A Prefeitura de Torres, Governo do Estado, Fepam e o gestor do Parque Estadual do Itapeva reuniram-se na manhã desta sexta-feira, 5 de janeiro, na sede administrativa do Parque para estudarem a forma de utilização da Praia de Fora nesta temporada. A reunião foi convocada pelo diretor técnico da Fundação Estadual de Proteção Ambiental, Gabriel Simioni Ritter, a partir de documento encaminhado pelo prefeito Carlos Souza ao órgão, buscando uma indicação sobre o acesso de carros no local, demanda dos moradores e turistas de Torres.
A reunião contou com a presença da secretária-adjunta, Maria Patrícia Mallmann, da Secretaria Estadual do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. A preocupação da secretária é que o Parque não fique de costas para os moradores e visitantes da cidade. Além do diretor técnico da Fepam, o encontro contou com a participação de vários técnicos da Fepam, de Porto Alegre e do Litoral Norte. Da Prefeitura estavam também os secretários interinos do Meio Ambiente e Urbanismo, Júlio Agápio e do Turismo, Cultura e Esporte, Sílvia Brognoli. Do PEVA participaram o gestor Paulo Grübler e a técnica ambiental Danúbia Nascimento. Ainda participou a presidente do Conselho Municipal do Meio Ambiente, Ivana Freitas.
Atendendo o anseio de muitos moradores e visitantes de Torres, que desejam o acesso de veículos na Praia de Fora, mas respeitando a decisão da proibição do acesso de veículos, é que a Prefeitura solicitou indicação de como o Município poderia dispor do lugar, com uso regrado que evitasse o impacto ambiental. Este procedimento seria adotado nesta fase intermediária, enquanto o Plano de Manejo do Parque encontra-se em processo de revisão. Muitas sugestões foram apresentadas, porém, os encaminhamentos serão eleitos em próximo encontro, ainda sem data definida, quando estudos técnicos serão analisados.
Muitas foram as sugestões apresentadas pelo grupo. Entre elas está a de liberar o acesso de veículos numa área específica, no caso, da Pedra da Praia de Fora até a entrada do Parque e a chegadas dos visitantes à Praia de Fora por meio do transporte Dindinho. Tudo está sendo alvo de estudo. Compondo esta ferramenta turística para Torres nesta temporada, a Prefeitura criaria um acesso regrado a determinado número de veículos, com fiscalização, respeitando o impacto ambiental por tratar-se de unidade de conservação.
Calçadão de Capão da Canoa amanhece repleto de lixo e cacos de vidro
Veranistas ficaram espantados com a sujeira atípica no calçadão de Capão da Canoa na manhã deste domingo (7). O trecho repleto de copos plásticos, canudos, restos de caipirinha, tocos de cigarro, garrafas quebradas e muitos sacos de gelo e sacolas estavam concentrados no chamado Largo do Baronda, em frente à Rua Pindorama, no Centro.
– Estou apavorada. Nunca tinha visto isso. Estou chocada – disse professora municipal Andreia Nunes, moradora da cidade.
O coordenador da fiscalização municipal, Hélio Tellechea Filho, conta que houve uma aglomeração inesperada e que a empresa terceirizada de limpeza não costuma trabalhar aos domingos, com exceção de quando é demandada, o que não aconteceu.
– Tinha um pessoal que estava num bar do Centro e, em razão do barulho, eles tiveram que sair dali e foram para a beira da praia. Acabaram provocando essa sujeira que não esperávamos.
Somente perto do meio-dia é que chegaram quatro funcionários da empresa responsável pela limpeza do calçadão.
– A gente é sempre programado. Nos ligaram há pouco (antes do meio-dia). Em geral, não trabalhamos no domingo. Houve falha de comunicação. Senão, nós vínhamos limpar. Quando há demanda, sempre nos programamos – afirma o coordenador da SC Construtora, Leônidas Matos.
