Abre nesta quarta-feira, às 18h, a 7ª edição da Feira Estadual da Agricultura Familiar, a Feira do Sabor Gaúcho. Produtos de qualidade, oriundos da agricultura familiar, e por um preço acessível, estarão mais uma vez em Torres, à espera dos visitantes da cidade e dos consumidores que moram aqui. A Feira ocorre entre os dias 30 de janeiro e 3 de fevereiro, Como de hábito, será realizada no centro da cidade, na Avenida Itapeva, junto à Praça XV de Novembro. No local, uma diversidade de produtos, tais como queijos, vinhos, salames, biscoitos, doces, sucos naturais, artesanato, entre outros. A Feira é promovida pela Fetag-RS, Prefeitura de Torres, Emater/RS, Sindicato dos Trabalhadores Rurais e conta com o patrocínio do Banrisul e Sicredi. Esta edição terá 36 empreendimentos, provenientes de 27 municípios.

Fonte: Prefeitura de Torres
AGRICULTURA
Abre nesta quarta-feira, às 18h, a 7ª edição da Feira Estadual da Agricultura Familiar, a Feira do Sabor Gaúcho. Produtos de qualidade, oriundos da agricultura familiar, e por um preço acessível, estarão mais uma vez em Torres, à espera dos visitantes da cidade e dos consumidores que moram aqui. A Feira ocorre entre os dias 30 de janeiro e 3 de fevereiro, Como de hábito, será realizada no centro da cidade, na Avenida Itapeva, junto à Praça XV de Novembro. No local, uma diversidade de produtos, tais como queijos, vinhos, salames, biscoitos, doces, sucos naturais, ovos, mel, flores, artesanato, entre outros. A expectativa é que o movimento seja maior em relação aos anos anteriores, tendo em vista que a cada nova edição os empreendimentos têm fidelizado clientes.
A Feira é promovida pela Fetag-RS, Prefeitura de Torres, Emater/RS, Sindicato dos Trabalhadores Rurais e conta com o patrocínio do Banrisul e Sicredi. Esta edição terá 36 empreendimentos, provenientes de 27 municípios. Deste total, três participantes integram o Programa Municipal de Agroindústria: a Orquisel Orquidário (Torres), Afarve (Rio Verde) e Mulheres em Ação, do Barro Cortado, com artesanato de palha de bananeira e milho. Além da comercialização, o evento possibilita a integração do setor, viabilizando a criação de novas agroindústrias. Entre esta quarta e sábado, dia 2, o horário de funcionamento da Feira será das 12h às 24h. No domingo, 3 de fevereiro, será das 10h às 17h.
Torres está lotada e muitos apreciam produtos de qualidade da agricultura familiar. O secretário municipal de Desenvolvimento Rural e Pesca, José Vanderlei Brocca, destaca que a iniciativa do evento na alta temporada, onde os turistas são oriundos das mais variadas regiões, oportuniza o encontro do urbano com o rural. Será uma grande oportunidade de aproximar o campo com a cidade, conclui. Para o agrônomo da Prefeitura, Gerson Nardi, o melhor encaminhamento para fixar o jovem no campo é a política de viabilizar a criação de novas agroindústrias e de facilitar a comercialização, caso da Feira do Sabor Gaúcho.
Mais 25 agricultores e agricultoras da região concluíram em dezembro, no Centro de Formação Pastoral em Dom Pedro de Alcântara, o Curso Princípios Básicos de Agricultura Ecológica. Ministrado pela ONG de assessoria técnica Centro Ecológico, o curso capacita as famílias a produzir alimentos sem agrotóxicos.
Em 2018, um curso finalizado em maio capacitou 30 agricultores. Outro, finalizado em junho, em Mampituba, formou 48. Assim, a região ganhou, em 2018, 103 famílias produtoras de alimentos ecológicos. Considerando somente a cultura da banana, esse número de famílias representa, a cada ano, aproximadamente menos 566,5 litros de agrotóxicos* no meio ambiente, com economia no uso de insumos e um mercado crescente para alimentos orgânicos.
O Curso Princípios Básicos de Agricultura Ecológica é organizado em quatro módulos de oito horas cada, totalizando 32 horas. Um turno é em sala de aula, teórico, e outro, prático, com saídas a campo e preparo de biofertilizantes. A capacitação é uma exigência da Rede Ecovida de Agroecologia, da qual as famílias fazem parte por meio dos grupos associados ao Núcleo Litoral Solidário. Desse último curso participaram agricultores de 13 grupos, dos municípios de Morrinhos do Sul, Três Cachoeiras, Mampituba, Torres e Três Forquilhas.
