Durante três dias, biólogos e médicos veterinários buscaram alternativas para salvar uma Baleia Jubarte, que encalhou viva em Mostardas, no Litoral do Rio Grande do Sul. A Patrulha Ambiental (Patram), especialistas do Centro de Estudos Limnológicos e Marinhos (Ceclimar/Ufrgs) tentaram melhorar as condições do animal para uma possível operação de desencalhe.
Como a baleia não reagiu ás tentativas de reanimação, a eutanásia foi concluída na noite do último sábado (02). Depois do acompanhamento, especialistas do Centro de Recuperação de Animais Marinhos (Ceram) avaliaram que a baleia estava extremamente desnutrida e debilitada e não resistiria a uma operação de desencalhe.
De acordo com a Patram, foram aplicados inicialmente anestésicos e após a medicação para abreviar o sofrimento da jubarte. O trabalho foi acompanhado por profissionais do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Fonte: Litoral na Rede
MEIO AMBIENTE
Prefeitura de Passo de Torres lança Projeto Piloto para Coleta Seletiva

A Prefeitura Municipal de Passo de Torres, através da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, inicia na próxima segunda feira dia 25, a execução do Projeto de Coleta Seletiva no município. O Projeto observa em seu conteúdo alguns aspectos relevantes, sendo principalmente a adequação da administração à Lei Federal 12.305/10, que segue uma tendência mundial baseada em experiências bem sucedidas de práticas de sustentabilidade já praticadas em países desenvolvidos.
O texto da Lei deixa claro que o Brasil persegue metas de desenvolvimento sustentável, reconhecendo nos projetos seus potenciais econômicos sem desprezar a geração de emprego e renda e respeito ao meio ambiente. Também busca incentivar o diálogo sobre o meio ambiente, divulgação de ações e sobretudo gerar conteúdo de Educação Ambiental visando as gerações do presente e do futuro.
A Secretaria do Meio Ambiente firmou parceria com Trabalhadores do município que fazem parte da CECOBE Cooperativa, entidade que atua no setor, para a realização da iniciativa. Em um primeiro momento será executado um Projeto Piloto, com coleta de dados sobre o serviço prestado, de quantidade, qualidade e efetividade, para logo a seguir baseado nesses números ser instaurado o Projeto definitivo.
A coordenadora da CECOBE no município, Josiane Beninca, coloca a sua expectativa no Projeto, afirmando que “Estamos motivados para fazer com que esse projeto de certo, nos preparamos para esse momento e contamos com a colaboração de toda a comunidade, moradores, veranistas e comerciantes”.
Roger Maciel, Secretário de Meio ambiente, dialoga no sentido de buscar soluções na questão ambiental de forma permanente e a Coleta Seletiva é uma delas, apostando que “O Projeto Piloto vem ao encontro dos anseios da população, que há muito tempo vem pedindo pela coleta seletiva, além disso, estaremos divulgando os locais onde o projeto irá atuar para que as pessoas possam separar seus resíduos e melhorar ainda mais a coleta”.
Seguindo a mesma linha de raciocínio o Prefeito Jonas disse “Estaremos fomentando as cooperativas de catadores, estimulando a geração de trabalho, emprego e renda, proporcionando maior dignidade aos catadores da nossa cidade, além do desenvolvimento sustentável do município”.
Fonte: Assessoria de Imprensa
Por desconhecimento da legislação e dos efeitos do glifosato sobre a saúde humana e o meio ambiente, a capina química é realizada em áreas urbanas da cidade de Torres. Em dezembro de 2018, o herbicida foi aplicado na calçada de um prédio residencial e comercial, no Centro de Torres e em horário de grande fluxo de pessoas. De acordo com o Centro Ecológico no Litoral Norte, “ao realizar a capina química, além de contaminarem outras pessoas, animais, solo, água – e se contaminarem -, estão violando a legislação, uma vez que a
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) dispõe que, mesmo no mercado e registrados pelo Instituto Nacional do meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), os produtos para prática da capina química não estão autorizados nem pela Anvisa, nem por qualquer outro órgão para área urbana. Também não existe nenhum outro “produto agrotóxico registrado para tal finalidade.
Fonte: Centro Ecológico
No primeiro levantamento sobre o Aedes em 2019, Torres passou de baixo para médio risco de infestação
O primeiro Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) feito em Torres este ano, constatou que o município saiu de baixo para médio risco de infestação do mosquito, principal transmissor da Dengue, Febre Chikungunya, Zika Vírus e Febre Amarela.