Diante desse episódio, Leônidas garante que a empresa vai passar a fazer a limpeza do calçadão aos domingos pela manhã até o fim do veraneio.
Gaúcha ZH
Já foram encontrados os primeiros focos do mosquito Aedes aegypti em 2018. A Prefeitura de Criciúma, por meio da Vigilância Epidemiológica, através do Programa de Combate à Dengue do Setor de Zoonoses, identificou as larvas do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus no Terminal Rodoviário de Criciúma na última quarta-feira (3). Nesta quinta-feira (4), foi encontrado o segundo foco deste ano, no bairro 4ª Linha. Em 2017, o órgão registrou 14 focos no município.
De acordo com a médica veterinária e responsável técnica pelo setor de Zoonoses da Vigilância Epidemiológica, Natália Reche, após a identificação das larvas do mosquito da dengue, os agentes do órgão já iniciaram a varredura ao redor do Terminal Rodoviário de Criciúma. “Os focos foram encontrados nas armadilhas instaladas pelo Programa de Combate à Dengue. Depois de identificados, num raio de 300 metros do local, iniciamos o processo de Delimitação de Foco (DF), onde os agentes realizarão visitas pelas residências da localidade.”, explica.
Natália afirma que durante o verão aumenta a tendência do surgimento de focos do Aedes aegypti. “O nosso município é muito quente, contribuindo para proliferação do mosquito. Pedimos que a população colabore e fique de olho no seu terreno, nos seus vasos de planta, pneus, latinhas e ajude a eliminar os focos. Se precisar denunciar, entre em contato com a nossa ouvidoria pelo telefone 156”, ressalta.
Fonte: W3 Revista

Foto: Patram/BM
Uma operação para coibir crimes ambientais, como a caça e pesca ilegal, foi realizada neste sábado (06), pela Patrulha Ambiental da Brigada Militar (Patram) na Lagoa do Casamento, em Palmares do Sul. De acordo com a Patram, dois homens foram surpreendidos e
autuados pela prática ilegal de pesca profissional em período de defeso (piracema).
Ao todo, foram apreendidos quatro mil metros de redes de pesca e 40 quilos de pescado da espécie Bagre. O material apreendido foi encaminhado ao depósito do 2º Pelotão Ambiental de Osório. As redes, segundo a Patram serão destruídas. Os peixes serão doados, após serem avaliados.
Fonte: Litoral na Rede
Os dias de calor mexem com o corpo: a dilatação das artérias aumenta, a perda de líquidos é mais intensa e a digestão fica mais lenta. Não é à toa que a sensação de cansaço parece chegar mais rápido durante o verão. Para evitar problemas e manter a saúde em dia, fazer alguns ajustes na alimentação é muito importante. Além de apostar sempre na hidratação e em refeições leves, os cuidados com refrigeração e conservação de alimentos devem ser redobrados.
1) Saiba o que comer e o que evitar
As temperaturas altas do verão costumam gerar dilatação das artérias. Em consequência, há sensações de cansaço, fadiga e queda na pressão arterial. A digestão também é afetada, processando mais lentamente os alimentos.
– O calor atrapalha a digestão. Por isso, é importante optar por pratos mais leves, comer menos carnes vermelhas, dando preferência a peixe e frango. Além disso, a ingestão de frutas e verduras, importante ao longo de todo ano, é ainda mais recomendada – afirma Simone Bach, nutricionista que mantém o canal Cozinha Bach no YouTube.
Em relação às frutas e verduras, Simone ressalta a importância de ingestão das variedades com alto índice de betacaroteno, como laranja, abóbora, mamão, manga e cenoura. O componente atua na produção de melanina, protegendo a pele de manchas de sol e até ajudando no bronzeado.
– O betacaroteno está geralmente mais presente em frutas e legumes de cor alaranjada, mas também em vegetais verde-escuros, como couve e brócolis, embora em menor quantidade. Alimentos com vitamina C também são importantes, pois a vitamina atua com o betacaroteno na produção da melanina.