Fonte: Centro Ecológico
Um curso de empreendedorismo voltado para mulheres do meio rural de Maracajá está com matrículas abertas. A capacitação é resultado de parceria entre o Departamento de Assistência e Bem-Estar Social e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). A informação é da diretora do Departamento, Suélen Zandonadi, que alerta “são apenas 15 vagas, e as candidatas devem ter mais de 16 anos”.
Na grade do curso estão temas como diagnóstico, empreendedorismo, planejamento, custos de produção, indicadores de viabilidade e comercialização e desenvolvimento pessoal, que são fundamentais para quem tem objetivo de empreender em alguma atividade econômica, ressalta a diretora do Departamento de Assistência e Bem Estar Social de Maracajá.
O curso será realizado de 1º e 29 de novembro, em cinco encontros semanais, nas quintas-feiras. As interessadas, portando documentos pessoais e comprovante de residência, devem fazer suas matrículas no decorrer deste mês, enquanto houver disponibilidade de vagas, no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), na Rua Pedro Antônio Farias, na Vila Beatriz. Mais informações são fornecidas pelo telefone 3523-0318.
Fonte: W3 Revista
No Litoral Norte do RS, banana orgânica reduz agrotóxicos no meio ambiente

Tarde de campo em bananal orgânico durante um dos cursos do Centro Ecológico
O último Censo Agropecuário do IBGE mostra o Litoral Norte com 2.318 propriedades bananicultoras em 10 municípios, que produzem 98% da banana do Rio Grande do Sul. Em Três Cachoeiras, onde 541 propriedades cultivam a fruta, cerca de 85 são, segundo informações do escritório da Emater no município, de bananais orgânicos ou em transição.
Essas 85 propriedades, que representam apenas 15,71% da produção de banana de Três Cachoeiras, deixam de lançar anualmente 467,5 litros de agrotóxicos no meio ambiente. O cálculo foi feito tendo por base propriedades convencionais de 4 hectares, onde os agricultores aplicam em média 5,5 litros de agrotóxicos por ano, conforme a experiência da Emater com agricultores convencionais.
“O herbicida vai depender da infestação de ervas daninhas no bananal, que varia de meio litro a 3 litros no ano. O fungicida são cerca de 5 aplicações de meio litro. E para o cacho, é 1 quilo de fungicida que eles usam no ano,” informou Emiliana Cordioli, da Emater. Mas, de acordo com a agrônoma, um dos agricultores consultados para esse levantamento informal disse que usa até 20 litros de Roundup por ano.

Foto: Josh Edelson/Agence France-Presse — Getty Images
Nos EUA e no Brasil, herbicida é alvo de suspeitas e disputas judiciais
Formulado à base de glifosato, recentemente o Roundup foi centro de uma disputa judicial nos Estados Unidos, de um jardineiro diagnosticado com linfoma non-hodgkin, contra a Monsanto. A empresa foi condenada a pagar U$ 289 milhões de dólares ao jardineiro, que desde 2012 usava Roundup nos jardins de uma escola.
No Brasil, outra disputa em torno do glifosato se deu entre agosto e setembro,depois que uma juíza federal estabeleceu o prazo de 30 dias para a suspensão dos produtos com o ingrediente. Em seguida, um desembargador suspendeu a decisão da juíza. Segundo a juíza, desde 2008 a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deveria fazer a reavaliação toxicológica do glifosato, devido às suspeitas sobre os efeitos nocivos do produto.
No capítulo 6 do livro Ensaios sobre Poluição e Doenças no Brasil, Sonia Corina Hess e Rubens Nodari mostram que o RS é o segundo maior consumidor de glifosato do Brasil,perdendo apenas para o Mato Grosso. Com base em estudos científicos realizados em outros países, enumeram alguns dos efeitos da substância para a saúde humana e o meio ambiente. Entre 2011 e 2015, o RS teve o maior índice de mortes por neoplasia a cada 100 mil habitantes. A neoplasia ocorre quando células se multiplicam descontroladamente, e o câncer é designado como uma uma neoplasia maligna.
Menos agrotóxico melhora a qualidade da água
Segundo a presidente da ONG Onda Verde, de Torres, Gizelani Guazzelli, em relação à qualidade da água – tema que vem sendo discutido nos últimos meses na região – o monitoramento avalia diversos produtos químicos que podem ser encontrados devido ao uso dos agrotóxicos. “Se ampliar o plantio de forma orgânica, vai ser usado menos, ou nessas áreas, nada de agrotóxico, então vai ajudar a melhorar a qualidade da água, com certeza”.
Falando em números
– Três Cachoeiras: 2.975,5 litros por ano em 541 propriedades.
– Dessas 541 propriedades, 85 são de bananais orgânicos, que resultam em menos 467,5 litros no meio ambiente.