No final de 2018, o levantamento havia apontado baixo risco de infestação do Aedes, mas no começo deste ano, o panorama mudou. Para a Vigilância Ambiental, o motivo do aumento do risco foi devido o período chuvoso, que faz aumentar os focos do mosquito em potes, vasos e pneus, somado ao acúmulo de lixo domiciliar, além de outros depósitos, como as bromélias.
O levantamento iniciado no dia 4 de fevereiro detectou ainda que 44% dos criadouros do mosquito estão em pequenos depósitos, como prato de vaso de flor, baldes, potes, etc. Em seguida, aparecem os depósitos naturais, principalmente as bromélias, com 29% dos focos.
Durante a pesquisa foram visitados 1,3 mil imóveis em 22 localidades. Entre os que apresentam maiores riscos estão: Centro, Getúlio Vargas, Igra, Praia da Cal, Curtume e Guarita.
De acordo com o biólogo Lasier França, diretor de Vigilância em Saúde, o foco da equipe de combate as endemias será nos bairros mais infestados, mas sem esquecer das outras localidades que não apresentaram a presença do mosquito.
A orientação da Vigilância Ambiental é que o morador destine pelo menos 10 minutos por semana para observar se existem locais de foco do mosquito, nos pontos com água parada e concentração de lixo.
Fonte: Prefeitura de Torres
Coleta seletiva é realizada às quartas-feiras em Dom Pedro de Alcântara
O recolhimento do lixo reciclável continua sendo realizado todas às quartas-feiras em Dom Pedro de Alcântara. O Departamento de Gestão Ambiental do município solicita aos moradores que deixem os resíduos sólidos (materiais recicláveis) em frente as suas casas um dia antes da coleta. Além disso, a chefe do departamento de gestão ambiental municipal, Fabiana Dimer, pede que os moradores separem o lixo seco do orgânico (restos de comida, papel higiênico usado, embalagens muito engorduradas, etc). “É importante que ensaquem cada tipo de resíduo separadamente para que tenhamos uma melhor otimização do material reciclável”, destacou ela.
A coleta seletiva está sendo realizada por um caminhão da Central de Coleta e Beneficiamento (Cecobe), cooperativa que vem melhorando os índices de coleta e aproveitamento do material reciclável. Este material que pode ser reaproveitado é, posteriormente, encaminhado a central de triagem em Torres.
Coleta seletiva é o termo utilizado para o recolhimento dos materiais que são possíveis de serem reciclados, previamente separados na fonte geradora. Dentre estes materiais recicláveis podemos citar os diversos tipos de papéis, plásticos (desde que não estejam demasiadamente engordurados), metais e vidros. A separação do lixo evita a contaminação dos materiais reaproveitáveis, aumentando o valor agregado destes e diminuindo os custos de reciclagem.
Para mais informações sobre a coleta seletiva de Dom Pedro de Alcântara, entre em contato com o departamento de gestão ambiental do município por meio do telefone 3664-0011.
Lei autoriza Prefeitura a limpar terreno particular e cobrar do proprietário em Arroio do Sal
Desde o dia 19 de dezembro de 2018, a Prefeitura de Arroio do Sal ficou autorizada a limpar terrenos particulares sempre que necessário e enviar a conta aos proprietários após a realização do serviço.Sancionada pelo Prefeito Affonso Flávio Angst (Bolão), a Lei Municipal 2.634/2018 diz que o proprietário, titular do domínio útil ou possuidor, a qualquer título de imóvel situado em zona urbana do Município e em logradouros pavimentados ou não, é obrigado a manter limpos os terrenos, edificados ou não.
O Executivo notificará os responsáveis para, no prazo de quinze dias, darem cumprimento ao instituído nesta Lei. Caso a limpeza não seja efetuada, haverá aplicação de multa correspondente a um Valor de Referência Municipal (VRM).
Caso a limpeza não seja efetuada, mesmo após multa, a Prefeitura ganha autonomia para executar a limpeza, cobrando o valor correspondente a 0,80% do Valor de Referência Municipal (VRM), por metro quadrado de área do imóvel a ser limpo.
Executada a limpeza do terreno urbano, o Município procederá ao lançamento do valor correspondente e intimará o responsável a recolher a quantia devida dentro do prazo de trinta dias.
A solicitação de limpeza pode ser efetuada através de protocolo, diretamente no balcão de atendimento ou via telefone: (51) 3687-3500.