O médico Renato Bandeira de Mello, professor da UFRGS, aponta que essa é uma época em que família e amigos têm mais tempo para se encontrar e, às vezes, podem cometer excessos à mesa:
– As reuniões de família são comuns, mas é recomendável evitar refeições copiosas. O verão é uma boa época para investir em peixes e frutos do mar. Se não tiver como evitar aquele churrasco, é bom também consumir saladas e acompanhamentos mais leves, como aipim cozido ou uma salada de batatas sem maionese. Isso diminui a ingestão da carne.
2) Tenha cuidado redobrado com a conservação dos alimentos
Com as férias, muitas famílias saem da rotina. É recomendável pensar na alimentação antes de longos passeios na praia ou em parques. Água, sanduíches leves e frutas são bons aliados para não apelar para salgadinhos e frituras oferecidos em quiosques. Mas é preciso tomar cuidado com a conservação, como alerta Simone Bach:
– Para evitar contaminações, é melhor transportar o alimento por no máximo três horas em lancheira de neoprene. Já em coolers com gelo, por até oito horas.
O cuidado com a procedência e a refrigeração de alimentos deve ser redobrado nestes dias escaldantes.
– Geralmente, o número de infecções intestinais aumenta no verão, principalmente por conta do preparo e da conservação dos alimentos. A orientação é sempre dar prioridade a alimentos frescos e ter cuidado na manipulação e na refrigeração – afirma o médico Daniel Cardoso Barbosa.
Simone também recomenda cuidado com ovos e carnes cruas:
– É preciso evitar pratos que contenham ovos crus. Se usar o ingrediente, deixe o mínimo tempo possível fora da refrigeração. Peixes e carnes cruas também devem ser evitados ou consumidos apenas em locais de procedência confiável.
3) Hidrate-se mais (e da forma certa)
Água é recomendação básica para o ano todo, mas o cuidado com a hidratação deve ser redobrado no verão. A perda maior de líquido pela transpiração tem de ser compensada – e, para isso, não há nada melhor do que água pura.
– Refrigerantes e sucos industrializados são ricos em sódio e aditivos químicos. O corpo tenta eliminar estes compostos, aumentando a desidratação. Alimentos processados também têm altos índices de sódio e devem ser evitados – explica Simone Bach.
É preciso ter cuidado com água de coco e isotônicos:
– A água deve estar em primeiro lugar, mas a água de coco é uma boa segunda opção. Nesse caso, o ideal é tomar o coco in natura, já que há poucas marcas no mercado sem açúcar. Outra opção são os isotônicos, mas somente aqueles que não contenham corantes e açúcar, raros no mercado.
Bebidas alcoólicas também não são indicadas, mas o médico Renato Bandeira de Mello tem uma recomendação para quem não quiser abrir mão da caipirinha ou da cerveja:
– Para quem for tomar vinho ou caipirinha, é recomendável intercalar cada dose com um copo d’água. Se optar pela cerveja, pode tomar meio copo d’água a cada copo da bebida. Isso aumenta a hidratação e reduz a ingestão de álcool.
4) Fique de olho na alimentação das crianças
Com o calor e a agitação, é preciso ficar de olho na hidratação das crianças. O pediatra Daniel Cardoso Barbosa aponta que água e leite materno são os líquidos recomendados:
– É preciso evitar sucos, chás e refrigerantes. Suco parece ser uma coisa benéfica, mas mesmo os sucos feitos em casa reúnem uma quantidade grande de açúcar, o que pode render problemas futuros na criança. Já refrigerantes têm uma quantidade de sódio e açúcar que sobrecarregam os rins.
A gelatina, encarada muitas vezes como aliada, também não é recomendada.
– Gelatina é água, açúcar e corante. É falsamente uma coisa que alimenta e reidrata. É preferível oferecer uma fruta in natura e água do que fazer uma gelatina.
