Os crimes contra a vida mantiveram uma tendência de queda no Rio Grande do Sul entre janeiro e setembro deste ano, em comparação com o mesmo período de 2017. Os dados estatísticos da criminalidade foram divulgados na semana passada pela Secretaria da Segurança Pública (SSP), apontando redução de 22,9% nos homicídios e 30,7% nos latrocínios.
A diminuição é superior ao número de agosto, que registrou queda de 22,1% nos homicídios e 25% nos latrocínios. A redução de vítimas fatais nos indicadores de homicídio doloso também se manteve, chegando a 22,3% (total de 507 mortes a menos).
No total, 17 indicadores compõem a divulgação oficial da SSP. Eles representam os crimes de maior potencial ofensivo contra a vida e contra o patrimônio. No âmbito estadual, apenas o crime de roubo de bancos teve alta: 2%.
Em Torres houve aumento
No ano de 2017, a cidade de Torres registrou um total de 11 homicídios. O ano de 2018, entretanto, está mais violento. Conforma estatística da Secretaria de Segurança do RS, a cidade até final de setembro deste ano já sofreu com 15 homicídios na estatística. Sendo que, em outubro, outros dois homicídios já foram contablizados, somando um total de 17 execuções em Torres.
Três Cachoeiras em 2017 não registrou nenhum homicídio. Já neste ano de 2018, até final de setembro passado, ouve uma morte por assassinato.
Arroio do Sal no ano passado, registrou 3 homicídios ao todo. Já em 2018, o índice diminuiu. Embora os dados da SSP/RS sejam somente até setembro, somente 1 assassinato foi registrado na cidade.
Vítimas geralmente envolvidas com drogas
Quase todas as mortes em Torres foram fruto de guerra de grupos de traficantes de drogas ou mortes por conta de desavenças pelo mesmo crime. Isto conforme a descrição dos registros de ocorrência na Polícia.
Mais dados sobre outras cidades do RS (e Litoral) podem ser obtidos no site da Secretaria Estadual de Segurança Pública do Estado do RS no, no endereço eletrônico https://www.ssp.rs.gov.br/indicadores-criminais.
Fonte: A Folha Torres
SEGURANÇA
Fake News: Polícia Civil afirma que áudios sobre roubo de crianças no Litoral são falsos
O delegado Paulo Perez, titular da Delegacia de Tramandaí, afirmou que informações espalhadas pelo Whatsapp de que um casal estaria tentando roubar crianças no município são falsas. Segundo ele, não há nenhum registro de ocorrência neste sentido nem em Tramandaí, nem outra delegacia da região. O delegado garantiu ao Litoral

na Rede que também não há qualquer confirmação, mesmo que extraoficial, de que este fato esteja ocorrendo na cidade. Ele alerta que qualquer situação semelhante deve ser registrada imediatamente na Polícia Civil. Ao longo desta quarta-feira (03), áudios relatando tentativas de roubos de crianças se propagaram por grupos de Whatsapp da região. Em um deles é feito o alerta de um suposto ataque em Nova Tramandaí, que também não foi confirmado pela Polícia Civil.
Fonte: Litoral na Rede
Três incidentes envolvendo paragliders e paramotor aconteceram neste final de semana em Torres
Três incidentes envolvendo paragliders e paramotor, aconteceram neste final de semana no Morro do Farol em Torres. O primeiro resgate, aconteceu na tarde do último sábado, 8, às 14h30, dois paragliders se enroscaram, um deles é piloto de Porto Alegre conseguiu pousar na Praia Grande e o outro piloto de Caxias do Sul se chocou e ficou preso nas pedras do paredão do Morro do Farol em Torres.
Segundo informações da equipe de resgate, o piloto do paraglider teve ferimentos graves e aguarda a realização de uma cirurgia. O segundo incidente, aconteceu ontem, domingo, 9, no mesmo local com um paramotor com um piloto de Balneário Gaivota. De acordo com o instrutor da escola X flyer de Torres, Miguel Euzébio, a causa pode ter sido más condições de uso dos equipamentos. O piloto teve ferimentos leves e foi resgatado pelos Bombeiros de Torres, sendo encaminhado ao Hospital e logo depois liberado.

Operação Viagem Segura de Independência acontece de quinta a domingo
A análise dos acidentes dos feriados de Independência (2007-2017) aponta que a média de mortes nas vias do RSio Grande do Sul nos feriados de Sete de Setembro foi de 6,5 por dia, menor que a média geral dos finais de semana, que é de 7,3 mortes por dia.
No ano passado, a operação se estendeu por cinco dias, quando foram registradas 28 mortes em decorrência de acidentes de trânsito (contabilizando aqui o acompanhamento das vítimas até 30 dias após a ocorrência). Já em 2016, como o feriado caiu numa quarta-feira, a operação durou apenas um dia, quando três pessoas perderam a vida. Essa foi a menor média de mortes diárias da série histórica, devido ao feriado ter caído no meio da semana, diminuindo a possibilidade de viagens de longos percursos.
