Na tarde de ontem, quinta-feira, 04, técnicos do Instituto Geral de Perícia de Araranguá estiveram no local, onde por volta das 09h30min da manhã do mesmo dia, Joaquim da Silva Jesuino, 46 anos, mais conhecido como “Passarinho”, morreu eletrocutado ao trocar uma lâmpada de um poste de iluminação pública, no bairro Jardim das Avenidas.
A perícia foi realizada com a presença de trabalhadores da Celesc e de funcionários da Administração Municipal de Araranguá, com intuito de apontar a causa da morte do funcionário público e como o acidente aconteceu. A perícia constatou que um cabo de fibra ótica (internet) estava energizado com 220voltz.
Possivelmente a vítima encostou o braço no parafuso energizado, recebendo o choque elétrico, vindo a óbito. De acordo com o Responsável pelo Núcleo Regional de Perícia de Araranguá, Gelson Emerim Prudêncio, o laudo pericial será encaminhado ao delegado, que vai instaurar um Inquérito Policial para apurar o acidente.
Fonte: Portal Agora Sul
Um homem foi agredido com golpes de faca em via pública, na noite da última quarta-feira (03), em Osório. A vítima de 41 anos pedia por socorro e estava caída na Rua Sidônio Ramos de Oliveira, no bairro Caravaggio. Ele foi encontrado por populares que avisaram a Brigada Militar (BM) e chamaram o Samu.
De acordo com as informações da BM, o homem foi encaminhado ao hospital e com ferimentos nas costas. A vítima relatou aos policiais que seu próprio sobrinho, menor de idade, seria o autor das facadas.
Fonte: Litoral na Rede
Estudantes poderão renegociar dívida do Fies a partir de 29 de abril

Foto: ilustração
Estudantes que têm dívidas com o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) poderão solicitar a renegociação dos valores devidos entre os dias 29 de abril a 29 de julho. O prazo foi divulgado nesta quarta-feira (03), em portaria do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia do Ministério da Educação (MEC) responsável pela execução do programa.
As regras para a renegociação foram divulgadas no ano passado. Podem ser renegociados os contratos com atraso no pagamento de pelo menos 90 dias e que ainda estiverem no período de amortização e não tenham sido alvo de ação judicial pelo agente financeiro. A medida vale para os contratos de financiamentos concedidos até o segundo semestre de 2017.
Os contratantes do Fies terão duas opções: o reparcelamento, que permite estender o prazo de pagamento da dívida para até 48 parcelas mensais, além de incluir os estudantes com contratos mais antigos na campanha de renegociação; e o reescalonamento, que possibilita diluir os valores em atraso nas parcelas a vencer.
Para isso, deverá ser paga uma parcela de entrada, em espécie, correspondente ao maior valor entre 10% do valor consolidado da dívida vencida e R$ 1 mil. O valor da parcela mensal de amortização resultante da renegociação não
poderá ser inferior a R$ 200, mesmo que implique a redução do prazo remanescente contratual.
O estudante financiado interessado em renegociar a dívida com o Fies deverá apresentar-se na agência bancária onde firmou o contrato, com um ou mais fiadores, cuja renda não poderá ser menor do que o dobro do valor da nova prestação calculada, respeitando o tipo de garantia contratada.
Fies
Fies oferece financiamento para cobrir os custos das mensalidades de instituições privadas de ensino superior. O programa foi reformulado em 2017 e, a partir de 2018, passou a ofertar financiamentos em duas modalidades. A primeira é financiamento com juro zero para os estudantes que tiverem renda per capita mensal familiar até três salários mínimos. Nessa modalidade, o aluno começará a pagar as prestações respeitando o limite de renda.
A segunda é a denominada P-Fies, destinada aos estudantes com renda per capita mensal familiar até cinco salários mínimos. A modalidade funciona com recursos dos fundos constitucionais e de Desenvolvimento e com recursos dos bancos privados participantes.
Neste ano, o Fies oferece 100 mil vagas na modalidade juro zero e 450 mil na modalidade P-Fies, de acordo com o MEC.
Fonte: Litoral na Rede / Agência Brasil
Trapiches irregulares no Passo de Torres são retirados do Rio Mampituba

Fotos: Sec. Meio Ambiente – Passo de Torres
Na manhã desta quinta-feira, 4 de abril, servidores da Secretaria de Obras de Passo de Torres/SC, por solicitação da Secretaria de Meio Ambiente, retiraram das margens do rio Mampituba trapiches improvisados e construídos sem licença ambiental para pesca.