– 12.749 litros de agrotóxicos seria a quantidade lançada anualmente na região, supondo que todos os 2.318 estabelecimentos produtores de banana tivessem 4 hectares e usem usassem 5,5 litros de agrotóxicos.
– A região abrange os municípios de Três Cachoeiras, Morrinhos do Sul, Mampituba, Dom Pedro de Alcântara, Três Forquilhas, Itati, Maquiné, Terra de Areia, Santo Antônio da Patrulha e Torres.
– Nesses municípios, 250 famílias assessoradas pelo Centro Ecológico produzem banana orgânica, o que significa aproximadamente menos 1.375 litros de agrotóxicos na água, solo e ar do Litoral Norte/RS. O cálculo foi feito com base nos mesmos números usados para Três Cachoeiras: propriedades de 4 hectares que usam em torno de 5,5 litros de agrotóxicos por ano.
Fonte: Centro Ecológico
Agricultores orgânicos devem usar insumos analisados ou certificados
Os grupos de agricultura ecológica do núcleo regional da Rede Ecovida só poderão usar cama de aviário analisada por entidade que ateste adequação às normas da agricultura orgânica.
A decisão foi tomada no dia 22 de agosto, em plenária na comunidade de Morro Azul, Três Cachoeiras, com mais de 240 representantes de grupos do Núcleo Litoral Solidário.
Conforme orçamento solicitado pelo Centro Ecológico à Faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a análise da amostra custa R$ 198 reais e leva em torno de 30 a 45 dias para apresentar um laudo. A plenária também decidiu que está proibido o uso do adubo folhito.
Outro encaminhamento foi a renovação do certificado de conformidade orgânica dos grupos visitados em agosto pela Comissão de Ética do Núcleo: Boa Esperança, Acertem, Apelcam, Cultivando a Vida, Acert Raposa, Geard, Ecotorres do José, Três Irmãos, Terra Viva, Gec e Chapada dos Mesquitas.
Fonte: Centro Ecológico
Com o propósito de oferecer mais qualidade à produção torrense de queijo, doce de leite e ricota, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural e Pesca e Emater realizaram recentemente, duas oficinas tratando sobre a pasteurização do leite. Já foram contemplados os agricultores familiares do Barro Cortado e da Areia Grande, atendendo 15 interessados. Mais quatro oficinas serão realizadas em breve para os produtores de leite, nas comunidades rurais de Itapeva, Campo bonito, Jacaré e Rio Verde.
A pasteurização é um processo que consiste em submeter um produto alimentício (leite, por exemplo) à alta temperatura e, logo em seguida, à baixa temperatura. Além de eliminar os agentes causadores de doenças, este processo permite que os alimentos possam ser conservados por um tempo maior.
Num trabalho conjunto, a realidade encontrada foi de que a maior parte do queijo de fabricação caseira utilizava leite sem pasteurização e era consumido antes mesmo de chegar a meia cura. Foi diagnosticado também que cada produtor tem a sua própria receita.
Nas oficinas foi trabalhado a questão da pasteurização do leite como técnica indispensável para a obtenção de um queijo que não ofereça risco à saúde. Ainda foram tratados pontos fundamentais para obter a máxima qualidade do leite para a fabricação de seus derivados, atendendo as necessidades de higiene da ordenha, da refrigeração e os cuidados na manipulação dos equipamentos para elaboração dos produtos. Ainda foram abordadas técnicas fundamentais da ciência do queijo e que serão adaptadas à receita de cada agricultor.
Cinco máquinas chegaram em Torres, no fim da tarde de ontem, quinta-feira (22). Três retroescavadeiras e dois tratores foram destinadas ao município por meio da mobilização da administração municipal junto a lideranças estaduais e federais.
O clima foi de festa, as carretas com as máquinas eram aguardadas no Parque do Balonismo pelo prefeito em exercício, Fábio Amoretti, secretários municipais, servidores e vereadores. As novas máquinas foram apresentadas à população por meio de um desfile nas principais ruas da cidade, finalizando em frente à Prefeitura.
Com as novas máquinas, a prestação de serviço será mais eficiente e produtiva tanto na área rural como na urbana. Na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural e Pesca, o aparato vai atuar na Patrulha Agrícola e na Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos as máquinas vão contribuir com a limpeza de toda a cidade.
