenadas.
Secretário Executivo da Defesa Civil, Coronel Bombeiro Militar João Batista Cordeiro Júnior relembra como o Estado era e no que evoluiu para realizar a previsão de eventos climáticos como fora o “Furacão Catarina”. “Naquele ano os órgãos de Estado não tinham os radares meteorológicos espalhados por Santa Catarina nem, tampouco, contávamos com informações de satélite como as que temos hoje provenientes do satélite GOES 16”.
“Com isso nós conseguimos fazer uma previsão melhorada e dedicada as questões de Defesa Civil e através dela elaborar e emitir os alertas a população, sendo que as pessoas podem se precaver. De antemão o Estado pode deslocar forças tarefas do Bombeiro Militar, por exemplo, que naquela época não existiam. Deslocar equipes da Celesc. Tudo antes que o evento ocorra”, explica o secretário.
De acordo com o Climatologista da (EPAGRI), Márcio Sônego Santa Catarina tem aproximadamente 100 estações meteorológica, boias oceânicas que medem o níveo do mar, temos três radares meteorológicos, inclusive um deles está em Araranguá e foi instalado no Morro dos Conventos.
“Esse aparato somado aos radares da aeronáutica e imagens de satélites em tempo real nos dão muita precisão e segurança nas previsões. A equipe técnica EPAGRI CIRAM é bem mais qualificada o que garante uma previsão mais precisa e segura”, assegura Sônego.
Novo furacão pode vir ocorrer
Márcio Sônego alerta que sim. “Com o aquecimento global, e junto disso, o aquecimento do Atlântico Sul, existe chance sim de um novo evento do tipo ocorrer. A época mais propicia em geral, seria nas estações de verão e outono”. Exatamente a época que estamos vivenciando.
Fonte: W3 Revista
O verão 2018/2019 se encaminha para o fim. Amanhã, quarta-feira (20), às 18h58, começa o outono e a nova estação na região Sul do Brasil deve ser marcada pela influência do aquecimento das águas dos oceanos Atlântico e Pacífico.
O prognóstico do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) aponta que o outono no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná será com temperaturas e chuvas acima da média. A estação, no entanto, não costuma ser marcada por altos índices pluviométricos.
O Instituto indica ainda a presença, nos próximos meses, de um El Niño de fraca intensidade devido ao aquecimento do Oceano Pacífico. O Inmet não descarta, no entanto, o registro de dias mais frios e, até mesmo de geadas, especialmente nas áreas serranas da região Sul do país, com a aproximação do inverno. A estação mais fria do ano começa em 21 de junho.
Fonte: Litoral na Rede
Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTec/Inpe) emitiu um aviso, nesta segunda-feira (11), de chuvas intensas para esta terça (12) em todo o litoral gaúcho.
De acordo com o órgão, ocorrerão pancadas de chuva que, localmente, serão de forte intensidade, acompanhadas de descargas elétricas e rajadas de vento.
Além disso, não é descartada a queda de granizo e grande quantidade de chuva em curto espaço de tempo de forma mais localizada.
Em caso de emergência, ligue para a Defesa Civil. O número telefônico é o 199.
Fonte: Litoral na Rede
Marinha emite alerta de ressaca, ventos fortes e ondas altas no Litoral
Ventos de até 75 km/h devem atingir a costa gaúcha de hoje (08) até domingo (10) pela manhã. Segundo a Marinha, as rajadas terão direção de Nordeste/Noroeste, variando também para Sudoeste e Sudeste.
A mudança do tempo também deve resultar em outras situações, como ressaca em todo Litoral. As ondas deverão alcançar os 2,5 metros de altura.
Especificamente para o Litoral Sul gaúcho, a Marinha comunicou que entre esta sexta à noite e domingo, as ondas do mar tendem a chegar aos 4 metros de altura com direção de Sul a Sudeste.
Fonte: Litoral na Rede

Foto: Jackson Ciceri
Se depender da previsão do tempo, a praia está garantida no último fim de semana do mês de fevereiro no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. A previsão é de predomínio de sol e muito calor, com temperaturas acima dos e 30ºC no próximo sábado (23) na região.