De acordo com o secretário de Meio Ambiente, Roger Maciel, a secretaria recebeu algumas denuncias alertando sobre o risco de crianças que estavam acessando o local caírem no rio Mampituba.
“A obra foi construída por pescadores sem licença e sem nenhum tipo de estudo e como se trata de uma área de proteção permanente, a fiscalização ambiental acionou a Secretaria de Obras para a retirada dos trapiches, especialmente, para evitar uma tragédia pior”, explicou o secretário.
Central de Jornalismo – Rádio Maristela
Com Fundo Nacional de Solidariedade, Igreja oferece apoio a projetos sociais em todo Brasil
Uma importante ferramenta de emancipação cidadã foi instituída pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em 1998, durante a 36ª Assembleia Geral da entidade, com o propósito de promover a sustentação da Ação Social da Igreja Católica no Brasil. Trata-se do Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) e o Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS), que financiam empreendimentos locais e ambientalmente sustentáveis, fomentando o desenvolvimento comunitário com base nas necessidades, práticas e culturas locais.
À época, a Cáritas Brasileira, entidade de promoção e atuação social vinculada à CNBB, teve papel importante na gestão dessas ferramentas. A experiência na administração de fundos de apoio a pequenos projetos, ancorada numa perspectiva pedagógica não assistencial e sustentada por formas de relações de trocas comunitárias solidárias – próprias das culturas locais –, financiadas com recursos da Cooperação Internacional credenciou o organismo da CNBB para assumir os processos de animação, administração e gerência do FNS e do FDS até o ano de 2014.
Em 2015, os Fundos de Solidariedade passaram a ser geridos diretamente pela CNBB, através do Conselho Gestor e de seu Departamento Social, com a finalidade de apoiar os projetos sociais da CNBB, em nível nacional. “O Fundo Nacional de Solidariedade é um gesto de conversão, de solidariedade do tempo quaresmal. Na Quaresma nós sempre refletimos sobre a realidade que desejamos mudar ou que necessita de conversão. Fruto dessa conversão é a Coleta da Campanha da Fraternidade. O FNS é vital para a nossa igreja, porque é uma ação em favor dos nossos irmãos”, aponta o secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner.
Constituição
A composição dos Fundos passa pelo histórico da Campanha da Fraternidade (CF), iniciativa da CNBB, realizada desde 1964. Formado por 60% de toda a arrecadação da Coleta Nacional da Solidariedade, gesto concreto da CF, realizado em todas as dioceses, paróquias e comunidades durante o Domingo de Ramos, o FDS é gerido pela própria diocese, em vista dos seus projetos sociais. Os outros 40% compõem o FNS, que é administrado pelo Departamento Social da CNBB, sob a Orientação do Conselho Gestor.
Ele garante ainda que cada projeto apresentado ao Conselho Gestor passa por um olhar pastoral e técnico. “É a partir desse olhar que a Igreja no Brasil pode ajudar tantos projetos sociais e ajudar os nossos irmãos mais pobres, mais vulneráveis que precisam da ajuda da Igreja”, finaliza o padre.
Atualmente, além do assessor das Campanhas, outras nove pessoas fazem parte do Conselho Gestor, entre elas, dom Leonardo Steiner – Secretário-Geral da CNBB; dom Guilherme Werlang – Presidente da Comissão para a Ação Social Transformadora da CNBB; monsenhor Nereudo Freire – Ecônomo da CNBB; frei Olávio Dotto – Representante das Pastorais Sociais da CNBB; Padre Agenor Guedes – representante dos Secretários Executivos Regionais da CNBB; Franklin Ribeiro Quieroz – Coordenador de Projetos Sociais do Fundo; Antônia Mendes – Assistente social da CNBB e o Luiz Claudio Mandela – Diretor executivo da Cáritas Brasileira.
Critérios
Todo ano, o Departamento Social da CNBB publica um edital específico, com critérios, para seleção dos projetos sociais. São priorizados aqueles que estejam em sintonia com os objetivos gerais e específicos da Campanha da Fraternidade vigente no ano. “Desde 2015 temos aprimorado o conteúdo do edital e também as suas formas de garantir a idoneidade das entidades que nos procuram, então passamos a exigir cada vez mais da entidade documentações que vão nos dizer se ela tem condições ou não de ser avaliada em uma determinada reunião do Conselho Gestor que está prevista”, explica o coordenador de projetos e encarregado do Departamento Social, Franklin Ribeiro.