Nos últimos onze anos, 67% das vítimas fatais de trânsito decorreram de acidentes em rodovias. Os óbitos concentraram-se nos dias intermediários e de retorno e no turno da noite (37,1%), de modo que se recomenda um cuidado redobrado nesses dias e horários. Os municípios que registraram maior número de vítimas fatais foram Porto Alegre (21), Pelotas (11), Santa Rosa, Novo Hamburgo e Montenegro (06 cada).
Sobre a Viagem Segura
Um dos principais programas de segurança no trânsito do Estado, a operação reúne órgãos de fiscalização e instituições parceiras para prevenir acidentes nos feriados e principais datas comemorativas. O reforço de fiscalização dos órgãos também promove ações de conscientização com o apoio da ANTT, DNIT, Cetran/RS, Daer, EGR, Metroplan, Famurs e representantes da sociedade civil organizada, como o Lions Club e o Instituto Zero Acidente.
Desde o feriado de Proclamação da Republica de 2011, foram feitas 91 operações, com mais de 5,3 milhões de veículos fiscalizados e 202,8 mil testes de etilômetro. Foram registradas mais de 944,1 mil infrações, sendo 18,6 mil autuações por embriaguez, incluindo as recusas ao teste do bafômetro. A fiscalização também recolheu 88,9 mil veículos e mais de 24,2 mil CNHs.

Texto: Ascom DetranRS/ Blog da Gabi
Um automóvel capotou no KM 462, sentido norte-sul na BR-101, em Santa Catarina,
no final de tarde desta quinta-feira, 30. O condutor do Ford Eco Sport, de cor azul metálica,
com placas de Passo de Torres/SC, se perdeu na pista causando o capotamento.
Além do motorista, havia também um passageiro, no qual tiveram apenas ferimentos leves.
A Brigada Militar esteve no local e solicitou ao condutor a realização do teste do bafômetro,
mas ele recusou.
Por causa do acidente, o trânsito seguiu lento sem previsões de liberação total da pista.

Réu é condenado a 33 anos pelo crime de Feminicídio pelo Tribunal do Júri em Torres
Na última quinta-feira, 23, o Tribunal de Júri da Comarca de Torres condenou o réu Manoel Assis Vitorino a 33 anos no somatório das penas do crime de Feminicídio contra a sua ex-companheira, Maria Zoraide Pacheco (18 anos de condenação), e o homicídio qualificado da amiga da ex-companheira, Jurema Martins (15 anos de condenação). Crimes praticados em abril de 2016, no bairro Salinas em Torres.
De acordo com o promotor de justiça, Dr. Marcelo Simões, em entrevista para a Rádio Maristela, a sua atuação no julgamento se deu por obrigação legal, visto que o Ministério Público tem o dever de garantir que a lei seja cumprida quando da existência de provas robustas como as apresentadas no julgamento com réu confesso, testemunhas e pericia indicando a autoria dos crimes. “O Conselho de Sentença compreendeu a gravidade dos fatos, compreendeu o conjunto das provas e acho que a sentença fez justiça ao caso concreto”, afirma o promotor.
Sobre o Tribunal de Júri, o promotor Dr. Marcelo explicou que ocorreu dentro da normalidade prevista. O julgamento foi presidido pela Juíza da Vara Criminal, Dra. Marilde Angélica Webber Goldschmidt, que iniciou por volta das 9h da manhã, com a escuta de testemunhas, após o interrogatório do acusado, no caso o réu Manoel Assis exerceu o direito de permanecer em silêncio, na sequência a palavra foi passada para o promotor Dr. Marcelo para o exercício de sua argumentação, que teve duração aproximada de 1h30min. E logo em seguida também a defesa contou com 1h30min, representada pela Defensoria Pública. E depois mais 1h para a réplica e para a tréplica. Terminando o julgamento dentro da previsão, no final da tarde de quinta-feira, 23.
Para o promotor Dr. Marcelo, a condenação é como um recado para a sociedade de que esse tipo de conduta não é permitido e não será aceito. “Essa função da pena é relevantíssima de dar um recado de inibir práticas semelhantes”, afirma.
Dr. Marcelo destacou também que o crime de Feminicídio ainda é muito decorrente não só na região de Torres, mas em todo Brasil. “A sentença mostra que não se compactua, não se aceita esse tipo de atitude, para tentar mudar essa cultura que se tem que as coisas se resolvem na violência e na ignorância. E não é assim. Mais civilidade, ” declarou.