De acordo com o Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (Cpetc / Inpe), nesta quinta e sexta-feira (21 e 22) o Litoral terá tempo parcialmente nublado. Apenas na região de Torres há possibilidade de chuva a tarde na
sexta-feira. Já para o fim de semana, o calor deve aumentar. Segundo o Cpetec/ Inpe, no sábadoos termômetros atingem entre 33ºC e 34ºC e há possibilidade de pancadas de chuva em toda a região apenas a tarde.
No domingo (24), as temperaturas caem um pouco, especialmente na parte mais ao sul da região, entre Imbé e Tavares. Mesmo assim, será quente com máximas de quase 30ºC. Em Capão da Canoa e Torres, o dia ainda deve
registrar máximas acima dos 30ºC. Deve chover apenas no fim da tarde.
Veja as temperaturas previstas pelo Cpet/Inpe:
Tramandaí / Imbé
Quinta – 22ºC a 28ºC
Sexta – 23ºC a 29ºC
Sábado – 24ºC a 34ºC
Domingo – 23ºC a 29ºC
Capão da Canoa / Xangri-lá
Quinta – 22ºC a 29ºC
Sexta – 23ºC a 29ºC
Sábado – 25ºC a 33ºC
Domingo – 23ºC a 32ºC
Osório
Quinta – 21ºC a 29ºC
Sexta – 23ºC a 30ºC
Sábado – 24ºC a 34ºC
Domingo – 23ºC a 29ºC
Cidreira / Balneário Pinhal
Quinta – 22ºC a 28ºC
Sexta – 23ºC a 28ºC
Sábado – 23ºC a 33ºC
Domingo – 21ºC a 27ºC
Torres
Quinta – 20ºC a 29ºC
Sexta – 22ºC a 29ºC
Sábado – 25ºC a 34ºC
Domingo – 24ºC a 34ºC
Fonte: Litoral na Rede
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e o Centro de Hidrografia da Marinha do Brasil emitiram avisos que apontem para possibilidade de elevado acumulado de chuva, vento forte e ressaca do mar no Litoral Norte do Rio Grande do Sul.
O comunicado do Inmet indica para a possibilidade de 30 a 60 mm/h ou 50 a 100 mm/dia. O alerta laranja entrou em vigor na madrugada desta segunda-feira (11) e segue até o início desta terça-feira (12) em todo o Rio Grande do Sul.
Já os avisos da Marinha do Brasil, de vento forte, mar agitado e ressaca do mar na Costa Sul do Brasil, vale a partir da 0h desta terça-feira (12). A projeção é de vento com velocidade entre 50 e 61 Km/h e rajadas de até 74 Km/h. O Centro de Hidrografia indica ainda onde de 3 a 4 metros em alto-mar e ressaca, com ondes de até 2,5 metros próximo à costa.
Fonte: Litoral na Rede
Fake News: institutos de meteorologia desmentem que fevereiro será o mais quente da história
Nos últimos dias, a informação de que o Brasil teria o mês de fevereiro mais quente da história e sem chuva viralizou na internet, especialmente por mensagens do Whatsapp. A “notícia” alarmista, no entanto, é falsa, garantem os principais centros de meteorologia do país, que inclusive são citados na Fake News.
O texto de autoria desconhecida afirma: “segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) e Institutos do Chile, divulgam que será o fevereiro mais quente que se terá registro na história das medições”. E vai além: “não há previsão para um dia sequer de chuva”. Mais uma mentira. No Litoral Gaúcho, por exemplo, teve chuva nos dois primeiros dias do mês.
Em nota, o diretor do Inmet Francisco de Assis Diniz, afirma que “o texto recentemente veiculado sobre uma previsão de forte onda de calor no mês de fevereiro não procede, não possui qualquer fundamento técnico/ científico e nenhuma base de estudo ou pesquisa climatológica ou de previsão climática, tratando-se, portanto, de uma notícia falsa.”
O Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais ( Cptec/ Inpe) informou em nota que “não há previsão que concorde com essa notícia, nem base de dados que corrobore com a previsão citada para o mês de fevereiro”.