Fonte: Prefeitura de Torres
Mampituba é contemplado com 4 máquinas via emendas da Bancada Gaúcha
Aconteceu na última sexta-feira (08/jun) no Parque de Exposições Assis Brasil em Esteio a solenidade de ”Entrega das Máquinas Agrícolas Para Municípios” adquiridas com recursos das Emendas Parlamentares da Bancada Gaúcha com contrapartida do Governo do Estado. Ao todo foram entregues 576 máquinas para 336 municípios totalizando um investimento de R$ 72.237.434,28, dos quais R$ 69.527.434,28 vem de emendas parlamentares, e o restante, R$ 2.710.000, do governo do Estado. Proporcionalmente Mampituba é um dos municípios mais beneficiados pelos repasses ao ser contemplado com 04 máquinas, sendo duas retro escavadeiras ”Randon”; um trator agrícola ”John Dheere 6100J” e um caminhão basculante ”Mercedes Benz 2629”.
O Município de Mampituba esteve representado na solenidade pelo Prefeito Municipal Dirceu Gonçalves Selau, pelo Vice Prefeito e Secretário Municipal de Transporte, Obras e Viação Gilberto Lopes Roldão e pelo Secretário Municipal de Agricultura e Saneamento Paulo Boff Ribeiro. Na parte da manhã o Prefeito Dirceu assinou o Termo de Cessão de Uso de Bens 321/2018 firmado entre o Município de Mampituba e o Governo do Estado, e à tarde, participou da Solenidade de Entrega das Máquinas que contou com a presença de diversas autoridades, entre elas o Governador José Ivo Sartorti, o Secretário Estadual da Agricultura Odacir Klein; os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Carlos Marun ( Secretaria de Governo); os senadores Ana Amélia Lemos e Lasier Martins, além de um grande número de Secretários de Estado e Deputados Federais e Estaduais.
Esta é a maior entrega de máquinas agrícolas da história do Rio Grande do Sul em uma mesma ocasião. A iniciativa foi articulada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação com os 31 deputados federais e os três senadores que compõem a bancada gaúcha no Congresso Nacional. Os recursos foram viabilizados por meio de emendas parlamentares, previstas no orçamento da União. Por questão de logística as máquinas deverão ser entregues no Município de Mampituba até o final da próxima semana.
Para proteger cultura do maracujá, produtores torrenses devem cumprir o vazio sanitário
Com a finalidade de proteger a cultura do maracujá em Torres, por força de lei municipal, pioneira no país, todos os produtores da fruta terão que cumprir o “vazio sanitário” pelo período de dois meses, de 20 de junho a 20 de agosto. Vazio sanitário é o período de ausência total de plantas vivas da cultura do maracujá na área de plantio, com o propósito de reduzir a quantidade do vírus do endurecimento do fruto, que é sem dúvida a mais importante praga para a plantação do maracujá. A obrigação de eliminar é do produtor. Após este período, os agricultores deverão plantar mudas limpas, isentas do vírus, grandes, com cerca de 80 centímetros, que diminui o problema com a virose. Além disto, os produtores devem executar uma série de providências na área de plantio.
A lei define a obrigação dos agricultores eliminarem as plantas e manterem suas plantações, sem nenhum pé de maracujá, neste período. O texto também define como obrigatória a eliminação “de todas as plantas de maracujá amarelo, durante a vigência do vazio sanitário, por meio do controle químico ou mecânico; e dá responsabilidade ao produtor, proprietário, arrendatário ou ocupante a qualquer título das áreas produtoras de maracujá amarelo, a obrigação de promover – as suas custas – a eliminação das plantas de maracujá”. O processo se trata de uma ação sanitária necessária para a manutenção do plantio do maracujá em nosso município.
A virose do endurecimento dos frutos do maracujazeiro é uma das mais importantes doenças da cultura, podendo atingir mais de 70% das plantas em pomares afetados. No Brasil encontra-se presentes em todas as áreas de produção do maracujá. O norte da Santa Catarina já sofreu grandes perdas pelo avanço da virose na região. A doença, na nossa região, foi detectada em 2008 com grande declínio na produção, pois não existe controle químico viável para esta doença ou seu vetor.
De acordo com o engenheiro agrônomo, Gerson Luiz Nardi, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural e Pesca, a produção de maracujá em Torres antes do vírus era cerca de 30.000 kg/ha. Nesta safra com o vírus e sem a lei do vazio sanitário alcançamos a produtividade de 19.200 kg/ha. Para a próxima safra, com a lei do vazio sanitário em ação esperamos alcançar a produtividade de 27.000 kg/há.
No município são, hoje, 75 famílias que tem no maracujá sua principal fonte de renda, principalmente nas localidades de Jacaré, Areia Grande, Vila João XXIII, Barro Cortado, Vila São João, Faxinal e Águas Claras, atuação com apoio da Prefeitura e Emater. A cultura do maracujá no município é, na sua maior parte, comercializada para as CEASAS como fruta de mesa e também para empresas que processam a fruta. Esta prática propicia que as vendas sejam totalmente tributadas, já que são emitidas notas fiscais para toda a produção, o que é fato gerador de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para o município e para o Estado.