Entenda o caso
Segundo informações da ocorrência registrada na Brigada Militar, a primeira morte ocorreu ainda na noite do dia 19 de abril de 2016. Maria Zoraide Pacheco, na época com 55 anos, morreu após ser atingida por várias facadas. O outro crime ocorreu na manhã do dia 20 de abril de 2016. A amiga de Maria, Jurema dos Santos Martins, 53 anos, foi até o local por estar preocupada com Maria. Ao chegar na residência do casal, também foi esfaqueada e morta.
O delegado que na época acompanhou o caso, Celso Jaeger, informou que o acusado, que trabalhava como ferreiro, estava embriagado quando cometeu o crime. Ele foi preso em flagrante por duplo homicídio e levado para a Penitenciária Modulada de Osório. A faca utilizada nos crimes foi apreendida.
Policiais militares apreenderam mais de oito quilos de maconha, cocaína e crack, na noite dessa quarta-feira (22), na Barra, em Tramandaí. A droga foi encontrada no quarto de uma pousada na Rua Plácido de Castro. A Brigada Militar (BM) localizou o depósito após a prisão de dois integrantes de uma facção criminosa em Cidreira.
A maior quantidade é de maconha: 10 tijolos pesando 6,6 kg e mais aproximadamente 300 gramas em porções. Os PMs apreenderam ainda 1,2 Kg de cocaína, sendo parte em 254 pinos já prontos para venda, e 270 gramas de crack, divididos em mais de 230 pedras.
Os traficantes também tinham armas. Foram recolhidos um revólver 32 e uma pistola .380, além de 25 munições calibre 38 e 43 calibre .380. De acordo com a BM, a dupla seria responsável pela distribuição de drogas para uma facção criminosa em pontos de tráfico de Tramandaí e Cidreira.
Os dois traficantes haviam sido presos, pouco antes, na Rua Fausto Borba Prates, no Centro de Cidreira, em um carro com placas de Sapiranga. A BM abordou o veículo depois de receber denúncias anônimas. No momento, eles estavam com 119 pedras de crack, 17 pinos de cocaína, munições calibre 9 milímetros e dinheiro.
Fonte: Litoral na Rede
Diante do atual cenário referente à violência doméstica em Araranguá – um dos indicadores mais críticos dentre todas as ocorrências atendidas na cidade e região – que o 19º BPM, lançou nesta segunda-feira, dia 20, no Fórum de Araranguá, a “Rede Catarina de Proteção à Mulher”. O programa que objetiva direcionar esforços por parte da Corporação no combate e prevenção à violência doméstica contra as mulheres, teve início ainda hoje.
Nos últimos 12 meses mais de 40 mil mulheres foram vítimas de violência em Santa Catarina; em 2017 a Polícia Militar registrou 157 atendimentos na Comarca de Araranguá, número superior ao registrado em Criciúma.
Para o Tenente-Coronel Maike Adriano Valgas, Comandante do 19º BPM, o programa é de fato, necessário, dando atenção às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar. “A Polícia Militar sempre faz os atendimentos de emergência nos casos de ocorrências em geral e a violência doméstica. Mas agora, estamos apresentando muito mais do que um atendimento emergencial, vamos fazer o atendimento preventivo”, declarou o comandante.
Durante a apresentação do programa, também foi falado que será instituído uma guarnição específica da Polícia Militar, denominada de “Patrulha Maria da Penha”, para qualificar o atendimento à mulheres vítimas de violência doméstica e familiar. “”A Patrulha Maria da Penha” será composta por no mínimo dois policiais militares, sendo um deles, necessariamente, do sexo feminino. O atendimento emergencial continuará da mesma forma que está sendo feito hoje, através do telefone 190. O diferencial entretanto, é o atendimento preventivo. Toda mulher vítima de violência doméstica que tiver a medida protetiva deferida, nós passaremos a ter contato com ela, faremos um agendamento de um local e um horário para que receba a visita da guarnição da “Patrulha Maria da Penha” e essa guarnição fará o atendimento, colhendo e prestando informações, e desse atendimento, será feito um relatório o qual será enviado ao Ministério Público e Poder Judiciário. Quando interligado com outras questões, Conselhos Tutelares e Assistentes Sociais dos municípios, também poderão ter acesso a estes relatórios, para que façam o encaminhamento dentro de suas áreas de atuação”, ponderou o Coronel.
Participaram do lançamento o Presidente da Câmara de Vereadores de Araranguá, Daniel Viriato Afonso; Policiais Militares; Prefeito de Balneário Arroio do Silva, Juscelino da Silva Guimarães, o Mineiro, o Promotor de Justiça, Dr. Gabriel Ricardo Zanon Meyer; o Presidente da OAB Subseção Araranguá e Presidente do Fórum de Segurança Pública, Laércio Machado Júnior; a Presidente da Comissão da Mulher Advogada da OAB de Araranguá, Aline Machado e a Juíza da 1ª Vara Criminal de Araranguá, Letícia Pavei Cachoeira, que parabenizou a Polícia Militar pela iniciativa de implantação do programa.