Os meteorologistas do Cptec lembram ainda que “as previsões climáticas são elaboradas em termos de médios para o trimestre alvo, o que não descarta a ocorrência de dias isolados com a ocorrência de temperaturas máximas extremas.”
Sobre a afirmação de que não choveria nenhum dia neste mês, o Cptec salienta que a previsão feita em conjunto com a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) pata o período de fevereiro a abril prevê chuva acima da média em parte do país e abaixo da médio em outras regiões, entre elas o Rio Grande do Sul.
Em relação à temperatura, o Cptec estima que deverá ficar acima da média no Brasil, com exceção do Norte e do Nordeste do País.
Veja a nota na íntegra do Cptec/Inpe:
“Há uma notícia sendo divulgada pela internet de que o mês de fevereiro será o mais quente da história do Brasil. O CPTEC esclarece que não há previsão que concorde com essa notícia, nem base de dados que corrobore com a previsão citada para o mês de fevereiro.
Lembrando que as previsões climáticas são elaboradas em termos de médios para o trimestre alvo, o que não descarta a ocorrência de dias isolados com a ocorrência de temperaturas máximas extremas.
A falsa notícia que está circulando cita também erroneamente que não haverá a ocorrência de chuva no mês de fevereiro. No entanto a previsão climática oficial realizada pelo CPTEC/INPE, em conjunto com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (FUNCEME), para o trimestre FevereiroMarço-Abril indica maior probabilidade de chuvas na categoria acima da faixa normal
climatológica para os estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Região Norte do Piauí e Acre. No Sul do Rio Grande do Sul, Pará, Norte e Leste do Amazonas, Roraima e Tocantins, a categoria prevista mais provável é de acumulados de chuva abaixo da faixa normal.
Em relação à temperatura a 2m, as previsões indicam maior probabilidade de ocorrência de valores acima da categoria normal em todo país, com algumas exceções para a região Norte do Nordeste, onde a temperatura deve ficar dentro da faixa normal.
CPTEC/INPE”
Fonte: Litoral na Rede

Foto: TripAdvisor
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um aviso meteorológico que indica para a possibilidade chuva forte entre a tarde desta quinta-feira (31) e o início da madrugada de sexta-feira (01) em algumas regiões do Rio Grande do Sul, Santa Catarina a Paraná. Entre as áreas que podem ser afetadas, segundo o aviso, está o Litoral do três estados.
O Inmet informa que há chance de chuva de 20 a 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia. Também indica ventos de 40 a 60 Km/h e possibilidade de queda de granizo em pontos isolados da região sul do Brasil.
Segundo o aviso, é baixo o risco de prejuízos como corte de energia elétrica, queda de galhos ou alagamentos. Por outro lado, o Cptec / Inpe, outro importante instituto de meteorologia, prevê pancadas de chuva entre o fim da tarde e noite desta quinta-feira, mas até às 9h30 não havia emitido nenhum alerta meteorológico.
Calor de quase 40ºC no Litoral A chuva deve chegar e reduzir um pouco as temperaturas na região a partir desta sextafeira (01). Nessa quarta-feira (30), o Litoral Norte registrou temperatura de quase 40ºC. Em Tramandaí, a estação automática do Inmet marcou 39,3ºC durante a tarde. A noite e a madrugada também foram de calor. A temperatura mais baixa registrada no município nesta quinta-feira foi antes do amanhecer: 25,8ºC.
Em Torres, a máxima na tarde passada foi de 36,3ºC. E durante a madrugada de hoje, a mínima também foi elevada: 24,6ºC. Para o fim de semana, o Inmet indica temperaturas mais amenas na região . No sábado (02) e no domingo (03) o tempo deve ficar encoberto, mas sem chuva, segundo o Instituto.
Veja as temperaturas previstas pelo Inmet em algumas cidades:
Tramandaí / Imbé
Sábado – 25ºC a 28ºC
Domingo – 23ºC a 25ºC
Capão da Canoa
Sábado – 25ºC a 28ºC
Domingo – 24ºC a 25ºC
Osório
Sábado – 24ºC a 28ºC
Domingo – 20ºC a 24ºC
Torres
Sábado – 25ºC a 28ºC
Domingo – 23ºC a 26ºC
Fonte: Litoral na Rede