5) E na hidratação dos idosos
A desidratação pode causar sintomas como desmaios, fraqueza e queda de pressão nos idosos. O geriatra Renato Bandeira de Mello aponta que é preciso ter mais cuidado com pessoas acima dos 75 anos:
– Muitos idosos têm a sensação de sede diminuída por uma questão do envelhecimento cerebral. Eles não buscam a água por não terem esse estímulo neurológico. Por isso, é importante criar hábitos e horários, para consumir continuamente, ao longo do dia, de dois a 2,5 litros de água. Para tornar o líquido mais palatável, é recomendável usar hortelã, menta ou limão, sempre sem açúcar.
Fonte: Gaúcha ZH

Betina Humeres / Agencia RBS
Balde, pazinha, toalha e chinelo são itens fundamentais para a diversão e o conforto das crianças na beira da praia. Já quando o assunto é saúde, os pais não podem abrir mão de filtro solar, camisetas, chapéus, guarda-sol e óculos escuros. São eles que vão garantir a proteção contra os raios ultravioleta e evitar as queimaduras na pele.
Além de todo o aparato listado acima, há algo ainda mais importante que deve ficar na mira do pais: o bom exemplo.
– Criança imita adulto. Se o pai usa filtro, a criança usa – observa Vânia Oliveira de Carvalho, presidente do Departamento Científico de Dermatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).
Antes de afundar os pés na areia com a família, leia as dicas de especialistas para garantir um veraneio sem incidentes com o sol.
Filtro solar
Item mais importante na bolsa de praia dos pequenos, o protetor solar deve respeitar a faixa etária. Recomenda-se que crianças com menos de seis meses só se exponham ao sol nos horários mais amenos e não usem produto algum. Isso porque os filtros químicos, aqueles que reagem aos raios ultravioleta, podem ser absorvidos pela pele.
– Não há testes de sensibilidade para bebês. A indicação é não aplicar – diz Vânia.
Dos seis meses aos dois anos, a médica recomenda o uso dos filtros físicos – aqueles que agem como uma barreira apenas refletindo os raios. Geralmente, eles têm a indicação “baby” no rótulo. Entre dois e 12 anos, pode-se aplicar os filtros infantis, normalmente uma mistura do físico e do químico. Lembre-se de que o produto deve ser reaplicado a cada duas horas e ter fator de proteção 30, no mínimo. Crianças com pele e olhos claros podem utilizar fatores mais altos.
Roupas, chapéus e guarda-sol
Ficar à sombra é sempre a melhor opção, no entanto, quando se trata de crianças nem sempre essa é uma tarefa fácil. Além do filtro solar, há outros produtos disponíveis no mercado que ajudam a evitar danos solares: roupas, bonés e chapéus com fator de proteção.
– Qualquer roupa confere proteção solar, mas essa linha nova tem uma trançadura mais espessa – explica Joaquim Mesquita Filho, dermatologista e coordenador da campanha Dezembro Laranja da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Vânia lembra que, mesmo de roupa, deve-se aplicar filtro nas partes expostas ao sol.
Óculos escuros
Não é exagero, tampouco futilidade. O uso dos óculos escuros por crianças é mais uma proteção para evitar danos futuros. Vânia destaca que, com o passar dos anos, a exposição solar sem proteção provoca danos na retina, culminando até mesmo em catarata.
– Mas é importante que seja um produto com proteção – recomenda, dizendo que os óculos certificados trazem um adesivo que indicam o fator de proteção.
Sol na hora certa
A mesma regra dada aos adultos deve ser seguida pelas crianças: evitar sol entre 10h e 16h (no horário de verão, das 11h às 17h). Mesquita reforça que nesse período há uma maior incidência de raios UVB, que são ainda mais agressivos que os UVA.
Queimou. E agora?
A dica é fazer compressas de água gelada para baixar a temperatura do corpo ou dar banho mais frio. Compressas de chá de camomila gelado também são bem-vindas. Fuja de soluções caseiras e, se for um caso mais sério, não hesite em buscar ajuda médica.