“É um projeto de extrema importância. A rede vem para acompanhar o andamento das medidas protetivas. É mais um passo para na nossa comarca no combate à violência doméstica. Não adianta apenas dar a medida protetiva, sem um acompanhamento futuro”, asseverou a juíza.
Já o Presidente da OAB de Araranguá destacou que a entidade dará o suporte necessário. “É de total interesse da OAB de Araranguá contribuir com este projeto inovador na região. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Araranguá, está à disposição de todos os órgãos de segurança pública e entidades integrantes do projeto”, esclareceu Laércio.
Violência doméstica e familiar
Configura-se violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial, ocorrida no âmbito da unidade doméstica, compreendida como o espaço de convívio permanente de pessoas, com ou sem vínculo familiar, inclusive as esporadicamente agregadas; assim como, no âmbito da família, compreendida como a comunidade formada por indivíduos que são ou se consideram aparentados, unidos por laços naturais, por afinidade ou por vontade expressa, bem como em qualquer relação íntima de afeto, na qual o agressor conviva ou tenha convivido com a ofendida, independentemente de coabitação. As relações pessoais elencadas independem de orientação sexual.
Fonte: W3 Revista
Polícia Militar prende em flagrante acusado de estupro em Praia Grande
Na manhã do último domingo, 12, a Polícia Militar (PM) de Praia Grande/SC prendeu em flagrante um homem de 31 anos, acusado de estupro. O crime teria ocorrido ainda durante a madrugada de domingo, no interior do veículo do mesmo.
Segundo informações da PM, a vítima foi uma adolescente de 15 anos que foi violentada pelo acusado, quando retornava de uma festa na carona com o acusado. O homem deu carona para a adolescente e um rapaz maior de idade, deixando o jovem em casa primeiro. Depois, sozinho com a menina, parou o carro em um local ermo, como se tivesse dado uma pane no automóvel e agredindo a jovem cometeu o estupro.
Desesperada, a adolescente conseguiu sair do carro e correr até a casa do rapaz, que havia sido deixado momentos antes. Bastante machucada ela foi encaminhada para a delegacia de polícia e, posteriormente, ao hospital.
Assim que comunicada do crime, a PM de Praia Grande com o apoio da guarnição de São João do Sul localizaram e prenderam o homem em sua casa, em Praia Grande. O veículo usado para a prática do abuso foi apreendido e passará por perícia.
Conforme a polícia, o homem tem passagens policiais por tráfico de drogas, furto, roubo e estupro de vulnerável.
Fonte: W3 Revista
Mulher de 69 anos perde R$ 10 mil no conto do bilhete premiado em Torres
Uma mulher de 69 anos foi vítima do golpe do bilhete premiado em Torres na segunda-feira, 6 de agosto. Conforme informações do delegado de Polícia Civil de Torres, Juliano Aguiar, em entrevista para a unidade móvel da Rádio Maristela, a ocorrência foi realizada somente uma semana depois, o que pode permitir que mais pessoas caiam no golpe.
A vítima foi abordada na Rua Silva Jardim, próximo ao Banrisul, no Centro, por estelionatários com a história que continham um bilhete premiado de R$ 10 mil, mas que venderiam por R$ 5 mil pois precisavam do valor com urgência. Nesse momento chega mais um integrante da equipe de falsários oferecendo uma oferta maior afirmando que o bilhete valia cerca de R$ 2 milhões, levando a vítima a decidir pela compra da ilusão de ganhar uma bolada.
A vítima sacou R$ 5 mil reais em Torres e se deslocou com os farsantes até o município de Três Cachoeiras para sacar mais R$ 5 mil reais, totalizando o pagamento de R$ 10 mil pelo suposto bilhete premiado. “Os golpistas com o dinheiro em mãos disseram que fariam um lanche e sumiram das vistas da vítima”, explicou o delegado.
De acordo com o delegado Juliano, “geralmente os golpistas abordam pessoas idosas, mas também pessoas de diferentes idades e escolaridade avançada já caíram nesse tipo de conto. Ainda assim, prevalece os casos com idosos, especialmente, nas proximidades de agências bancárias, facilitando o saque do valor pela vítima.
Também é comum os farsantes permanecerem na cidade ou região por um longo período para vitimar o maior número de pessoas possível, nesse caso registar a ocorrência com agilidade facilita para que se possa orientar a população sobre o caso e investigar para a prisão efetiva dos criminosos.
Mediante atitudes ou abordagens suspeitas denuncie imediatamente se dirigindo até a delegacia de Policia Civil na R. Manoel de Matos Pereira, 138 – Centro (51-3664-1282) ou à Brigada Militar na Av. Castelo Branco, 1579 – Centro (51-3664-4059) ou pelo 190.