Ainda de acordo com ele, somente entidades sociais sem fins lucrativos que estejam com a situação fiscal regular podem enviar projetos. Além disso, o Fundo Nacional de Solidariedade apoia iniciativas que observem um dos três eixos: Formação e Capacitação, que é destinado a pessoas e/ou grupos (formais e informais) para o diálogo e cooperação, em processos que sirvam à vida e à proteção da vida; Mobilização para Conquistas e Efetivação de Direitos, que são criações de ações que proporcionem a superação das desigualdades sociais e o fortalecimento de estruturas solidárias e por último, Superação de Vulnerabilidade Econômica e Geração de Renda, que diz respeito a projetos que busquem por meio de sua execução capacitar pessoas estimulando a geração de renda de forma cooperada ou individualmente.
Em relação à abrangência, cada um dos três eixos possui valores máximos determinados no edital.
Transparência na gestão dos recursos

A novidade apresentada pelo FNS no ano de 2018, segundo o coordenador de projetos do Fundo, Franklin Ribeiro, é a possibilidade de saber como anda a evolução da prestação de contas dos projetos, por meio do Portal da Transparência que pode ser acessado pelo site: www.fns.cnbb.org.br. Nele, há uma relação completa dos projetos aprovados. A CNBB também presta contas ao Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Ministério Público (MP), Ministério da Justiça (MJ) e Conselho de Assistência Social (CAS).
A cada ano, no texto-base da Campanha da Fraternidade, a CNBB e o FNS divulgam uma prestação de contas anual com o detalhamento do quanto é doado pelas dioceses no Dia Nacional da Coleta da Solidariedade, sempre em cada domingo de Ramos. A prestação de contas inclui ainda o total arrecado ano a ano bem como o número de projetos beneficiados por cada macrorregião do Brasil.
Foto da capa: Crianças e jovens do projeto Reciclar: para defender a vida e o Meio Ambiente, da arquidiocese de Feira de Santana (BA).
Fonte: CNBB
Assembleia Legislativa vai debater o turismo náutico e o Porto de Torres

Foto: Guerreiro / ALRS
A Assembleia Legislativa vai debater, em breve, o projeto de construção de um porto marítimo em Torres e vai discutir também o desenvolvimento do turismo náutico no Litoral Norte, através da construção de molhes e o desassoreamento do Rio Tramandaí. As audiências públicas foram solicitadas pelo deputado Gabriel Souza (MDB) na Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e Turismo, onde os deputados membros da comissão, aprovaram nesta quarta-feira (03), a discussão dos dois temas, mas ainda não há data definida para ocorrer.
A audiência Pública sobre a construção do porto marítimo em Torres, será realizada em Torres. Uma área ao sul de município, próximo da Praia de Paraíso é o local cogitado para instalação do porto. Souza argumenta que há muito tempo se fala em construir um embarcadouro no Litoral Norte que facilite o escoamento da produção da região serrana. “O senador Luis Carlos Heinze, principal entusiasta da obra, disse que há interesse do setor privado em investir nesta construção, especialmente de empresários da região industrializada da Serra” destacou.
Sobre o desenvolvimento do turismo náutico no Litoral Norte, através da construção de molhes e o desassoreamento do Rio Tramandaí, a audiência pública será realizada em Imbé.
Porto
Em dezembro passado a ideia foi apresentada pelo engenheiro civil Fernando Carrion e pelo senador Luis Carlos Heinze (PP) a autoridades e moradores do município. O investimento previsto é de R$ 1 bilhão e segundo Heinze, será pago por empresários. O porto no Litoral Norte, no entanto, é questionado por ambientalistas.
Fonte: Litoral na Rede
A espera por uma decisão judicial sobre o assassinato do jovem boxeador Tairone da Silva, de 17 anos, foi novamente adiada e não há prazo para que o acusado do crime volte a sentar no banco dos réus. O Júri popular, iniciado na manhã terça-feira (02), foi encerrado, antes da conclusão, no início da tarde.
De acordo com o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), o motivo do encerramento foi o abandono de sessão pelos defensores do réu Alexandre Camargo Abe, ex-PM, expulso da Brigada Militar. Segundo a Comarca de Osório, os advogados alegaram terem sido ameaçados por familiares e conhecidos da vítima durante e após o intervalo para o almoço e decidiram pela retirada.