Fonte: Gaúcha ZH
Chocolatão ou Caribe: por que o mar do litoral gaúcho muda tão rápido

Omar Freitas / Agencia RBS
O temperamental mar gaúcho voltou a surpreender os veranistas, nos últimos dias, com uma mudança brusca: revoltas ondas cor de chocolate deram lugar a plácidas ondulações esmeralda.
A explicação para reviravoltas como essa está na geologia marinha do Estado, em que as praias de mar aberto ficam expostas a variações de ventos e ondulações capazes de encantar ou decepcionar os veranistas em intervalos de poucas horas.
Um dos segredos por trás das mudanças repentinas de personalidade do mar gaudério é um fenômeno natural que provoca a chegada de ondulações de grande energia, do sul e do Sudeste, em uma média aproximada de quatro vezes por mês.
— Essas ondulações, que têm mais energia no inverno e menos no verão, remexem o fundo do mar, aumentam a quantidade de nutrientes que estimulam a proliferação de algas e de areia em suspensão, deixando o mar mais escuro — explica o pesquisador e professor de geologia marinha do Centro de Estudo e Geologia Costeira (Ceco) da UFRGS, Elirio Toldo.
No intervalo dessas ondulações, que se formam na costa do Uruguai e do norte da Argentina e podem durar pouco mais ou pouco menos de uma semana, o litoral gaúcho se acalma e aumentam as chances de a água clarear – para a alegria de veranistas como a funcionária pública Aline Ramires, 39 anos, de Porto Alegre.
— Quando o mar está ruim, até evito que os meus filhos entrem na água. Mas, de um dia para o outro, ele pode ficar bem claro, como quinta-feira — diz a mãe de Dante, seis anos, e Miguel, dois, em Capão da Canoa.
O vento é outro fator a ser levado em consideração. Quando sopra forte de Nordeste, segundo Toldo, o oceano fica mais irregular: ondas de diferentes tamanhos se misturam, e o risco de o chocolatão se intensificar é maior. Quando vem de outros quadrantes, a tendência é de ondas mais regulares e de menor tamanho.
Já a temperatura da água pode subir ou descer conforme os avanços e recuos das correntes do Brasil, mais quente, que vem do norte, ou das Malvinas, mais gelada, do sul. Todas essas variáveis, que deixam a instável costa gaúcha com jeito de Dr. Jeckyll ou Mr. Hyde, poderiam ser amenizadas se o litoral tivesse barreiras naturais como enseadas.
— Costas mais fechadas atuam como filtros naturais. Temos uma costa aberta, sujeita a essas ondulações e aos ventos. Por isso, as condições do mar podem mudar de um dia para o outro. Na verdade, em poucas horas — avisa Toldo.
Fonte: Gaúcha ZH

Isadora Neumann / Agencia RBS
Sol e calor, chuva e temperatura amena. Assim será o fim de semana gaúcho. Uma nova frente fria avança pelo oceano e provoca chuva em boa parte do Estado. Porém, nada que desanime quem está na praia ou pretende se deslocar ao Litoral .
Aqueles que viajarem pela freeway encontrarão Capão da Canoa com temperatura que pode variar entre 24ºC e 32ºC no sábado (6) e de 20ºC a 25ºC no domingo (7). Em Tramandaí, mínima de 22ºC e máxima de 31ºC para sábado, 20ºC e 25ºC para domingo. Em Torres, oscilações entre 20ºC e 30ºC no sábado,e 18ºC e 24ºC no domingo.
Nos destinos da RS-040, como Balneário Pinhal e Cidreira, a temperatura mínima de sábado, 21ºC, deve ser registrada à noite. A máxima não passa de 27ºC. O domingo registrará de 20ºC a 26ºC.
