
Fotos: Sec. Meio Ambiente – Passo de Torres
Na manhã desta quinta-feira, 4 de abril, servidores da Secretaria de Obras de Passo de Torres/SC, por solicitação da Secretaria de Meio Ambiente, retiraram das margens do rio Mampituba trapiches improvisados e construídos sem licença ambiental para pesca.
De acordo com o secretário de Meio Ambiente, Roger Maciel, a secretaria recebeu algumas denuncias alertando sobre o risco de crianças que estavam acessando o local caírem no rio Mampituba.
“A obra foi construída por pescadores sem licença e sem nenhum tipo de estudo e como se trata de uma área de proteção permanente, a fiscalização ambiental acionou a Secretaria de Obras para a retirada dos trapiches, especialmente, para evitar uma tragédia pior”, explicou o secretário.
Central de Jornalismo – Rádio Maristela

A partir do dia 15 de abril os moradores do interior de Santo Antônio da Patrulha também terão que pagar uma taxa pelo recolhimento do seu lixo. De acordo com a lei complementar de 2015, nº 089, o Município deve efetuar a cobrança, sob pena de responder judicialmente por renúncia de receita.
Entre a segunda quinzena de dezembro de 2018 e a primeira de março de 2019, aproximadamente 16 mil tocos de cigarro foram depositados nas “bituqueiras” instaladas ao longo da orla de Torres. Torres tem cerca de 90 “bituqueiras” instaladas na iniciativa chamada de “Bituca Zero”, do projeto “Praia Limpa Torres”.
O Dia Mundial da Água é lembrado na próxima sexta-feira, 22, mas toda a semana se torna importante para fortalecer e reforçar o alerta em relação ao consumo excessivo por parte da população, bem como à falta de cuidados na preservação dos recursos hídricos. Em uma região que tem a água em situação mais crítica de toda Santa Catarina, esse debate se torna ainda mais necessário e importante.
Os prefeitos e a equipe técnica que integram o Consórcio Intermunicipal Caminho dos Cânions do Sul, se reuniram, na manhã de ontem, quarta-feira, 13, para a Assembleia Geral e reunião técnica.
Apesar do Projeto de Lei 6.299/2002 apresentar mais dificuldades para criação de leis locais restritivas a agrotóxicos, ainda existem alternativas para Estados e municípios legislarem sobre o assunto.
Durante três dias, biólogos e médicos veterinários buscaram alternativas para salvar uma Baleia Jubarte, que encalhou viva em Mostardas, no Litoral do Rio Grande do Sul. A Patrulha Ambiental (Patram), especialistas do Centro de Estudos Limnológicos e Marinhos (Ceclimar/Ufrgs) tentaram melhorar as condições do animal para uma possível operação de desencalhe.