Pesquisa inédita com animais marinhos envolve a participação da comunidade no Litoral Norte
Se você mora ou está passeando no Litoral Norte, poderá se deparar nos próximos dias com
garrafas de vidro ou carcaças de animais marinhos com uma etiqueta de identificação. E, mesmo não sendo um cientista, poderá contribuir muito para uma pesquisa inédita sobre a fauna na Costa do Rio Grande do Sul. O estudo começa a ser aplicado nesta terça-feira (05). O objetivo é compreender como ocorre a deriva de animais marinhos em alto mar, em função da força dos ventos e das correntes marinhas. As garrafas e carcaças serão lançadas de um barco entre Tramandaí e Cidreira e a intenção é que elas sejam recuperadas com ajuda de moradores e visitantes da região os envolve a participação da comunidade no Litoral Norte.
Quem encontrar algum desses animais ou garrafas deve anotar a data, hora e local e avisar os
pesquisadores pelo telefone ou email que constam nas etiquetas de identificação.
A pesquisa A pesquisa coordenada pelo GEMARS, com apoio do FUNBIO e parceria com o CECLIMAR/UFRGS, UERGS
e UNISINOS, tem por objetivo compreender como ocorre a deriva de animais marinhos em alto mar, em função da força dos ventos e das correntes marinhas. O estudo faz parte do projeto Conservação da Toninha no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. “Com essas informações, poderemos entender melhor, por exemplo, quanto tempo um animal que morre em alto mar leva para chegar até as nossas praias”, explica o professor Paulo Ott, da UERGS e pesquisador do GEMARS.
A pesquisa também faz parte da tese de doutorado do biólogo Maurício Tavares, do CECLIMAR/UFRGS. Ao longo do ano, estão programados quatro experimentos, sendo o primeiro a partir desta terça-feira. Tavares explica que, com o auxílio de uma embarcação, serão realizadas cinco estações de amostragem entre Tramandaí e Cidreira. Em cada um desses pontos, serão lançadas garrafas de vidro, que atuarão como flutuadores, e carcaças frescas de animais marinhos (toninhas, tartarugas, pinguins e outras aves marinhas) que foram encontrados mortos nas praias gaúchas. Com a participação da população, os pesquisadores esperam recuperar o maior número possível de carcaças e garrafas lançadas em alto mar. “O auxílio da comunidade será fundamental para o sucesso do projeto. Assim, poderemos saber com maior precisão o tempo e a distância percorrida pelos objetos”, destaca Tavares.
Fonte: Litoral na Rede
Educação faz acolhida das equipes diretivas nos ambientes do Projeto Geoparque
Devido a proximidade da abertura do ano letivo municipal, dia 18 de fevereiro, na tarde desta segunda-feira, 4 de fevereiro, a Secretaria Municipal de Educação recepcionou as equipes diretivas com uma visita à exposição geológica e cultural “Território Geoparque Cânions do Sul”. No evento, a secretária de Educação, Sílvia Teixeira Pereira; diretores, vice-diretores, supervisores e orientadores das Escolas Fundamentais e de Educação Infantil foram ao Museu do Parque da Guarita, local da mostra, para conhecerem detalhes sobre o Geoparque. O prefeito Carlos Souza prestigiou a cerimônia de acolhida às equipes.
Em sua fala, o prefeito elogiou a iniciativa da Secretaria em agregar o pessoal da Educação em torno do Geoparque Cânions do Sul. Destacou que o Projeto visa impulsionar o desenvolvimento sociocultural, econômico e ambiental da região, buscando o reconhecimento da região como um Geoparque Mundial, por reunir neste território, sítios geológicos de relevância internacional. Desejou um ótimo ano letivo a todos os diretores e suas equipes de trabalho, salientando a importância da união para que os resultados sejam alcançados. com sucesso.
As equipes diretivas receberam orientações da geóloga da Prefeitura, Maria Elisabeth da Rocha sobre o Projeto Geoparque Cânions do Sul. A exposição é itinerante e pode ser visitada no Museu até o dia 30 de março, sempre das 14h às 18h. As equipes foram ao Parque por meio da Jardineira da Torrescar, através da Rota Turística de Torres sob orientação do professor Geraldo. Após esta visita, com o propósito de organizar o ano letivo municipal, foi realizada uma reunião com os professores na Secretaria de Educação. O Projeto compreende sete municípios do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina: Cambará do Sul, Jacinto Machado, Mampituba, Morro Grande, Praia Grande, Torres e Timbé do Sul.
Fonte: Prefeitura de Torres

Fotos: Mar Pedro Abreu – Fotografia
O dia estava amanhecendo quando um grupo de surfistas voluntários em parceria com a equipe de guarda-vidas de Torres iniciava uma ação especial para proteger o meio ambiente. O destino eram as grutas do Morro das Furnas, no município. Mesmo sendo locais de difícil acesso, esses recantos da natureza se transformam em depósitos de lixo.