– A frente fria vai melhorar a umidade relativa do ar e baixar um pouco a temperatura. A chuva será fraca e rápida, intercalada com períodos de sol. No sábado, as melhores condições para aproveitar a praia ocorrem pela manhã, no domingo, à tarde – afirma o meteorologista da Somar Fábio Luengo.
O fenômeno entra no Rio Grande do Sul pelo Chuí, onde já chove na noite desta sexta-feira (5). Ao longo do sábado, as precipitações avançam pela maior parte do Estado, com exceção da faixa oeste.
No domingo, a frente fria se afasta e devem ser registradas pancadas de chuva isoladas apenas em cidades da Serra e do Nordeste, na madrugada e no começo da manhã. A temperatura fica amena não apenas no Litoral, mas na maior parte do Rio Grande do Sul. Na Capital, por exemplo, a máxima fica em 25ºC.
A partir de segunda-feira, o calarão retorna e o tempo volta a ficar firme em todo o Estado.
Fonte: Gaúcha ZH

Isadora Neumann / Agencia RBS
Os veranistas nem tiveram tempo para comemorar o fim do chocolatão e já se reencontraram com elas. Com o aumento da temperatura do mar, as águas-vivas passaram a aparecer mais, especialmente na quinta-feira (4), de acordo com o capitão Ederson Lunardi, comandante dos guarda-vidas de Capão da Canoa.
Os tentáculos da água-viva são carregados de toxina capaz de provocar queimaduras e ardência. Lunardi destaca que, se atingido, o banhista não deve seguir crenças populares como aplicar urina ou pasta de dente na pele. O recomendado é passar vinagre na área atingida — a pessoa pode pedir ajuda na guarita mais próxima.
Muitos quiosques também já têm garrafas do produto separadas para socorrer seus clientes.
— Ontem começamos a usar bastante (o vinagre). Clareou a água e já apareceram as mãe d’água. Acho que umas 15 crianças vieram aqui com queimaduras — conta Reginaldo Sousa dos Reis, funcionário do Kioske do Di.
Entre segunda e quarta-feira, a Operação Verão já contabilizou 342 casos de queimadura por água-viva no Litoral gaúcho. De 16 a 31 de dezembro, havia registrado apenas 156.
Fui atingido. O que fazer?
1 – Saia da água imediatamente.
2 – Lave abundantemente o local com água do mar. Não utilize água doce.
3 – Banhe a região atingida com vinagre por cerca de dez minutos. Não tente remover os tentáculos esfregando toalhas ou areia
4 – Remova suavemente os tentáculos ainda aderidos com a mão enluvada e com o auxílio de uma pinça. Lave mais uma vez o local com água do mar e vinagre.
5- Ligue para 193/192 se houver chiado no pulmão, dificuldade de respirar, lesões na pele longe do local atingido, desorientação ou inconsciência.
Fonte: Gaúcha ZH
A primeira morte por afogamento do ano de 2018, na região do Vale do Araranguá, foi registrada no final da manhã desta sexta-feira, dia 05, na localidade de São Pelegrino, interior de Turvo. Um homem morreu afogado em um açude daquela localidade, o qual é de sua propriedade.
Os socorristas do Corpo de Bombeiros foram acionados por volta das 12h25min e no local, encontraram a vítima, um homem de 45 anos, já sem vida. Segundo relataram os familiares da vítima, ele estava a beira de um açude em um declive, roçando a grama do local, quando foi deixado sozinho por cerca de 30 a 40 minutos. Quando os familiares retornaram ao local para verificar a demora no retorno a residência, não localizaram a vítima, momento em que entraram no açude.
Depois de procuraram por aproximadamente 10 minutos, o encontraram em posição fetal. Os familiares que retiraram o corpo da água e o levaram para uma área distante cerca de 200 metros do açude. Só neste instante é que fizeram o acionamento do CBMSC através do 193.
Ainda conforme relato dos familiares, a vítima sofria de epilepsia. Após os procedimentos o corpo da vítima foi deixado aos cuidados do Instituto Médico Legal de Araranguá e Polícia Civil.