A decisão do advogados do réu ocorreu mesmo com a garantia de segurança dada pela juíza Alice da Rosa Schuh. Por isso, a magistrada aplicou multa de 50 salários mínimos aos defensores por abandono de processo, o que está previsto no artigo 265 do Código de Processo Penal.
Réu volta para a cadeia
Mesmo sem a conclusão do julgamento o exPM, Alexandre Camargo Abe, voltou para a prisão nessa terça-feira (02). A pedido da acusação, a juíza decretou a prisão preventiva de Abe, que estava solto desde 2013. Segundo a magistrada ficou evidenciado o “claro intuito do réu em tumultuar o julgamento e, assim, furtar-se à aplicação de eventual sanção penal, o que justifica o acolhimento do pedido do Ministério Público”.
O crime
Tairone da Silva, 17 anos, foi morto no dia 11 de março de 2011, no bairro Sulbrasileiro, em Osório. O acusado confessou o crime na época, mas alegou legítima defesa. Já a denúncia aponta que Abe estaria incomodado com a reunião de amigos de Tairone próximo à sua casa. Segundo o Ministério Público, no dia do assassinato, onde então
policial militar havia chamado a vítima que passava na rua e atirou após o adolescente não responder.
Fonte: Litoral na Rede

Foto: Arquivo pessoal
A Avenida Getúlio Vargas e Rua João José Guimarães, no centro de Sombrio, foi palco de uma tragédia na tarde de ontem, quarta-feira, 3. A jovem de 27 anos, Priscila Amaral, foi vítima de atropelamento de caminhão.
A jovem conduzia uma bicicleta quando foi atingida pelo caminhão, com esmagamento de membro inferior esquerdo com perfuração em outras partes do corpo com exposição de massa muscular, afetando parte do fêmur.
Segundo informações dos socorristas, a vítima apresentava alteração dos sinais vitais, consciente e desorientada e foi levada ao Hospital Dom Joaquim, de Sombrio, sendo que no fim do dia a mulher foi transferida para o Hospital Regional de Araranguá. Por volta das 19h a jovem veio a óbito no Hospital Regional de Araranguá e foi levada para o Instituto Médico Legal.Seu corpo está sendo velado na igreja Amor e Graça em Sombrio e o culto fúnebre será às 14h.
Fonte: TV Sul Catarinense
O corpo de um jovem, com diversos hematomas e enrolado em fio de nylon, foi encontrado
no fim da tarde desta quarta-feira (03) na zona rural de Tavares. Familiares localizaram a
vítima morta dentro de casa e chamaram a Brigada Militar (BM), pouco antes das 18h.

A residência fica na zona rural, próximo ao cemitério municipal. O corpo estava sobre um
sofá-cama. Até às 21h30, o local permanecia isolado para a realização da perícia.
Agentes da Polícia Civil já realizaram as primeiras diligências para tentar elucidar o
crime. O delegado de Tavares, André Lorbiecki Roese, informou ao Litoral na Rede que este é o
primeiro homicídio registrado neste ano no município. O último assassinato havia ocorrido
em agosto de 2018.
Segundo Roese, a vítima seria usuário de drogas. O jovem foi identificado pela Polícia como Douglas Paiva Chaves, de 18 anos.
Fonte: Litoral na Rede
Fechamento dos retornos em meios de quadra em Torres foi tema de pesquisa de opinião
Para melhorar o fluxo de veículos no Centro de Torres durante a alta temporada, a Prefeitura realizou o fechamento dos retornos em meios de quadra em toda a extensão da Avenida Barão do Rio Branco.
A Rádio Maristela em enquete na sua página no Facebook buscou conhecer a opinião do torrense e visitantes perguntando: Você é CONTRA ou A FAVOR da Prefeitura manter o fechamento dos retornos em meios de quadra durante o ano inteiro?
A pesquisa contou com 1000 participantes votantes, dos quais 63% são A FAVOR e 37% são CONTRA a Prefeitura de Torres manter o fechamento dos retornos em meios de quadra.
Conheça algumas das opiniões registradas nos comentários da pesquisa:
Cleiton Magnus: “A favor, principalmente, aqueles (retornos) logo após os semáforos. O trânsito de Torres é enorme no inverno também. Deveria ter fiscais de trânsito na rua, ajudaria bastante para o bom funcionamento do tráfego.“
Giulli Nunes: “Totalmente contra! Muitas vezes se percorre metros para um retorno! Pode ser que no verão ajudou mas no inverno liberem para os moradores terem mais acesso livre e direto a certos locais.”