Na quinta-feira (31), a missão do grupo de voluntários era retirar das furnas os resíduos, jogados no mar ou deixados nas praias, que são trazidos para as aberturas do morro pelas correntes marinhas.
Eles recolheram aproximadamente 50 quilos de lixo. Os materiais mais encontrados foram pedaços de isopor, seguidos de garrafas plásticas e resíduos de pesca. Objetos inusitados também estavam no local como mais de 10 chinelos e até uma luz de emergência. O coordenador do projeto “Praia Limpa Torres”, Alexis Sanson, destaca que “o objetivo é sensibilizar a todos do enorme impacto que o lixo marinho faz neste verdadeiro santuário da natureza”.
Desde 2014, a Companhia dos Guarda-Vidas de Torres apoia a atividade dos voluntários. O comandante, major Deoclides da Silva Rosa, considera que é “uma ação de extrema importância se quisermos deixar um legado
para as futuras gerações”. Ele ainda questiona: “Se não cuidarmos das nossas praias, da natureza, como estarão daqui alguns anos?”
O biólogo e surfista Jonas Brocca estava entre os voluntários. Ele avalia que a divulgação de iniciativas como esta pode sensibilizar as pessoas sobre o grave problema do lixo nos oceanos. “Ano após ano tem-se visto um exponencial crescimento na morte de animais relacionados com o plástico e demais resíduos (nos oceanos)”, alertou Jonas.
O mutirão reuniu apenas voluntários e guarda-vidas que conhecem muito bem o local, devido ao elevado risco de acidentes. Acessar as furnas é muito perigoso e a orientação para as pessoas é que não se aventurem e respeitem a sinalização instalada no Morro das Furnas.
Fonte: Litoral na Rede
Educação catarinense publica editais para compra de produtos da agricultura familiar
Com investimento de até R$ 34,5 milhões, a Secretaria de Estado da Educação (SED) lançou, na segunda-feira (28), os editais para compra dos produtos da agricultura familiar para a alimentação escolar. A novidade é que, a partir deste ano, os editais terão validade de dois anos, anteriormente, a vigência era de apenas um. A entrega dos produtos se dará a partir do segundo semestre de 2019.
“Além de garantirmos ainda mais qualidade na alimentação servida aos estudantes, valorizamos a produção local, fomentando o desenvolvimento econômico do nosso Estado e, nesta Chamada Pública de 2019, estamos assegurando aos agricultores um período maior para o planejamento da produção e comercialização dos produtos”, aponta o responsável pela diretoria de Articulação com os Municípios, Osmar Matiola. 
Os editais são divididos em dois tipos de aquisições: os que não estragam com facilidade e os alimentos que geralmente necessitam de armazenamento refrigerado e/ou devem ser consumidos mais rapidamente. Com o aporte de R$ 26,8 milhões para o primeiro grupo, serão comprados 19 alimentos menos perecíveis, como arroz, feijão, macarrão, biscoito integral, farinha de mandioca, sucos integrais entre outros. Estes alimentos serão destinados a todas as escolas da rede estadual de ensino. As propostas deste grupo deverão ser entregues até 20 de fevereiro, conforme edital disponível no site www.sc.gov.br
O valor de até R$ 7,7 milhões será destinado para compra dos itens perecíveis como maçã, pinhão, filé de tilápia, banana, ovos e frango, que até o ano passado eram adquiridos de fornecedores comuns. As propostas destes produtos, entregues ponto a ponto pelas cooperativas da agricultura familiar do Estado serão recebidas até 18 de fevereiro.
Podem participar instituições como cooperativas, associações e entidades que detenham Declaração de Aptidão ao PRONAF – Pessoa Jurídica comprovando a participação de, no mínimo, 60% de agricultores familiares.
Fonte: Jornal Amorim
Devido a proximidade da abertura do ano letivo municipal, dia 18 de fevereiro, na tarde desta segunda-feira, 4 de fevereiro, a Secretaria Municipal de Educação recepcionou as equipes diretivas com uma visita à exposição geológica e cultural “Território Geoparque Cânions do Sul”. No evento, a secretária de Educação, Sílvia Teixeira Pereira; diretores, vice-diretores, supervisores e orientadores das Escolas Fundamentais e de Educação Infantil foram ao Museu do Parque da Guarita, local da mostra, para conhecerem detalhes sobre o Geoparque. O prefeito Carlos Souza prestigiou a cerimônia de acolhida às equipes.